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Política

Dória e Bolsonaro trocam acusações durante reunião sobre o coronavírus

Laurivânia Fernandes

Publicado

em

- Governo do Estado de São Paulo e Marcos Corrêa/Presidência da República

O presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), trocaram acusações nesta quarta-feira (25) durante uma videoconferência com governadores da região Sudeste para discutir o combate ao coronavírus.

Bolsonaro tem realizado reuniões à distância com governadores das cinco regiões do país. Na segunda-feira (23), falou com mandatários do Norte e do Nordeste. Na terça (24), com os do Sul e do Centro Oeste.

Durante a reunião desta quarta, Dória disse que Bolsonaro deveria dar um exemplo de líder durante a crise e lamentou o pronunciamento desta terça em cadeia nacional, no qual o presidente criticou medidas de isolamento para evitar o avanço do vírus, ao contrário do que determinam as autoridades sanitárias.

“Na condição de cidadão, de brasileiro, e também de governador, início lamentando os termos do seu pronunciamento à nação. O senhor como presidente da República tem que dar o exemplo. Tem que ser mandatário para comandar, para dirigir, liderar o país, e não para dividir “, afirmou o governador.

Bolsonaro, na resposta, disse que Dória “apoderou-se” do seu nome para se eleger governador e que depois “virou as costas”, passando a atacar o governo federal.

“Subiu à sua cabeça a possibilidade de ser presidente da República. Não tem responsabilidade. Não tem altura para criticar o governo federal, que fez completamente diferente o que outros fizeram no passado. Vossa excelência não é exemplo para ninguém”, declarou.

Em outro momento da conversa, Doria disse que manteve divisas do estado, estradas e aeroportos abertos, bem como fábricas, que seguem as orientações sanitárias determinadas pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial de Saúde.

“Nós estamos preocupados com a vida de brasileiros dos nossos estados, preservando também empregos e o mínimo necessário para que a economia possa se manter ativa”, declarou.

Depois de finalizar sua fala, Bolsonaro passou a palavra ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que, segundo ele, também teria sido atacado pelo governador de São Paulo. O ministro pediu calma e equilíbrio.

“Volto a repetir, no momento onde se tem uma crise dessa proporção a primeira palavra que a gente precisa ter é clama e equilíbrio”, afirmou Mandetta.

Governadores

Após a reunião, Doria manteve as críticas a Bolsonaro. Nas redes sociais, o governador escreveu que a postura do presidente na conversa foi “decepcionante”.

“Presidente, no nosso estado temos 40 mortos por covid-19, dos 46 [mortos] em todo o Brasil. São pessoas que tinham RG, CPF, e familiares que continuarão sentindo sua falta. Não são mortos de mentirinha, presidente. E essa não é apenas uma ‘gripezinha'”, escreveu o governador.

Também na internet, o governador Wilson Witzel (PSL), do Rio de Janeiro, disse que mantém a determinação para a população do estado ficar em casa, ao contrário do que defende Bolsonaro.

“Peço mais uma vez ao povo fluminense: fique em casa. Siga as recomendações. Não queremos acabar com as empresas, exterminar empregos. Queremos preservar vidas”, afirmou Witzel. “Ressuscitar a economia a gente consegue. Ressuscitar quem morreu é impossível”, completou.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), criticou a posição de “confronto” adotada pelo presidente em relação aos governadores e garantiu que o Espírito Santo continuará seguindo o protocolo de quarentena pelos próximos dias até que a transmissão do coronavírus seja controlada e, assim, os estabelecimentos comerciais possam ser reabertos gradativamente.

“A palavra dele pode estabelecer o relaxamento das pessoas. Por isso eu faço um apelo: que a gente continue com os mesmos cuidados que temos até agora”, disse.

Fonte: G1

Política

‘Viveremos ainda o pior momento dessa doença’, diz Firmino Filho ao defender a continuação da quarentena

Laurivânia Fernandes

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Foto: Thais Souza/Portal Encarando

Nesse domingo (29), Teresina confirmou os dois primeiros óbitos causados pelo coronavírus. Trata-se de um casal de idosos com mais de 70 anos, que se infectaram após contato com o familiar diagnosticado com o vírus.

Em meio ao cenário, o prefeito de Teresina, Firmino Filho, fez um apelo aos teresinenses. Em vídeo publicado nas redes sociais, o gestor voltou a defender o isolamento e conclamou a população para que se mantenha em casa.

“Foram confirmados os dois primeiros óbitos em teresina, causados pelo Covid-19. Ambos tinham mais de 70 anos, mas certamente teriam muito tempo ainda. À família nosso abraço de solidariedade nesse momento tão difícil, Deus os conforte. Aos teresinenses, deixo o meu apelo mais forte do que nunca, estamos em uma guerra contra um exército invisível, lutamos pela nossa sobrevivência, nela só temos uma arma. Por isso peço às pessoas, fiquem em casa”, disse o prefeito de Teresina.

Firmino ainda destacou que esta será uma semana importante para o teresinense.

“Começaremos uma nova semana, e vamos enfrentar o maior desafio que Teresina já viveu. Agora, mais que nunca, é preciso ficar em casa. É uma questão de sobrevivência. Viveremos ainda o pior momento dessa doença. A vida está em suas mãos”, escreveu Firmino no post.

Avanço do coronavírus no Piauí

Segundo Fundação Municipal de Saúde (FMS) o número de casos confirmados na capital subiu para 14, mas ainda existem 341 sendo investigados e 168 casos suspeitos. 159 foram descartados.

Com as novas confirmações na capital, o número de casos em todo estado subiu de 11 para 16, com três mortes confirmadas pelo vírus, conforme boletim divulgado pela Sesapi na noite desse domingo (29).  Além de 213 casos suspeitos e 317 descartados.

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Política

Bolsonaro se reúne com ministros para definir pronunciamento

Laurivânia Fernandes

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Foto: Marcos Corrêa/PR

O Presidente Jair Bolsonaro participa neste sábado (28) de reunião com ministros, no Palácio da Alvorada, em Brasília, para discutir estratégias de combate ao novo coronavírus. Estão presentes os ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Também participa do encontro o secretário-executivo da Saúde, João Gabbardo, que garantiu na sexta-feira que a pasta vai continuar recomendando que a população evite aglomerações e outras medidas de isolamento, independente das posições do presidente da República.

Na pauta, a decisão sobre pronunciamento neste sábado em cadeia de rádio e televisão com medidas para o enfrentamento ao coronavírus no país. Bolsonaro tem defendido o isolamento vertical, ou seja, quarentena apenas para idosos e doentes crônicos, que fazem parte do grupo de risco da covid-19.

No último pronunciamento, na terça-feira (24), o presidente criticou o isolamento da forma em que está sendo realizado pelos estados e disse que a vida dos brasileiros deve continuar, para que os empregos sejam mantidos diante da pandemia de coronavírus. O que provocou reações e críticas nas redes sociais. 

O levantamento mais recente do Ministério da Saúde, da tarde desta sexta-feira (27), mostra que o país já registra 92 mortes e 3.417 casos.

Fonte: R7

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Política

Deputados pedem a Wellington e Firmino a reabertura do comércio

Laurivânia Fernandes

Publicado

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Foto: Divulgação/Alepi

Os deputados estaduais Henrique Pires (MDB) e Themístocles Filho (MDB) protocolaram nesta sexta-feira (27) um requerimento que pedem ao governador do estado, Wellington Dias (PT), e o prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), a reabertura do comércio com o máximo de 50% do quadro de funcionários.

O documento especifica a necessidade da abertura de estabelecimentos em detrimento do risco de caos social, que pode ser causado pelo desemprego.

Os setores nos quais os deputados defendem a abertura são: construção civil, material de construção, autopeças, lojas de conveniência, clínicas médicas e odontológicas, oficinas mecânicas, borracharias, restaurantes, escritórios de contabilidade e advocacia, lanchonetes, indústrias e agroindústrias.

Os deputados ainda afirmam que é possível reestabelecer as atividades, adotando medidas de segurança e proteção aos funcionários, além de cumprir regras de higienização e distribuição de materiais de segurança.

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