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Política

Átila dispara sobre governo Wellington: ‘Não comporta nem simpatizante, quanto mais ocupante’

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O deputado federal Átila Lira, deixou claro que espera apenas a abertura da janela partidária para deixar o PSB. Segundo o parlamentar, um dos principais motivadores para a sua saída é em relação a divergências políticas, em especial, no que diz respeito a questão da reforma da Previdência. O caminho mais provável de Átila, seria o do Democratas, com o qual já admitiu negociações, isso por conta de sua ligação com o presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia.

“Todos sabemos que o País está quebrado e que a reforma da Previdência é necessária. E de um lado temos o PSD contra a reforma e sem apresentar nenhuma proposta alternativa. Então nós temos esse embate. Mas o partido vai se reunir essa semana e também na outra, que vai sair o último relatório, e nós vamos discutir isso, porque metade do partido é favorável a reforma e a outra parte não. Sobre a ida ao DEM, é uma possibilidade. Atualmente tenho uma ligação muito grande com o Rodrigo Maia. É um partido que me alinha, do ponto de vista de pensamento”, disse Átila.

O deputado que hoje é oposição do governo do Estado, também falou sobre a aproximação entre Wellington Dias (PT), e Rodrigo Maia (DEM). Entretanto, apesar do fato, ele negou a possibilidade de ingressar na base do governo, caso se filie ao DEM e, falou da sobrecarga do governo com o grande número de aliados políticos.

“O deputado Rodrigo tem uma relação muito boa com os governadores, especialmente com Wellington, com quem ele dialoga muito. Inclusive, o governador do Piauí conversa muito com a equipe técnica da reforma da Previdência e ele vê realmente um apoio, porque os governadores do Nordeste tem uma organização própria e precisa estar dialogando com o governo e o Rodrigo é esse meio termo. Em relação a eu me aproximar do governo, isso não tem nem sentido. O que eu faço é apenas colaborar com questões de interesse em comum, por por ser coordenador de bancada e também querer o melhor para o estado. Até porque, o governo já está tão sobrecarregado, ele não comporta nem simpatizante, quanto mais ocupante. Nesse governo não tem mais lugar. Mas o governador é piedoso, gosta de dar uma proteção, uma atenção a essas pessoas, mesmo que não dê nada”, relatou o parlamentar.

Polêmicas sobre a possibilidade de filiação ao DEM

O ex-deputado Robert Rios afirmou que se Átila for para o DEM, ele sairá da sigla. O deputado, entretanto, respondeu a essa questão e afirmou que já conversou com o ex-parlamentar.

“Ele é do partido, faz parte do diretório municipal, eu já conversei com ele e perguntei porque essa rejeição. Mas ele alega que eu vou entregar o partido para Wellington Dias, e volto a afirmar que isso não existe. Eu sou um homem de bem e de respeito, não vou fazer loucura sem consultar os demais e, nem tenho simpatia nesse sentido. Falo também por Wellington, porque ele não quer um partido como o DEM que é de direita a seu lado”, disse.

Atenção do governo Bolsonaro para o Piauí

Átila Lira ainda comentou sobre projetos do governo Federal para o Nordeste, em especial para o Piauí. Segundo o deputado, Bolsonaro tem um plano para essa região, que será discutido após a aprovação da reforma da Previdência.

“O governo tem um plano para essa a região Nordeste. Esse plano está sendo construído e vai ser muito discutido no período pós-Previdência onde serão ouvidos governadores, deputados, lideranças empresariais e sociais de cada estado, para que ele possa atender aquilo que é essencial. É importante salientar que este governo não está parado. pelo contrári, no caso do Piauí, por exemplo, obras de engenharia que o DNIT está fazendo são obras reclamadas a muito tempo. Esses viadutos aqui em Teresina, as BR’s que serão duplicadas para Demerval Lobão e Altos, serão concluídas pelo governo Bolsonaro. Então, ele vai criar mecanismos para atender os estados, eles irão receber um financiamento por conta da participação na reforma da Previdência. Porque um governo não pode discriminar um estado apenas por ser de outro mais, ainda mais um estado pobre como PI”, concluiu.

Política

Bolsonaro diz que vai vetar fundão de R$ 5,7 bilhões e indica apoio a um valor de R$ 4 bilhões

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Após dizer que vetaria os R$ 5,7 bilhões destinados a campanhas políticas por meio do fundo eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (26) que pretende derrubar apenas o que considera um “excesso” no montante e indicou apoio a um valor menor, de R$ 4 bilhões.

A previsão do valor para campanhas políticas em 2022 foi incluída na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), durante a tramitação do texto na Câmara e no Senado. A LDO estipula as regras para elaboração do Orçamento, incluindo as previsões de receitas, despesas, e a meta fiscal. O Orçamento 2022 propriamente dito deve ser enviado pelo governo para apreciação do Congresso até 31 de agosto. 

“Vou deixar claro uma coisa. Vai ser vetado o excesso do que a lei garante. A lei, quase R$ 4 bilhões, o fundo. O extra de R$ 2 bilhões vai ser vetado. Se eu vetar o que está na lei, estou incurso na lei de responsabilidade. Espero não apanhar do pessoal como sempre”, disse Bolsonaro a apoiadores nesta manhã.

O valor de R$ 4 bilhões é o dobro do fundo eleitoral das eleições de 2020. 

Técnicos do Congresso ouvidos pela reportagem, no entanto, avaliam que o presidente não tem o poder de vetar trechos separados do mesmo dispositivo, eliminado apenas o “excesso”. Ou seja, Bolsonaro teria que derrubar integralmente o valor de R$ 5,7 bilhões e depois enviar um novo projeto estabelecendo os R$ 4 bilhões para o chamado Fundão. 

Ainda segundo os técnicos, caso o dispositivo seja vetado, não é preciso que a regra que destina verba ao fundo esteja inscrita na LDO. Basta que os R$ 4 bilhões, agora defendidos pelo presidente, sejam incluídos diretamente na Lei Orçamentária Anual (LOA). 

Fundão

A LDO foi aprovada no Congresso em 15 de julho, antes do recesso parlamentar. 

Em seu parecer, o relator, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), incluiu um dispositivo que prevê que, além de ser composto por uma parte das emendas de bancada estaduais, o fundo receberá 25% dos recursos que a Justiça Eleitoral teve em 2021 e terá em 2022. 

Segundo técnicos da Câmara e parlamentares, a redação permite que o fundo tenha montante de R$ 5,7 bilhões em 2022, ano de eleições presidenciais.

A quantia estipulada provocou críticas de alguns parlamentares e da sociedade civil, já que o valor é quase o triplo do que os candidatos receberam em 2020, quando foram distribuídos R$ 2 bilhões. 

Após a repercussão negativa, o presidente disse em mais de uma ocasião, durante a semana passada, que vetaria o montante. Agora, defende um veto parcial do valor. Bolsonaro não detalhou como pretende fazer a operação.

Fonte: G1

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Política

Avião com Ciro Nogueira apresenta problemas e reunião com Bolsonaro é adiada

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A reunião entre o senador Ciro Nogueira(PP-PI) e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), prevista para acontecer na tarde desta segunda-feira (26), foi adiada. O motivo do adiamento foi um problema técnico.

Segundo o jornal O Globo a aeronave decolou ontem da Cidade do México e deveria pousar hoje no aeroporto de Guarulhos, entretanto, precisou fazer um pouso de emergência no Panamá após sofrer uma pane.

Uma nova reunião deve ser marcada para esta terça-feira (27/07), ainda sem horário definido. A reunião desta tarde aconteceria para a definição do parlamentar no cargo de ministro-chefe da Casa Civil. 

Com a troca na Casa Civil, Ramos deve assumir a Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Onyx Lorenzoni. A Onyx teria sido prometido um novo ministério – fruto de um possível desmembramento da pasta da Economia que levaria à criação de um novo Ministério do Emprego e Previdência.

Com a indicação de Ciro à Casa Civil, Bolsonaro também tenta ter um novo interlocutor do Executivo com o Judiciáriodiante do desgaste na relação com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Na última semana, Bolsonaro passou a considerar o Partido Progressistas (PP), do qual Ciro Nogueira é presidente nacional, como uma possibilidade de filiação para uma provável disputa das eleições de 2022. 

Com informações da CNN

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Política

Senador debocha de Joice e diz que agressão foi por traição ou droga

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Na mesma live em que relativizou agressões a uma mulher, dizendo não saber o que ela fez para merecer apanhar, o senador Styvenson Valentim, do Podemos, debochou das agressões sofridas e denunciadas à Polícia Legislativa pela deputada federal Joice Hasselmann (sem partido).

“E aquela deputada feminista que apareceu com oito fraturas na cara agora, querendo livrar a cara do marido?”, perguntou o outro participante da live.

“Aquilo ali, das duas uma. Ou duas de quinhentos (Styvenson leva as mãos à cabeça, fazendo chifres) ou uma carreira muito grande (inspira, como se cheirasse cocaína). Aí ficou doida e pronto… saiu batendo em casa”.

Assista ao vídeo:

Fonte: Metrópoles

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