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Política

Governador empossa novos secretários de Governo e Segurança Pública

Redação Encarando

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O governador Wellington Dias empossou, nesta sexta-feira (29), Osmar Júnior para o cargo de secretário de Governo e Fábio Abreu, que retorna como secretário de Segurança Pública. A solenidade foi realizada no Palácio de Karnak. Na oportunidade, os empossados agradeceram ao chefe do Executivo pelo convite e destacaram as prioridades para as pastas. 

Dias agradeceu ao trabalho desenvolvido pelo ex-secretários e ressaltou a importância do diálogo com as lideranças políticas para que o Estado tenha as condições de avançar. “Preciso ter comigo quem está desde o nascedouro, tratando da organização necessária para cumprir aquilo que saiu do projeto da Assembleia. O objetivo era exatamente garantir que a gente pudesse ter as condições de dar essa largada. Quero agora dialogar com as lideranças estaduais que comigo compuseram essa vitória e têm a responsabilidade da governança. Vamos fazer isto nesse mês de abril e, nos próximos dias, também dar posse aqui nas áreas onde acontecerão mudanças”, esclarece.

O secretário Fábio Abreu iniciou sua fala agradecendo ao trabalho que o coronel Rubens Pereira desenvolveu ao longo destes meses à frente da Secretaria de Segurança Pública. O secretário empossado ressaltou ainda os seus compromissos para a gestão que se inicia. “É um prazer voltar a esta gestão e sabermos que nós temos profissionais de destaque nacional. Eu sempre acreditei e hoje isto é comprovado pelo aplicativo Salve Maria. Nós temos excelentes profissionais na Polícia Civil, Polícia Militar e essa equipe tem sim condições de se destacar muito mais. O nosso objetivo é buscar condições para que os nossos profissionais possam desenvolver o trabalho e a capacidade que têm. Esse será o nosso principal objetivo. Nossa ações serão voltadas e pautadas nessa valorização”, disse.

A prioridade desta gestão, segundo o secretário, será reduzir as atividades criminosas que mais prejudicam a população e estas serão combatidas por meio da parceria com a inteligência e a tecnologia. “O estado do Piauí está habilitado a receber estes recursos graças ao trabalho feito pela gestão anterior e ao governador, por liberar recursos para que este plano pudesse ser feito. E é em cima desse plano que pretendemos desenvolver o nosso trabalho. As ações que nós pretendemos realizar serão focadas naquilo que as pessoas mais reclamam que é a questão do pequeno roubo e do pequeno furto. Vamos utilizar os meios tecnológicos que temos disponíveis e buscar aperfeiçoá-los e a parceria com a inteligência. Não tenho dúvidas que nós vamos ter um avanço na questão que mais incomoda a nossa população”, disse Fábio Abreu.

O secretário de Governo Osmar Júnior reforçou a necessidade de redução de gastos para que o Estado não perca a sua capacidade de investimento. “Para este ano, o Estado tem a necessidade de uma política de contenção de gastos. O governador lançou um programa, extinguiu cargos, órgãos, no sentido de enxugar mais os gastos para garantir os serviços essenciais e não perder de vista investimentos que possam elevar o IDH”, declarou.  

Osmar agradeceu ao chefe do Executivo pela confiança e recordou do pleito que disputaram junto em 2002. “Confiança não é uma coisa que se compra ou se acha na rua. Ser escolhido para um cargo dessa responsabilidade, nesse momento da vida brasileira, representa, da parte do governador, uma confiança na minha capacidade de exercer as funções de secretário e fazer com responsabilidade e lealdade. Este é o compromisso que assumo. Fiquei feliz com a lembrança, quando a Vossa Excelência me trouxe do compromisso assumido lá em 2002, quando tive a honra de ser vice-governador na chapa liderada por Vossa Excelência. Naquela oportunidade, nós também vivíamos um momento de dificuldades no Brasil e conflito político aqui no Piauí. Mas o governador, ao formular as ideias para aquela campanha, chamou a atenção. A ideia de que ele não pensou em apresentar um plano com as grandes obras, ele escreveu lá que o propósito daquela campanha era  melhorar a vida do povo piauiense e assim nós assinamos”, finalizou.

Fonte: Ascom

Política

Lula diz que PT não precisa ser ‘cabeça de chapa’, mas faltam bons candidatos

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reuters

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta quinta-feira, 15, que o partido pode abrir mão de ser cabeça de chapa nas próximas eleições presidenciais, desde que se apresente uma candidatura com “mais fôlego que o PT”. O ex-presidente defendeu que haja uma aliança política, mas disse que ninguém pode vetar ninguém. “Quem tem que ter cabeça de chapa é quem tem maior possibilidade de ganhar as eleições”, afirmou.

Em entrevista à rádio O Povo CBN, Lula evitou colocar-se como candidato, mas afirmou estar à disposição para “brigar e tentar consertar o Brasil”. O petista também negou que seu discurso de “nós e eles” tenha sido responsável pelo início da radicalização nas disputas políticas do País. O argumento usado por Lula foi o de que após ser derrotado em três eleições (1989, 1994 e 1998) não houve radicalismo.

“Em nenhum momento em que eu perdi as eleições houve radicalidade. Onde é que houve radicalidade? Quando Aécio (Neves) perdeu. Quem radicalizou foram aqueles que se passavam por cordeiros. Aí radicalizaram, tentaram impedir a posse da Dilma. Entraram com recurso. Você viu alguma vez eu entrar com recurso contra o Collor de Mello, contra o Fernando Henrique Cardoso? Nunca. Eu perdia as eleições e fazia como o velho Brizola. Aliás, o Ciro poderia aprender com essa frase do Brizola. Cada vez que o Brizola perdia ele dizia: ‘Eu vou me recolher e lamber as minhas feridas'”, disse.

Momentos antes, Lula disse ter carinho e respeito pelo ex-governador Ciro Gomes (PDT-CE). Porém, na avaliação de Lula, o pedetista está fazendo uma inflexão política equivocada nas críticas à esquerda.

Sobre a constante cobrança de que o PT faça sua autocrítica, Lula afirmou que “não pode ser sua própria oposição”. “Se eu ficar fazendo a autocrítica que as pessoas querem que eu faça, não haverá tempo para que a oposição possa me criticar. Eu não posso querer ser a minha própria oposição”, afirmou o petista.

O ex-presidente repetiu o que tem dito desde sua primeira fala após o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anular as condenações impostas ao petista no âmbito da Lava Jato. Nesse sentido, disse que não quer discutir eleições em 2021, mas quer falar sobre vacinas para o povo brasileiro e ajuda emergencial para os milhões de brasileiros que estão passando fome. “Quem quiser resolver o problema do Brasil tem de colocar o pobre dentro do Orçamento”, afirmou.

Lula também reiterou a necessidade de se discutir política de crédito especial para os pequenos e médios empresários. Segundo ele, o Tesouro Nacional dispõe de recursos disponíveis para que o presidente Jair Bolsonaro amplie o valor da segunda rodada do auxílio emergencial para R$ 600 e para criar “uma política de crédito para o pequeno empresário”.

Lula também reiterou a necessidade de se discutir política de crédito especial para os pequenos e médios empresários. Segundo ele, o Tesouro Nacional dispõe de recursos disponíveis para que o presidente Jair Bolsonaro amplie o valor da segunda rodada do auxílio emergencial para R$ 600 e para criar “uma política de crédito para o pequeno empresário”.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Política

Após concretizar aliança com WD, ex-governador Wilson Martins, terá comando da Secretaria de Defesa Civil

O vice-prefeito de Teresina, Robert Rios, também esteve presente na reunião onde foi celebrado o acordo entre PT e PTB.

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação

O cenário de pandemia, não tem impedido que o governador Wellington Dias (PT), dê segmento às suas tratativas políticas. Muito pelo contrário, o clima pela busca de novas alianças, tem andado cada vez mais fervoroso.


Prova disso, é que nesta quinta-feira (15/04), Dias e o presidente estadual do PSB, ex-governador Wilson Martins, voltaram a selar um acordo político. O fato acontece após quase 8 anos de rompimento entre os partidos no estado.

Como nada acontece de forma despretenciosa, o chefe do poder Executivo estadual, deve entregar ao ex-governador a Secretaria de Defesa Civil. O entendimento foi aprovado pelo presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, e pelo governador de Pernambuco, Paulo Câmara.


Encontro ocorreu nesta quinta (15/04) — Foto: Divulgação

No encontro, também participaram o vice-prefeito de Teresina, Robert Rios, e de forma virtual, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara e o próprio presidente nacional do PSB.

Crítica a acomodações

Ao tomar conhecimento do encontro, o senador Ciro Nogueira (PP), usou o Twitter e afirmou que Dias tem usado o governo e fatiado cargos, como moeda de troca.

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Política

‘O mundo político do país errou’, diz Ciro Nogueira ao defender ampliação da CPI da Covid

O senador ainda disse que governadores ‘fizeram caixa’ com os recursos destinados para enfrentamento à Covid-19.

Laurivânia Fernandes

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Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O senador Ciro Nogueira (PP), concedeu entrevista à Folha de São Paulo, onde comenta sobre a gestão de Jair Bolsonaro (Sem Partido), no enfrentamento à pandemia. O parlamentar admitiu que o presidente cometeu erros, e elencou como estes, o fato de Bolsonaro ter minimizado a pandemia, afirmar que seria apenas uma ‘gripezinha’ e a negativa sobre o uso de máscara.

Apesar disso, Ciro afirma que a Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) da Covid, não passa de algo relacionado a interesses políticos e reitera que os erros dos governadores foram muito maiores que os do presidente.

“[A CPI] Não ajudará a frear o avanço do coronavírus. A população não está atrás de culpados, ela está atrás de se imunizar, ser bem tratada nos hospitais”, disse o senador, que seguiu afirmando que os erros de Bolsonaro serão avaliados pela população nas eleições do próximo ano.

O senador, que se mostrou contra à instauração da CPI “da forma como foi criada”, defende que o foco da mesma deveria ser voltado para os governadores, que segundo ele, receberam recursos e não teriam preparado os estados para a crise sanitária.

“Ninguém em sã consciência acha que o presidente vai tentar sabotar a vacinação. Se for esse o foco da CPI, vai começar de forma errada”, continuou Ciro.

Ao ser questionado sobre sua oposição à instauração da CPI, Ciro disse: “Esse é um tipo de discussão que não tem inocente. Os culpados são todos, inclusive o Congresso Nacional, que ainda não sancionou o Orçamento por conta de atrasos do ano passado. É o Governo Federal que errou nessa situação, os governadores que receberam recursos e não investiram, fizeram caixa, pode ter tido erro nas prefeituras. O mundo político do país errou até certo ponto, em não ter tomado as medidas corretas”.

Ciro, também respondeu se teme que o Progressistas seja apontado como cúmplice nas referidas falhas de Bolsonaro, que podem ser explanadas na CPI e garantiu:

”De forma nenhuma. O presidente teve muito mais acertos que erros nessa condução. Acredito que nós vamos ser reconhecidos. Assim, como fomos reconhecidos nas últimas eleições”, concluiu o senador.

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