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Teresina

Ponte da Amizade será interditada a partir desta sexta no sentido Teresina a Timon

Laurivânia Fernandes

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A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsitos (Strans) interditará a Ponte da Amizade, no sentido Teresina-Timon, nesta sexta-feira (14), a partir das 17h; no sábado (15), também a partir das 17h; e no domingo, o bloqueio será a partir das 15h, sendo liberado o tráfego por volta das 4h da manhã. Os bloqueios acontecerão devido ao pré-carnaval da região, o Zé Pereira de Timon.

O gerente de operação e fiscalização da Strans, Denis Lima, explica que os condutores podem transitar por vias alternativas enquanto a ponte estiver bloqueada.

“Os condutores podem pegar vias alternativas, como a Ponte Metálica e a Ponte da Tabuleta. É importante planejar a rota antes de se deslocar para evitar aborrecimentos. Vamos ter que fazer o bloqueio porque a festa acontecerá na Avenida Piauí, via onde os veículos saem quando cruzam a Ponte da Amizade”, esclarece o gestor.

Teresina

Prefeitura de Teresina decreta fim do lockdown aos domingos

Laurivânia Fernandes

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Foto: Andréa Rêgo Barros/Arquivo PCR/Fotos Públicas

A Prefeitura de Teresina decidiu flexibilizar as medidas restritivas, e as atividades econômicas e sociais voltarão a funcionar aos domingos. A medida passa a valer a partir deste final de semana, no entanto, os estabelecimentos comerciais deverão respeitar os protocolos de segurança à fim de minimizar os impactos da pandemia.

Entre as regras que devem ser seguidas, estão a limitação no número de frequentadores nos estabelecimentos, manutenção do distanciamento entre clientes, fornecimento de material para higienização das mãos e equipamentos de proteção para os funcionários, além de não permitir a entrada de clientes sem máscara.

“O vírus ainda circula na nossa cidade, mas a situação já está mais controlada. O número de mortes e de internações, bem como a procura por UBSs que atendem a pacientes com síndromes gripais, estão em queda. Isso nos dá mais tranquilidade para a retomada das atividades também aos finais de semana”, disse o prefeito de Teresina, Firmino Filho.

Com uma maior flexibilização, o Centro de Operações em Emergência (COE), continuará monitorando os casos e realizando avaliações sobre os índices da doença na capital periodicamente.

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Teresina

Ex-vereador Bob Freitas é internado em estado grave no HUT após colidir veículo em árvore

Laurivânia Fernandes

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O ex-vereador de José de Freitas, Robert Freitas Junior, conhecido como Bob Freitas, sofreu grave acidente na tarde desta segunda- feira (14), na PI-113 , no Povoado Santa Teresa, zona Rural Leste de Teresina. Ele é filho do ex-prefeito da cidade, Robert Freitas.

Pai e filho concorrem aos cargos de prefeito e vereador, respectivamente, na cidade.

Bob Freitas e o pai, Robert Freitas. Foto – Arquivo Pessoal


Segundo informações de populares, que presenciaram o ocorrido, Bob Freitas seguia no veículo, quando perdeu o controle da direção e colidiu contra uma árvore. Até o momento, não há informações exatas sobre o que pode ter causado o acidente.

Vídeos que circulam na internet mostra o veículo completamente destruído, com a vítima ainda dentro.


O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foi acionado e encaminhou a vítima para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT), seu estado de saúde é considerado grave.

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Teresina

Procon investiga alta no preço do arroz em estabelecimentos de Teresina

Laurivânia Fernandes

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Imagem Ilustrativa

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), do Ministério Público Estadual (Procon), iniciou nesta segunda-feira (14), investigações em torno de denúncias de consumidores sobre a alta no preço do arroz em estabelecimentos comerciais de Teresina.

De acordo com o órgão, o pacote de cinco quilos do produto, chega a ser vendido a quase R$ 40,00 na capital, enquanto, há cerca de dois meses o preço do mesmo produto custava em média R$ 15,00, o que configura um cenário de aumento abusivo.

Além do arroz, os valores de outros produtos que compõem a cesta básica também estão sendo averiguados. Em caso de irregularidade comprovada, os locais podem receber uma multa de até R$ 10 milhões, dependendo do tamanho do estabelecimento.

“Há reclamações de que o valor do pacote de cinco quilos do arroz chega a custar R$ 40. E isso já é configurado como uma prática abusiva. No enanto, há casos em que comerciante diz que está apenas repassando a elevação que recebe da fábrica, mas ele precisa comprovar isso apresentando as notas fiscais das compras”, explicou Arimateia Arêa Leão, chefe de fiscalização do Procon.

A Associação Brasileira da Indústria do Arroz (ABIARROZ) divulgou uma nota esclarecendo os motivos da alta do produto. Segundo a entidade, a alta acontece por causa de um aumento significativo da demanda no mercado externo, o que somado a restrição da oferta por alguns países exportadores, com objetivo de assegurar o abastecimento interno durante a pandemia, ocasionou a valorização do grão.

Leia na íntegra:

A ABIARROZ (Associação Brasileira da Indústria do Arroz) divulgou nota no início da pandemia de Covid-19 afirmando seu compromisso com o abastecimento do mercado interno, asseguradas as condições de oferta e de logística.

Nas últimas semanas, a indústria tem sofrido enorme dificuldade de acesso à matéria prima, decorrente da restrição de oferta do arroz, que está concentrada em poder de poucos produtores. Esse movimento tem resultado em falta de referência para comercialização do arroz e na oscilação generalizada nos preços do cereal para cima, tanto para a indústria como para os consumidores.

A ABIARROZ esclarece que ao perceber a alta descontrolada de preços comunicou ao setor produtivo e às autoridades competentes, com a preocupação de que seja mantido o abastecimento regular do produto até a próxima safra e de que haja uma estabilidade no preço final ao consumidor, especialmente nesse momento de crise pandêmica.

Nos últimos 25 dias, observou-se uma alta de mais de 30% no custo da matéria-prima, além do reajuste já ocorrido em decorrência do aumento da demanda no início da pandemia. Os preços praticados ultrapassaram em 290% o valor do preço mínimo estabelecido pelo governo federal.

Importa destacar que a matéria-prima representa parte expressiva do preço de venda do arroz, o que reflete sobremaneira no preço final ao consumidor. A entidade não apoia ataques pessoais a representantes de segmentos ou autoridades, e lamenta a disseminação de inverdades de forma irresponsável e leviana, porquanto atua no cumprimento de sua função econômica e social, com razoabilidade e transparência.

As condições de mercado e do histórico de prejuízos do setor produtivo de arroz justificam reajustes de preços, entretanto, esses fatores não legitimam o absoluto descontrole que se observa diante do grave quadro social de saúde e desemprego atual, com comprometimento da continuidade da atividade industrial e em prejuízo do consumidor. Asseguradas as condições de retomada da oferta e estabilidade nos preços, a indústria seguirá honrando com seu compromisso junto à sociedade, garantindo o acesso a este produto tão essencial na alimentação do povo brasileiro.

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