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Política

Assis x Dudu: Confronto entre parlamentares pode marcar a eleição do diretório estadual do PT

Laurivânia Fernandes

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Em setembro a comitiva estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), irá realizar a eleição para eleger seu novo diretório. O atual presidente da sigla, deputado Assis Carvalho, pleiteia se manter no cargo, entretanto, o clima de confronto já se estabelece dentro da agremiação partidária, já que o vereador de Teresina Dudu, anunciou que também irá concorrer à presidência.

O vereador, que tem a pretensão de ser candidato a prefeito de Teresina em 2020, representa um grupo de lideranças insatisfeitas com a gestão de Assis Carvalho. Ele afirma que “não há uma determinação” sobre as eleições dentro do partido.

“Devo ser candidato a presidência do PT estadual. Inclusive, já informei essa decisão ao governador Wellington Dias, e ele achou salutar. Porque no PT, nós não temo um dono, não temos uma determinação de cima para baixo e quem elege a direção da presidência, são todos os filiados e se não houver entendimento, todos tem direito a concorrer”, disse o vereador.

Entretanto, a declaração dada pelo deputado Francisco Costa deixou claro que, o caso não é bem da forma como pensa o vereador. O parlamentar afirmou que houve uma conversa entre os deputados estaduais e disse, que a maioria deles está satisfeita com a gestão de Assis e defende sua permanência comando do PT no Piauí.

“Hoje, a maioria dos deputados que fazem parte da bancada do PT defendem a permanência de Assis na presidência estadual do partido. Estamos satisfeitos com a condução que ele (Assis) tem dado a partido. Eu particularmente defendo a permanência dele, porque acho que ele tem uma posição muito clara e focada nas necessidades da sigla, assim como a maioria da nossa bancada aqui na Alepi”, afirmou Costa.

Política

Senado aprova projeto que aumenta pena para fraude digital e furto de dados

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação/Agência Senado

O Senado aprovou um projeto de lei que aumenta a pena para quem cometer fraudes na internet ou com o uso de dispositivos eletrônicos. O texto foi aprovado em votação simbólica pelos senadores. A proposta agora segue para a Câmara dos Deputados.

A proposta de autoria do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) altera o Código Penal brasileiro -decreto-lei 2.848, de 1940- para acrescentar como furto qualificado as fraudes cometidas por meio de dispositivos eletrônicos (como caixas eletrônicas ou máquinas de pagamento), com ou sem violação de sistemas ou com “utilização de programa malicioso”.

“Eu só quero ressaltar que esse assunto tomou corpo na reunião de líderes exatamente pelo momento da pandemia. Só no auxílio emergencial foram 600 mil pessoas que sofreram fraudes; só no Whatsapp agora, 11 milhões. Então, é golpe todos os dias”, afirma o senador.

O texto original previa pena de quatro a oito anos para os autores da fraude. A proposta, no entanto, foi modificada pelo relator, senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL) e reduzida para de três a seis anos.

O texto ainda prevê acréscimo de um terço da pena para os casos em que as vítimas são pessoas idosas ou pessoas vulneráveis.

No entanto, o relator também alterou o texto original em relação a esse ponto para indicar que essa previsão de pena maior só será possível para os casos em que a circunstância -a vítima ser uma pessoa idosa- já ser de conhecimento do autor do crime.
O aumento de pena também vale para fraudes cometidas por meio de servidores situados no exterior.

“Os idosos são alvos fáceis, podendo se desfazer, de forma quase instantânea, de todo o provento recebido no mês. A mesma fragilidade acomete as pessoas ditas vulneráveis. Do mesmo modo, os crimes cometidos por servidores situados para além das fronteiras brasileiras são intrinsecamente mais graves, ante a dificuldade de sua apuração”, afirma o relator.


Fonte: Folhapress

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Eleições

DEM alerta que membros que contrariarem partido podem ser punidos: ‘nosso lado é o de Kleber’

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/YouTube


O presidente estadual do Democratas (DEM), Rooney Lustosa, reafirmou apoio ao candidato Kleber Montezuma (PSDB), com qual o partido firmou compromisso partidário desde o início das campanhas para o pleito municipal em Teresina.

Em nota encaminhada à imprensa, Rooney afirma que a sigla se manterá firme em prol da candidatura de Kleber e, alerta que os membros que optarem pela oposição, poderão ser punidos, com base no Estatuto Partidário. Cabe lembrar, que dois integrantes da agremiação já anunciaram suas adesões à campanha do emedebista, Dr. Pessoa, neste segundo turno. São eles: Tatiana Medeiros e Paulo Santos.

“Qualquer cidadão é livre para tomar suas decisões pessoais, todavia, precisa arcar com os desdobramentos. Neste sentido, o Democratas Piauí comunica que, os membros que optarem em contrariar com a orientação partidária, arcarão com as consequências do seu ato, seguindo assim o Estatuto Partidário”, diz trecho da nota.

Leia na íntegra:

O Democratas firmou um compromisso partidário, homologado através de convenção, com a candidatura majoritária do PSDB (Kleber Montezuma). Assim sendo, nos manteremos firmes ao acordo estabelecido.

Qualquer cidadão é livre para tomar suas decisões pessoais, todavia, precisa arcar com os desdobramentos. Neste sentido, o Democratas Piauí comunica que, os membros que optarem em contrariar com a orientação partidária, arcarão com as consequências do seu ato, seguindo assim o Estatuto Partidário.

Democratas é um partido que busca resgatar a si próprio e, sobretudo, resgatar a política legítima. Consideramos um ato desrespeitoso, a afronta à hierarquia e as determinações da agremiação. É sabido por todos que o DEMOCRATAS caracteriza-se por posições firmes e cristalinas, cujo nosso maior orgulho é: SEMPRE TER LADO. Nesse caso específico, o nosso lado é (Desde o início) o de Kleber Montezuma, candidato que se comprometeu encampar projetos e bandeiras de nossa agremiação, mas sobretudo, comprometeu-se em garantir e privilegiar, sempre, o mais puro e genuíno interesse público.

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Política

Grupo de deputados pedem saída de Eduardo Bolsonaro de comissão da Câmara

Laurivânia Fernandes

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Foto: Michel Jesus/Agência Câmara

Um grupo de parlamentares pede a destituição de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) da presidência da Comissão de Relações Exteriores da Câmara. O movimento acontece depois do último embate entre o filho do presidente da República Jair Bolsonaro e a China.

Em publicação feita na noite de segunda-feira, e apagada no dia seguinte, Eduardo destacava a adesão do Brasil ao programa americano Clean Network, descrito pelo deputado como “aliança global para um 5G seguro, sem espionagem da China”. Na terça-feira, a Embaixada da China em Brasília reagiu à acusação.

“O deputado Eduardo Bolsonaro vive cometendo desatinos e envergonhando o Parlamento perante parceiros históricos do Brasil, como a China. Não tem cabimento uma postura desse tipo vinda de um parlamentar que se diz presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara”, disse o vice-presidente do Cidadania, deputado Rubens Bueno.

O pedido tem apoio do presidente do grupo parlamentar Amizade Brasil-China, Daniel Almeida (PCdoB-BA). “Estamos fazendo um requerimento argumentando que o pensamento que ele expressa não corresponde ao da comissão nem ao da Câmara, portanto, ele está em desacordo com a função.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Estadão Conteúdo 

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