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Política

Governador reage a discurso de Bolsonaro e diz que Piauí manterá isolamento

Laurivânia Fernandes

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O governador Wellington Dias (PT) reagiu ao pronunciamento oficial do Presidente Jair Bolsonaro, em cadeia nacional de rádio e televisão na noite dessa terça-feira (24). Em sua fala, o presidente criticou o que chamou de ‘confinamento em massa’ e pediu para que a ação fosse encerrada.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o governador Wellington Dias, afirma que o estado continuará com o isolamento social.

“Eu vejo o que acontece com outros países, com pessoas do Brasil e até do meu estado. São pessoas que ficam três, quatro semanas em uma UTI, e vejam, não se faz isso por conta de uma gripezinha. Aqui no Piauí, tive que adotar medidas duras, como por exemplo, suspender as cirurgias eletivas, aquelas que estavam já marcadas, segundo a orientação do ministro da Saúde, Mandetta, para garantir vagas para quem pudesse precisar, por conta do coronavírus (…)”.

O governador também destacou a importância de seguir as orientações dos cientistas e que o estado vai continuar seguindo as medidas de combate ao Covid-19.

“Eu quero pensar como liderança, em uma solução para vencermos, sim, o coronavírus no Brasil, para que o país possa contribir, inclusive com o mundo. Eu quero acreditar em Deus e ver que temos uma situação que a ciência conhece, e ao conhecê-la, eu quero seguir a ciência e cumprir todo o regramento. Sei que as pessoas nesse momento terão prejuízos, mas a vida humana está bem primeiro lugar. Cuidar fazendo isolamento social até onde for necessário”, disse o governador.

A fala do presidente repercutiu em todos os setores do país. Chefes de Executivos trocaram mensagens pelo WhatsApp e decidiram manter restrições nos estados como forma de conter o avanço da pandemia.

Dados do coronavírus

Até a noite de ontem, o Brasil havia registrado 2.271 casos confirmados de coronavírus, com 47 mortos.

No Piauí, a Sesapi informou que o número de casos confirmados também subiu, chegando a oito. Ainda há 160 casos suspeitos, mas 134 foram descartados no estado.

Política

Bolsonaro é aprovado por 49% e desaprovado por 44%, diz pesquisa

Karytha Leal

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Uma pesquisa realizada pelo PoderData, do jornal digital Poder360, mostra que o governo do presidente Jair Bolsonaro tem 49% de aprovação e 44% de desaprovação.

Segundo o levantamento, as taxas variaram dentro da margem de erro, de 2 pontos percentuais, em relação à pesquisa anterior, na qual 50% avaliavam positivamente o governo e 41% o rejeitavam.

O levantamento indica que, depois de ascender de abril até meados de agosto, as curvas de aprovação ao governo e ao desempenho individual de Bolsonaro (veja os resultados mais abaixo) se estabilizaram.

A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 16 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 459 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

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Eleições

TSE libera ferramenta para consulta de candidaturas nas eleições municipais

Laurivânia Fernandes

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Urna Eletrônica

Consultas por município e cargo, acesso à informações detalhadas sobre a situação dos candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador, que pediram registro para concorrer às eleições municipais de 2020 já estão disponíveis na plataforma DivulgaCandContas, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A ferramenta traz ainda todos os dados declarados à Justiça Eleitoral, inclusive informações relativas às prestações de contas dos concorrentes. As informações são da Agência Brasil.

O sistema é aberto a todos os cidadãos, sem necessidade de cadastro prévio ou autenticação de usuário. Na consulta, basta selecionar a unidade da federação no mapa ou a sigla do estado que quiser informações. Na página principal do sistema, o interessado encontrará o quantitativo total de candidaturas por cargo (prefeito, vice-prefeito e vereador). No mapa do Brasil, é possível filtrar a pesquisa clicando na unidade da Federação e depois no cargo desejado. Em seguida, aparecerá uma lista com todos os políticos que concorrem ao cargo no estado.

Selecionado o nome do candidato, é possível obter informações sobre o seu número, partido, composição da coligação que o apoia (se for o caso), nome que usará na urna, grau de instrução, ocupação, site do candidato, limite de gasto de campanha, proposta de governo, descrição e valores dos bens que possui, além de eventuais registros criminais.

Também é possível acompanhar a situação do pedido de registro e eleições anteriores das quais o candidato tenha participado.

A ferramenta é atualizada toda hora à medida em que chegam solicitações de registros à Justiça Eleitoral. No dia 26 de setembro, às 19h, termina o prazo para os partidos políticos e coligações apresentarem o requerimento de registro de candidatos e chapas à Justiça Eleitoral.

Caso os partidos políticos ou coligações não tenham requerido o registro de algum candidato escolhido em convenção, a data-limite para a formalização individual do registro perante o TSE ou algum TRE (Tribunal Regional Eleitoral) é o dia 1º de outubro, também até as 19h.
A situação do registro do candidato aparece ao lado da foto, além do tipo de eleição à qual ele está concorrendo e um guia sobre os termos, inclusive os jurídicos, utilizados para definir a situação dele perante a Justiça Eleitoral.

Quando o processo é registrado na Justiça Eleitoral, é informada a palavra “cadastrado” e, em seguida, “aguardando julgamento”. Isso significa que o candidato enviou o pedido de registro de candidatura, mas o pedido ainda não foi julgado, ou seja, o processo está tramitando e aguarda análise.

Após o processo ser apreciado, o registro pode ser considerado “apto” ou “inapto”. Caso o candidato não tenha nenhuma contestação e o pedido tenha sido acatado, a situação que aparecerá no sistema será “apto” e “deferido”.

Candidatos que aparecem como aptos, mas houve impugnações e a decisão é no sentido de negar o registro. Nesse caso, a situação será “apto”, e o complemento será “indeferido com recurso”.

Há ainda candidatos que apresentaram o registro e as condições de elegibilidade avaliadas foram deferidas pelo juiz e, no entanto, o MPE (Ministério Público Eleitoral) ou o partido recorreu da decisão. Nessa hipótese, a condição será “apto” e “deferido com recurso”.

Na situação de registro julgado como apto, ainda há possibilidades de situações como “cassado com recurso” ou “cancelado com recurso”. Isso ocorre quando o candidato teve o registro cassado ou cancelado pelo partido ou por decisão judicial, porém apresentou recurso e aguarda uma nova decisão.

Por fim, também consta do sistema a condição de “inapto”, com os complementos: “cancelado”, quando o candidato teve o registro cancelado pelo partido; “cassado”; “falecido”; “indeferido”, quando o candidato não reuniu as condições necessárias ao registro; “não conhecimento do pedido”, candidato cujo o pedido de registro não foi apreciado pelo juiz eleitoral; e “renúncia”.

O sistema também disponibiliza as informações relativas às prestações de contas dos candidatos das eleições. O usuário pode fazer a pesquisa das receitas dos concorrentes por doadores e fornecedores, além de acessar a relação dos maiores doadores e fornecedores de bens e/ou serviços a candidatos e partidos políticos.

A plataforma pode ser acessada através do seguinte endereço: http://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/.

Fonte: Folhapress

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Política

Firmino dispara sobre JVC: ‘Se comportou como um político pequeno’

Laurivânia Fernandes

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O prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), comentou as declarações do ex-senador João Vicente Claudino (PTB), durante convenção do PL, que homologou a candidatura de Fábio Abreu à Prefeitura de Teresina, nessa quarta (15). Em seu discurso no evento, o empresário afirmou que os partidos PP e PSDB, estariam antecipando a disputa eleitora de 2022.

“Eu acho que tem gente começando a campanha de 2022, em 2020. E eu discordo dessa estratégia. O que deve ser feito agora, é um balanço de como cada partido se saiu nas eleições de 2020, avaliar e projetar 2022, mas fazer as tomadas de posições e formar coligações, pensando na eleição seguinte, o PTB não agiu dessa maneira”, disse o ex-senador durante o evento.

O gestor da capital, que também buscou firmar uma aliança com JVC, foi duro nas críticas e afirmou que o empresário ‘se apequenou’, diante do cenário escolhido. “Ele [JVC] se apequenou no processo e nesse evento. Agora fica buscando desculpa de amarelo. Infelizmente saiu pela porta do fundo desse episódio”, disse o prefeito.

O prefeito seguiu sua fala afirmando que o ex-senador ‘se apequenou’ diante do exposto.

“Lamentamos isso pelo histórico dele. Ele se comportou como mais um politico pequeno da classe política do Piauí”, reiterou.

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