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Teresina

Pontes que ligam Teresina a Timon terão barreiras sanitárias com medição de temperatura

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução

A Prefeitura de Teresina vai montar, a partir da tarde dessa segunda-feira (27), barreiras sanitárias, nas três pontes que ligam a capital ao município de Timon, no Maranhão. Durante a ação, será realizada a medição de temperatura de quem trafega entre as duas cidades, com o objetivo de fazer um controle do estado de saúde das pessoas que entram em Teresina.

De acordo com o prefeito Firmino Filho, esse controle se torna necessário uma vez que o número de casos de Covid-19 no Estado do Maranhão já é bastante alto, chegando, no último domingo, a 2.410 casos confirmados e 125 óbitos. “Nós precisamos ficar bastante atentos a estes dados do Maranhão e como está se dando o avanço da doença lá, já que temos forte relação com os municípios do estado”, alertou o prefeito Firmino Filho.

A barreira será montada, por tempo indeterminado, em horários pré-estabelecidos e vai acontecer nos três turnos, envolvendo vários órgãos municipais, como a Fundação Municipal de Saúde (FMS), Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (Strans) e Guarda Municipal. “Nós vamos fazer esse primeiro contato com as pessoas que entrarão em Teresina para saber como está o seu estado de saúde. O objetivo é tentar manter o controle do vírus na capital, evitando que entrem pessoas infectadas na nossa cidade”, afirmou o coronel John Feitosa, que vai comandar a ação.

As barreiras sanitárias serão montadas na Ponte Metálica, na Ponte da Amizade e na Ponte Nova.

Fonte: PMT

Vacinação

Segunda dose para idosos de 72 e 71 anos será aplicada nesta sexta e sábado

Laurivânia Fernandes

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Os idosos de 72 e 71 anos devem tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19 nesta sexta (23/04) e sábado (24/04), respectivamente. Ao comparecer aos locais de vacinação, eles devem estar portando o cartão de vacina que comprove a primeira dose, documento de identificação com foto, CPF e comprovante de residência da cidade de Teresina.

Emanuelle Dias, coordenadora da Campanha da Vacina na FMS, explica que as pessoas não devem se dirigir muito cedo aos locais de aplicação. “O atendimento inicia às 9h, prossegue até às 17h e não existe necessidade de comparecer horas antes do início do atendimento”, diz.


Os drives de vacina Covid ocorrem das 9h às 13h para mulheres e das 13h às 17h para homens.

Veja locais:

•Centro Universitário Santo Agostinho;
•Centro de Artes e Esportes Unificados Vieira Toranga (CEU – Norte);
•Terminal de Integração Buenos Aires;
•Terminal de Integração Zoobotânico;
•Terminal de Integração Bela Vista;
•Terminal de Integração Livramento;
•Centro Universitário UNINOVAFAPI;
•Terminal de Integração Itararé;
•Universidade Estadual do Piauí (UESPI);
•Terminal de Integração Parque Piauí;
•Teresina Shopping, – Edifício Garagem G1 – Avenida Raul Lopes, 1000, Bairro dos Noivos;
• ADUFPI, Av. Universitária, 391, Bairro Ininga;
• Faculdade Estácio de Teresina.

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Teresina

THE: PM’s que faziam segurança dos terminais de integração denunciam que não recebem pagamento desde dezembro de 2020

Segundo o coronel Lindomar Castilho, o convênio existente entre PM e Strans foi rescindido por iniciativa da PMT.

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação/Strans

A Prefeitura Municipal de Teresina (PMT) e a Polícia Militar do Piauí, firmaram um contrato para que PM’s atuassem na segurança dos terminais de integração da capital. A parceria, que foi acertada ainda na gestão do ex-prefeito Firmino Filho, agora, tem sido alvo de denúncias pelos próprios policiais, que apontam irregularidades, referentes aos repasses dos pagamentos.

O trabalho funcionava da seguinte forma: Os PM’s tinham suas folgas compradas e, iam trabalhar nos terminais. Em cada ponto, tinha ao menos dois policiais por turno realizando o patrulhamento. Contudo, o efetivo foi dispensado e o serviço, a partir de agora será desempenhado pela Guarda Municipal, há também a informação de que será contratada uma empresa terceirizada para atuar na ação.

Até aí, tudo bem. Não fosse o fato de que a PMT não vem realizando o pagamento aos policiais há pelo menos cinco meses [dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril], do valor referente a R$ 1 mil. Ainda, segundo os relatos ouvidos pelo Portal Encarando, alguns PM’s recebiam uma quantia maior que outros.

Nossa equipe entrou em contato com o comandante Geral da PM-PI, Coronel Lindomar Castilho, que se limitou a informar que o Comando Geral recebeu da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) o pedido de suspensão do trabalho, no entanto, não repassou maiores detalhes.

“O convênio existente entre PM e Strans foi rescindido por iniciativa da PMT a partir de abril desse ano”, disse.

Também questionamos em relação aos atrasos no pagamento e, sobre uma possível vantagem que alguns policiais estariam tendo em relação à quantia recebida, e ele respondeu: “Essa informação só pode ser dada pelo diretor da Strans”.

Já a STRANS afirma que os contratos estão sendo reajustados porque são do ano de 2013, e ferem o Artigo 57, Inciso 2º, da Lei 8.666.

Veja o que diz a Lei:

Art. 57. A duração dos contratos regidos por esta Lei ficará adstrita à vigência dos respectivos créditos orçamentários, exceto quanto aos relativos:

  • II – à prestação de serviços a serem executados de forma contínua, que poderão ter a sua duração prorrogada por iguais e sucessivos períodos com vistas à obtenção de preços e condições mais vantajosas para a administração, limitada a sessenta meses; (Redação dada pela Lei nº 9.648, de 1998)

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Denúncia

Líderes venezuelanos são expulsos de abrigo em Teresina: ‘empresa maltrata e humilha’

Laurivânia Fernandes

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Chegou ao Portal Encarando a informação de que dois líderes indígenas venezuelanos teriam sido expulsos de um dos abrigos destinados aos imigrantes na capital. A denúncia foi feita pelo professor e líder comunitário, Junior do MP3.

Conforme relato, a Secretaria Municipal de Cidadania Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), expulsou as duas lideranças do abrigo pelo fato das mesmas reivindicarem melhorias no local, que segundo ele, tem sofrido com a falta de água e, até mesmo de comida.

Eles os expulsaram porque não tem paciência. Não querem ouvir o contraditório. Os expulsaram, porque eles vem denunciando a falta de água, a falta de comida e as arbitrariedades que a Prefeitura tem em relação a eles. Expulsou, porque não entendem a situação mental do venezuelanos que tem sofrido, passado fome e tem que pedir esmolas”, relata.

Os imigrantes indígenas da etnia Warao chegaram a Teresina no dia 13 de maio de 2019 e estão refugiados devido à crise econômica e política na Venezuela. O episódio, teria ocorrido no último dia 19 de abril, no abrigo que fica em um antigo prédio do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí (EMATER), localizado na BR 343.

“O governo do Estado deu o abrigo, só isso, deveria ter dado mais. Mas infelizmente não há nenhuma preocupação com os venezuelanos da etnia Warao. Já a Prefeitura ficou responsável pela alimentação, em manter os cuidados com a saúde e toda parte de integração social. No entanto, tem muitos problemas lá dentro [dos abrigos], como já foi citado, a falta de alimentação, às vezes por quatro ou conco dias. E aí, nós temos que berrar e gritar para conseguir algo”.

O líder comunitário ainda afirma que todo o ocorrido é uma forma de fazer com que os venezuelanos saiam da cidade.

“O Governo Federal já injetou quase R$ 2 milhões para que a Prefeitura faça um bom atendimento ao grupo. Então, há toda uma forma de fazer com que os venezuelanos não fiquem na cidade. E estão fazendo de tudo pra isso. Não colocam alimentação de qualidade, atrasam alimentação, não houve a regularização dos venezuelanos, não capacitaram, não colocaram uma equipe para trabalhar com eles. O que nós temos lá é uma emprrsa privada que maltrata e humilha esse povo, e ganha muito bem para fazer isso. Também, colocaram a Guarda Municipal dentro dos abrigos, e assim, boa parte dos venezuelanos, até pela questão da saúde mental, caíram no alcoolismo e a Prefeitura ao invés de tentar o problema, expulsa e coloca a polícia. Então, essa é uma questão muito complexa, que merece atenção”, relatou Jr. ao Encarando.


Segundo dados da Prefeitura, o município de Teresina acolhe, atualmente, cerca de 174 venezuelanos divididos entre os abrigos do Buenos Aires, Piratinga e, EMATER.

Nossa equipe tentou contato com a Semcaspi para comentar o ocorrido, mas, até a publicação desta matéria não conseguiu retorno. Nosso espaço fica aberto para resposta, através do e-mail: encarando.com@gmail.com

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