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Política

Parecer favorável ao decreto de armas é derrotado na CCJ do Senado

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Por 15 votos a favor e 9 contrários, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou nesta quarta-feira (12/06/2019) o parecer do senador Marcos do Val (Cidadania-ES), que defende a manutenção da decreto das armas do presidente Jair Bolsonaro (PSL). A votação ocorreu de forma nominal. Após a derrota do governo, a comissão aprovou um requerimento de urgência para que o parecer siga para o Plenário da Casa.

A comissão passou também a analisar dois outros votos em separado contrários ao decreto presidencial que flexibiliza o porte e a posse de armas e que, no entendimento da maioria dos senadores, fere o Estatuto do Desarmamento.

O líder do PSL no Senado reagiu à perspectiva de derrota. prevendo a derrota do parecer do senador Marcos do Val (Cidadania-ES), a favor do decreto das armas do presidente Jair Bolsonaro (PSL), disse que com a derrubada da medida será comemorada por facções criminosas.

“Hoje, com isso aqui, vai cair o decreto. Vai ser festa na quebrada. É festa das facções. É a liberdade total. É a certeza de que o cidadão não vai pode ser defender”, considerou o senador durante a reunião da comissão que discute o assunto.

Relator
O Metrópoles revelou que o relator do projeto, senador Marcos do Val (Cidadania-ES), favorável ao projeto, não tinha esperanças que ele fosse aprovado na CCJ do Senado. Na última semana, os senadores Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) e Fabiano Contarato (Rede-ES) já apresentaram votos em separado ao de Marcos do Val (Cidadania-ES), relator do projeto. Do Val é favorável ao PL, enquanto Rêgo e Contarato foram contrários. Do Val acredita, no entanto, que a decisão pode ser alterada. “Acreditamos que isso pode ser revertido no Plenário depois”, afirmou o senador.

Denúncias contra Moro
O decreto presidencial que facilita a posse de armas enfrentava críticas dos parlamentares desde a sua edição. Até mesmo partidários do governo de Jair Bolsonaro, como membros da bancada evangélica, se mostravam refratários à ideia.

Nesta semana, com a revelação de diálogos do ministro Sergio Morodando supostas orientações ao coordenador da força tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, o clima azedou para o governo.

Receoso do teor dos questionamentos que irá enfrentar, Onyx Lorenzoni decidiu colocar em campo uma articulação para não ir na sessão da CCJ. Fontes do Planalto avaliam que, durante a reunião, a oposição pouco lembrará do decreto de armas e usará o espaço para atacar o governo federal e o ministro da Justiça.

Fonte: Metrópoles

Política

Após acordar ensanguentada e com fraturas, Joice Hasselmann aciona Depol

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Foto: Reprodução

A deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo de Jair Bolsonaro no Congresso, está com diversas fraturas e hematomas espalhados pelo corpo e não sabe dizer ao certo como os ferimentos ocorreram. Joice diz ter acordado no último domingo, 18, no chão do seu apartamento funcional, em Brasília, no meio de uma poça de sangue, com frio e muitas dores pelo corpo.

“Eu cheguei a pensar que tivesse tido um pequeno AVC (acidente vascular cerebral) ou algo assim”, afirmou a deputada ao Estadão/Broadcast Político. Do chão, ela conseguiu chamar o marido – o neurocirurgião Daniel França, que estava no apartamento, mas tinha dormido em outro quarto – para socorrê-la e prestar os primeiros socorros.

Nesta terça-feira, 20, Joice foi ao hospital fazer exames e descobriu diversos traumas pelo corpo – joelho, costela, ombro e nuca -, incluindo cinco fraturas na face e uma na coluna. Os médicos, segundo ela, descartaram a possibilidade de uma queda acidental. Joice acredita ter levado uma paulada na cabeça. “O galo na minha cabeça está muito grande”, contou.

A deputada desconfia ter sofrido um atentado dentro de sua casa e, por isso, acionou o Departamento de Polícia Legislativa (Depol) para abrir investigação sobre o caso. As imagens das câmeras de segurança do prédio devem ser analisadas.

Joice está tomando remédio para dores e recebeu o apoio da bancada feminina da Câmara. A segurança no apartamento foi reforçada. “Estou com dois homens armados aqui, uma faca do meu lado e mandei liberar minha pistola”, disse ela. “Eu vou descobrir o que aconteceu comigo, sim. Já investiguei o gabinete do ódio na CPI das Fake News e isso também vou descobrir”.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Política

Presidente Bolsonaro confirma que Ciro Nogueira assumirá Ministério da Casa Civil

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O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) confirmou nesta quinta-feira (22/07), a indicação do senador Ciro Nogueira (PP), ao Ministério da Casa Civil.

A informação foi repassada pelo próprio presidente, em entrevista à Rádio Banda B.

Ainda, segundo o presidente, o anúncio oficial e a posse de Ciro devem ocorrer na próxima semana, após o senador retornar da viagem ao México. 

“Conversei com ele e ele aceitou. É uma pessoa que eu conheço há muito tempo. Ele está em recesso, chega em Brasília segunda-feira, converso com ele, acertamos os ponteiros. E a gente toca o barco. […] A Casa Civil é o ministério mais importante dos nossos, que trata, inclusive, da coordenação entre os ministérios. É uma pessoa que nos interessa pela sua experiência e que pode fazer um bom trabalho”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro também confirmou a recriação do Ministério do Trabalho, que se chamará Ministério do Emprego e Previdência. O atual ministro da Secretaria Geral, Onyx Lorenzoni, será o titular do novo ministério e o atual chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, assumirá a Secretaria Geral.

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Política

PP deve filiar mais dois ministros de Bolsonaro

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Foto: Alan Santos/PR

O Progressistas (PP) negocia a filiação de mais dois ministros do governo Bolsonaro. Os titulares das Comunicações, Fábio Faria, da Agricultura, Tereza Cristina, negociam a adesão ao partido.

Atualmente, Faria é filiado ao PSD e a titular da Agricultura está nas fileiras do DEM. As informações do analista de política da CNN Caio Junqueira.

Presidente nacional da legenda, o senador Ciro Nogueira (PI) é o favorito para assumir a chefia da Casa Civil a partir da próxima semana. A reforma ministerial é esperada para acontecer na próxima segunda-feira (26).

De olho nas eleições de 2022, o PP também está na lista de partidos que conversam sobre a possibilidade de filiar o próprio presidente. A um ano e dois meses do primeiro turno do pleito, Bolsonaro permanece sem partido.

O presidente já foi filiado ao PP no passado e espera contar com o partido em seu plano de reeleição. Além do Progressistas, o PTB, o PMB e o Patriota estão entre as legendas que discutem receber a filiação de Jair Bolsonaro.

Fonte: CNN

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