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Advogado diz que Dirceu vai se entregar

Redação Encarando

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O ex-ministro José Dirceu (PT) vai se entregar à Justiça, afirma seu advogado, Roberto Podval. Nesta quinta-feira, 16, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região rejeitou o derradeiro recurso do petista, no âmbito de processo em que foi sentenciado a 8 anos e 10 meses de prisão, e determinou “a imediata expedição de ofício ao MM. Juiz Federal para que inicie a execução provisória da pena”. Com a decisão, o petista pode voltar à cadeia da Lava Jato.

“Como sempre José Dirceu respeitará a decisão e se entregará espontaneamente”, afirma o criminalista, defensor de Dirceu.

Já condenado em uma primeira ação da Lava Jato a 30 anos, nove meses e 10 dias de reclusão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertinência a organização criminosa, Dirceu encontra-se em liberdade por decisão da 2.ª Turma do Supremo Tribunal Federal, que concedeu habeas corpus a ele para que a prisão não se dê antes do esgotamento da análise de recursos.

Também recorreram por meio de embargos infringentes neste outro processo e tiveram o pedido negado pelo TRF-4 o irmão de Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, e os sócios da construtora Credencial, Eduardo Aparecido de Meira e Flávio Henrique de Oliveira Macedo.

Segundo o Tribunal, o caso envolveu o recebimento de propina em contrato superfaturado da Petrobras com a empresa Apolo Tubulars, fornecedora de tubos para a estatal, entre 2009 e 2012.

Parte dos valores, que chegaram a R$ 7.147.425,70, foi repassada a Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, e parte a Dirceu, segundo a Lava Jato.

Para disfarçar o caminho do dinheiro, o ex-ministro e Luiz Eduardo teriam usado a empresa Credencial para receber valor de cerca de R$ 700 mil, “tendo o restante sido usado em despesas com o uso de aeronaves em mais de 100 voos feitos pelo ex-ministro”.

A condenação dos réus foi confirmada pelo tribunal em 26 de setembro do ano passado.

Fonte: Terra

Política

Conselho se manifesta contra vereadora Thanandra Sarapatinhas por ‘ofensas’ em redes sociais à Gerência de Zoonoses

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Piauí (CRMV-PI), emitiu uma nota de desagravo, acerca de comentários descritos como ofensivos, feitos pela vereadora Thanandra Sarapatinhas, através de redes sociais, sobre o Centro de Zoonozes.

A nota, assinada pelo presidente do CRMV, Anísio Ferreira Lima Neto, contesta o posicionamento da vereadora e expõe que “ofensas” proferidas por ela, em relação ao trabalho realizado no Centro, “causaram profundos danos à imagem e à reputação dos profissionais da medicina veterinária”.

Leia na íntegra:

NOTA DE DESAGRAVO PÚBLICO

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Piauí (CRMV-PI), neste ato representado por seu Presidente, Méd. Vet. Anísio Ferreira Lima Neto, em cumprimento ao art. 7°, inciso III, do Código de Ética Profissional do Médico Veterinário, aprovado pela Resolução n° 1138, de 16 de dezembro de 2016, vem a público apresentar DESAGRAVO à Vereadora Thanandra Sarapatinhas, em razão de ataques em redes sociais à Gerência de Zoonoses (Gezoon) de Teresina e aos profissionais da medicina veterinária.

É imprescindível ressaltar que a Gezoon é um órgão de saúde pública que zela pela saúde única, que engloba a saúde humana, animal e ambiental, atuando no controle de zoonoses (doenças que podem ser transmitidas de animais para seres humanos) e na prevenção de epidemias.

Diante disso, as ofensas proferidas pela Vereadora Thanandra Sarapatinhas em redes sociais causaram profundos danos à imagem e à reputação dos profissionais da medicina veterinária que desempenham o valoroso serviço para o controle das zoonoses na capital do estado.

Ofensas dessa natureza podem e devem ser repudiadas pelo CRMV-PI, a quem compete envidar todos os esforços para coibir qualquer desrespeito a um órgão que garante o bem-estar de animais e da população.

Diante do exposto, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Piauí, no uso de suas atribuições, torna público o desagravo em favor dos profissionais veterinários e da insigne Gerência de Zoonoses de Teresina.”


Indicação feita pela vereadora

A vereadora é responsável pela indicação do novo gerente da Gerência Executiva de Controle de Zoonoses, o médico veterinário Paulo Marques Costa. Sua nomeação foi publicada no Diário Oficial do Município de Teresina no dia 07 de janeiro.

Polêmica sobre morte de cães

Sarapatinhas ganhou notoriedade na mídia após expor o caso da morte de animais em seu abrigo. Na época, a vereadora acusou uma vizinha, de ter envenenado seus cachorros, chamados de Lua e Piranhão.

Uma reviravolta, no entanto, deu outro rumo ao caso. De acordo com a Delegada Edenilza Viana, imediatamente, à denúncia de suposto envenenamento, o animal foi periciado no Centro de Zoonoses, sendo feito necropsia, onde houve sugestão de intoxicação exógena, apontando necessidade de exame toxicológico. Também foram realizadas buscas na casa da suposta acusada, onde foi apreendido frascos, que foram analisados para saber se eram de fato veneno e se havia correlação com a morte da cadela. Após periciados, foi apontado que havia a presença de material pó conhecido como carbaril. 

Segundo o Instituto de Criminalística do Piauí, em parceira com o Instituto de Criminalística do Maranhão, que fez o laudo toxicológico na cadela Lua, não detectou substância tóxica (veneno) no animal, nem nenhum envenenamento por carbaril, o que descarta que a substância encontrada na casa da suposta acusada teria relação com a causa da morte do animal. 

 De acordo com os autos do inquérito, também foi juntado laudo toxicológico particular, realizado pela tutora do animal. Ambos os laudos corroboraram para comprovação que a cadela não foi intoxicada por nenhum pesticida, apenas foi detectado elemento químico o metal chumbo.  

“Nós concluímos o inquérito sem indiciar a suposta autora, porque segundo as investigações, não foi provada a participação daquela na morte do animal, nem foi achado no corpo da cadela o veneno carbaril. A suposta intoxicação por chumbo, apontada em laudo particular, não tem nenhuma relação com o veneno carbaril, nem com o veneno popularmente conhecido como chumbinho: Carbaril e o veneno conhecido como chumbinho não tem o metal chumbo em suas composições.”, disse a delegada ao fim do inquérito. 

Após isso, por meio de sua assessoria jurídica, divulgou uma nota informando que iria recorrer do inquérito e uma polêmica com a delegada se iniciou.

Nas redes sociais, Edenilza Viana foi acusada de ter ‘manipulado’ o caso por interesses políticos. Isso aconteceu pelo fato da delegada ser irmã da esposa do ex-vereador, Dr. Lázaro (Patriota), que ficou sem mandato com a vitória de Thanandra.

Nas publicações, simpatizantes da vereadora apontam que a delegada estaria negligenciando provas e fatos sobre o ocorrido. Edenilza, no entanto, negou as acusações e afirma que agiu de forma imparcial e sem nenhuma motivação política. A delegada ainda explicou que todo o inquérito foi concluído antes das eleições.

Atualmente, apenas o caso da morte do cachorro Piranhão (também suspeito de envenenamento) aguarda conclusão. Conforme repassado pela polícia, falta apenas uma perícia para que o inquérito seja finalizado.

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Política

Bolsonaro pede ‘calma’ a quem acusa o governo de estar atrasado na vacinação

Laurivânia Fernandes

Publicado

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Foto: Getty Images


Acompanhado do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o presidente Jair Bolsonaro pediu “calma” na noite desta quinta-feira, 14, para a população sobre o início da vacinação contra a covid-19. Em transmissão ao vivo nas redes sociais, o chefe do Executivo negou que o governo e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estejam atrasando o processo de imunização. “Alguns reclamam que o Brasil está atrasado, o governo está atrasando, o governo não tomou providência para a vacinação: calma”, disse.

Bolsonaro rebateu críticas sobre ser chamado de “genocida” por conta da demora do início da imunização. Segundo ele, o País não é uma “republiqueta”, onde se pode fazer “negociatas” para aquisições. “Não é assim que funciona”, disse.

Na transmissão ao vivo, Pazuello afirmou querer muito “que dê certo” a aprovação de uso emergencial de vacinas em análise pela Anvisa, independentemente do imunizante. A expectativa do governo é que no próximo domingo (17) a agência regulatória conclua a análise de pedidos de registro. Bolsonaro disse, contudo, que não cobrará o órgão caso a análise demore mais do que isso. A Anvisa analisa a certificação das vacinas produzidas pelo Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac e do imunizante da AstraZeneca/Oxford, distribuído pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Sobre a eficácia da vacina do Butantan, a Coronavac, Pazuello afirmou que “não há problema algum”. O imunizante apresentou eficácia geral de 50,38%, segundo informou o governo de São Paulo. “Quando a gente observa o que quer dizer a eficácia, que existe uma regra clara da eficácia mínima e do que a vacina pode nos dar de positivo, não há problema algum com relação à eficácia com relação à eficácia se nós olharmos por esse ângulo”, afirmou o ministro em referência à Coronavac.

Pazuello voltou a dizer que a melhor aposta para vacinar a população brasileira é a produção própria de imunizantes. Ele reiterou que o início da campanha ocorrerá neste mês e que o País deve ultrapassar outros países quanto ao número de vacinados. “Quando nós entrarmos em fevereiro com a nossa produção em larga escala e com o nosso PNI (Plano Nacional de Imunização), que tem 45 anos, nós vamos ultrapassar todo mundo, inclusive os Estados Unidos”, declarou.

Sobre a distribuição do imunizante, o presidente reforçou que a vacina será gratuita e voluntária pois “afinal de contas é algo emergencial, não tem comprovação”. Ele estimou que cerca de 100 milhões de brasileiros serão vacinados. Bolsonaro também repetiu sua defesa sobre o tratamento precoce da covid-19. Ele citou ainda que “idiotas sem caráter” o acusam de lucrar com a propaganda da hidroxicloroquina, medicamento sem eficácia comprovada contra a doença.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Política

Bolsonaro pediu a Guedes demissão do presidente do Banco do Brasil, informa Planalto

Laurivânia Fernandes

Publicado

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Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Secretaria de Imprensa da Presidência da República informou nesta quinta-feira (14) que o presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro da Economia, Paulo Guedes, a demissão do presidente do Banco do Brasil, André Brandão. 

Segundo informou a secretaria, não há comunicado oficial da demissão porque o ministro busca reverter o pedido. 

O pedido de demissão foi motivado, segundo a secretaria, pelo anúncio de fechamento de cerca de 200 agências e do plano de reestruturação que prevê um programa de demissão voluntária com o objetivo cortar 5 mil vagas. Bolsonaro não concordou com as medidas.


O Banco do Brasil informou ao mercado por meio da divulgação de “fato relevante” à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) não ter recebido nenhuma comunicação formal por parte do “acionista controlador” (o governo federal) sobre decisão a respeito da demissão da instituição. 

De acordo com o blog da Ana Flor, Bolsonaro se irritou com o anúncio, feito no início desta semana, do fechamento de agências e do programa de demissão voluntária. 

Segundo informou ao blog de Valdo Cruz um auxiliar presidencial, Bolsonaro pressiona para que o plano seja suspenso, ou pelo menos adiado, a fim de evitar influência nas eleições dos novos presidentes da Câmara e Senado — Bolsonaro apoia Arthur Lira (PP-AL) na Câmara e Rodrigo Pacheco (DEM-MG) no Senado. 

Parlamentares estão reclamando, de acordo com o blog, do fechamento de agências em suas bases eleitorais. 

Nesta quinta (14), apesar do fato relevante encaminhado pelo banco ao mercado, informou o blog de Valdo Cruz, a situação de André Brandão permanecia indefinida. 

André Brandão tomou posse na presidência do banco em setembro do ano passado egresso do grupo HSBC, onde foi presidente. Ele tem mais de 20 anos de atuação no mercado financeiro. 

No HSBC, começou a atuar no final de 1999, na área de renda fixa, vendas e câmbio. Em 2001, assumiu o cargo de diretor de tesouraria, e posteriormente, foi promovido a diretor-executivo de tesouraria. Ele também atuou como diretor da área de mercado do banco para toda a América Latina, antes de chegar à presidência, em 2012. Além do HSBC, já trabalhou também no Citibank, entre São Paulo e Nova York.

Reestruturação do BB 

O Banco do Brasil anunciou na segunda-feira (11) a abertura de dois programas de demissão voluntária com a previsão de adesão de cerca de 5 mil funcionários. 

O banco anunciou ainda o fechamento de 361 unidades (112 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento) no primeiro semestre deste ano. 

As chamadas modalidades de desligamento incentivado voluntário aos funcionários são as seguintes: 

  • Programa de Adequação de Quadros (PAQ), a fim de otimizar a distribuição da força de trabalho, equacionando as situações de vagas e excessos nas unidades do banco. Além da opção de desligamento, o PAQ incentiva movimentações laterais para unidades onde existam vagas.
  • Programa de Desligamento Extraordinário (PDE), disponível a todos os funcionários do BB que atenderem aos pré-requisitos e é específico para o incentivo ao desligamento, com limite de 5 mil adesões.

O Banco do Brasil anunciou que a reorganização da rede de atendimento, incluindo o fechamento de unidades, deve trazer uma economia líquida anual estimada com despesas administrativas de R$ 353 milhões em 2021 e R$ 2,7 bilhões até 2025. 

O objetivo do fechamento das unidades, segundo o banco, é trazer mais eficiência à rede de atendimento, propiciar recursos para abertura das unidades de atendimento especializado e melhorar a experiência do cliente.

Fonte: G1

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