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Política

‘Falam o que não conhecem’ diz Charles da Silveira ao reagir a críticas do vereador Edson Melo

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O presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Charles da Silveira, se manifestou após a declaração do presidente municipal do PSDB, vereador Edson Melo, sobre reunião realizada com 13 vereadores da base aliada ao prefeito Firmino Filho (PSDB), na última sexta-feira (28/06).

Na oportunidade, Edson Melo afirmou que o fato de o gestor ter apoio dos parlamentares “não define nada” em relação ao pleito de 2020, ressaltando que não seria o momento para se definir uma candidatura.

Charles respondeu às declarações de Edson e, disse que não convidou os vereadores para falar sobre uma possível candidatura. O gestor ainda afirmou que alguns líderes da legenda falam ‘impropriedades pelo desconhecimento’.

“Li a manifestação do Vereador Edson Melo sobre reunião ocorrida com vereadores de Teresina. Constatei a manifestação de vários líderes do meu Partido realizadas de forma direta ou por prepostos. Infelizmente, falam sobre o que não conhecem e dizem impropriedades pelo desconhecimento”.

O presidente da FMS também relatou que no encontro foram tratados diversos assuntos da área da saúde, como projetos na área da Atenção Básica.

“Na referida reunião, foram tratados diversos assuntos da área da saúde, como projetos na área da Atenção Básica e, como os presentes eram parlamentares, era natural que falássemos sobre política também”.

Charles também se mostrou incomodado com as especulações e mandou um recado para os líderes de seu partido. “O Partido tem seu líder que conduzirá o processo eleitoral, entretanto, não venham me dizer o que posso e o que não posso fazer!”, finalizou.

Confira o pronunciamento de Charles: 

Li a manifestação do Vereador Edson Melo sobre reunião ocorrida com vereadores de Teresina. Constatei a manifestação de vários líderes do meu Partido realizadas de forma direta ou por prepostos. Infelizmente, falam sobre o que não conhecem e dizem impropriedades pelo desconhecimento. Não pedi, não convidei e não chamei nenhum vereador para tratar de eleição. Na referida reunião, foram tratados diversos assuntos da área da saúde, como projetos na área da Atenção Básica e, como os presentes eram parlamentares, era natural que falássemos sobre política também. Aos líderes do meu Partido, informo que não tenho como finalidade de vida ser candidato a Prefeito. Sou cônscio da importância da comunicação, de que política se faz com diálogo e sempre vislumbrei enquanto atributo pessoal a minha facilidade de dialogar com todos, inclusive com parlamentares. O Partido tem seu líder que conduzirá o processo eleitoral, entretanto, não venham me dizer o que posso e o que não posso fazer!

Política

Bolsonaro diz que vai vetar fundão de R$ 5,7 bilhões e indica apoio a um valor de R$ 4 bilhões

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Após dizer que vetaria os R$ 5,7 bilhões destinados a campanhas políticas por meio do fundo eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (26) que pretende derrubar apenas o que considera um “excesso” no montante e indicou apoio a um valor menor, de R$ 4 bilhões.

A previsão do valor para campanhas políticas em 2022 foi incluída na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), durante a tramitação do texto na Câmara e no Senado. A LDO estipula as regras para elaboração do Orçamento, incluindo as previsões de receitas, despesas, e a meta fiscal. O Orçamento 2022 propriamente dito deve ser enviado pelo governo para apreciação do Congresso até 31 de agosto. 

“Vou deixar claro uma coisa. Vai ser vetado o excesso do que a lei garante. A lei, quase R$ 4 bilhões, o fundo. O extra de R$ 2 bilhões vai ser vetado. Se eu vetar o que está na lei, estou incurso na lei de responsabilidade. Espero não apanhar do pessoal como sempre”, disse Bolsonaro a apoiadores nesta manhã.

O valor de R$ 4 bilhões é o dobro do fundo eleitoral das eleições de 2020. 

Técnicos do Congresso ouvidos pela reportagem, no entanto, avaliam que o presidente não tem o poder de vetar trechos separados do mesmo dispositivo, eliminado apenas o “excesso”. Ou seja, Bolsonaro teria que derrubar integralmente o valor de R$ 5,7 bilhões e depois enviar um novo projeto estabelecendo os R$ 4 bilhões para o chamado Fundão. 

Ainda segundo os técnicos, caso o dispositivo seja vetado, não é preciso que a regra que destina verba ao fundo esteja inscrita na LDO. Basta que os R$ 4 bilhões, agora defendidos pelo presidente, sejam incluídos diretamente na Lei Orçamentária Anual (LOA). 

Fundão

A LDO foi aprovada no Congresso em 15 de julho, antes do recesso parlamentar. 

Em seu parecer, o relator, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), incluiu um dispositivo que prevê que, além de ser composto por uma parte das emendas de bancada estaduais, o fundo receberá 25% dos recursos que a Justiça Eleitoral teve em 2021 e terá em 2022. 

Segundo técnicos da Câmara e parlamentares, a redação permite que o fundo tenha montante de R$ 5,7 bilhões em 2022, ano de eleições presidenciais.

A quantia estipulada provocou críticas de alguns parlamentares e da sociedade civil, já que o valor é quase o triplo do que os candidatos receberam em 2020, quando foram distribuídos R$ 2 bilhões. 

Após a repercussão negativa, o presidente disse em mais de uma ocasião, durante a semana passada, que vetaria o montante. Agora, defende um veto parcial do valor. Bolsonaro não detalhou como pretende fazer a operação.

Fonte: G1

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Política

Avião com Ciro Nogueira apresenta problemas e reunião com Bolsonaro é adiada

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A reunião entre o senador Ciro Nogueira(PP-PI) e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), prevista para acontecer na tarde desta segunda-feira (26), foi adiada. O motivo do adiamento foi um problema técnico.

Segundo o jornal O Globo a aeronave decolou ontem da Cidade do México e deveria pousar hoje no aeroporto de Guarulhos, entretanto, precisou fazer um pouso de emergência no Panamá após sofrer uma pane.

Uma nova reunião deve ser marcada para esta terça-feira (27/07), ainda sem horário definido. A reunião desta tarde aconteceria para a definição do parlamentar no cargo de ministro-chefe da Casa Civil. 

Com a troca na Casa Civil, Ramos deve assumir a Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Onyx Lorenzoni. A Onyx teria sido prometido um novo ministério – fruto de um possível desmembramento da pasta da Economia que levaria à criação de um novo Ministério do Emprego e Previdência.

Com a indicação de Ciro à Casa Civil, Bolsonaro também tenta ter um novo interlocutor do Executivo com o Judiciáriodiante do desgaste na relação com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Na última semana, Bolsonaro passou a considerar o Partido Progressistas (PP), do qual Ciro Nogueira é presidente nacional, como uma possibilidade de filiação para uma provável disputa das eleições de 2022. 

Com informações da CNN

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Política

Senador debocha de Joice e diz que agressão foi por traição ou droga

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Na mesma live em que relativizou agressões a uma mulher, dizendo não saber o que ela fez para merecer apanhar, o senador Styvenson Valentim, do Podemos, debochou das agressões sofridas e denunciadas à Polícia Legislativa pela deputada federal Joice Hasselmann (sem partido).

“E aquela deputada feminista que apareceu com oito fraturas na cara agora, querendo livrar a cara do marido?”, perguntou o outro participante da live.

“Aquilo ali, das duas uma. Ou duas de quinhentos (Styvenson leva as mãos à cabeça, fazendo chifres) ou uma carreira muito grande (inspira, como se cheirasse cocaína). Aí ficou doida e pronto… saiu batendo em casa”.

Assista ao vídeo:

Fonte: Metrópoles

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