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Política

Bolsonaro se reúne com governadores e pede apoio para congelamento do salário de servidores

Laurivânia Fernandes

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O presidente Jair Bolsonaro participou de uma videoconferência nesta quinta-feira (21) com governadores para trata do enfrentamento da crise do coronavírus. Na abertura do encontro, ele afirmouo que deve sancionar nesta quinta o projeto de auxílio financeiro a estados e municípios.

Ao lado do presidente, no Palácio do Planalto, estavam os presidente de Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Os dois reforçaram a importância da ajuda aos estados e pediram união entre o governo federal e os estaduais no combate ao coronavírus.

Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Os dois reforçaram a importância da ajuda aos estados e pediram união entre o governo federal e os estaduais no combate ao coronavírus.

A reunião ocorreu em clima de harmonia entre os participantes, depois de atritos nos últimos dias. Desde o início da crise, Bolsonaro critica governadores por causa das medidas de isolamento tomadas para evitar o alastramento no vírus.

Nesta quinta, ele pediu consenso em torno da manutenção dos vetos dele ao projeto de auxílio financeiro aos estados. Um dos trechos vetados permitia reajuste a servidores no período da pandemia. O congelamento era uma contrapartida pedida pelo governo, mas o texto foi modificado no Congresso.

“Bem como nesse momento difícil que o trabalhador enfrenta, alguns perderam seus empregos, outros tendo salário reduzido, os informais que foram duramente atingidos nesse momento, buscar maneiras de, ao restringirmos alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem, isso tem a ver com servidor público da União, Estados e municípios, nós possamos vencer essa crise”, afirmou o presidente.

Bolsonaro disse ainda que o governo defende congelamento de salários de servidores até o ano que vem.

“O mais importante: se possível sair uma proposta aqui por unanimidade de nós, ao vetarmos quatro dispositivos, um que é de extrema importância, que esse veto venha a ser mantido por parte do parlamento. Porque é assim que vamos construir nossa política, nos entendendo cada vez mais”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro e Dória

A reunião ocorreu em clima de cordialidade, e no pronunciamento de todas as autoridades houve pedido de união e defesa do trabalho conjunto entre os poderes para enfrentamento da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus.

Essa cordialidade foi vista inclusive entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que vêm trocando ataques nos últimos meses e, numa reunião em março, chegaram a ter uma discussão acalorada.

“Quero exaltar e cumprimentar a forma com que essa reunião está sendo conduzida. O Brasil precisa estar unido para vencer a crise, ajudar e proteger a saúde dos brasileiros. O nosso foco neste momento é exatamente esse, proteger os brasileiros em todo o Brasil”, disse Doria na reunião desta quinta.

“Fico feliz, presidente Jair Bolsonaro, por perceber, em todas as intervenções feitas aqui, a começar da sua, depois Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e os dois governadores, Azambuja e Renato Casagrande, exatamente dentro dessa linha. Vamos em paz, presidente, vamos pelo Brasil e vamos juntos. É o melhor caminho e é a melhor forma de vencer a pandemia”, completou o governador de São Paulo.

Bolsonaro retribuiu a cordialidade.

“Senhor governador João Dória, obrigado pelas palavras, e parabéns pela posição de vossa excelência”, disse o presidente.

“O governo federal, ao lado aqui dos presidentes da Câmara e do Senado, se deus quiser sancionará hoje mesmo esse projeto, com vetos, os quais, segundo nosso entendimento e com toda a certeza da maioria senão totalidade dos senhores governadores, deve ser mantido. Isso é bom para todos nós”, finalizou Bolsonaro.

Maia

Em seu discurso, Maia defendeu o projeto de socorro aos estados e pregou a união entre estados, municípios e governo federal para o enfrentamento da crise.

“Esse projeto vem nessa linha, projeto construído no Congresso Nacional junto com governo federal, que hoje vem à sua sanção em um momento muito importante no enfrentamento à crise. A união de todos no enfrentamento à crise vai criar com certeza as condições para que nos segundo momento possamos tratar do pós-pandemia da recuperação econômica, da recuperação dos empregos”, disse o presidente da Câmara.

Alcolumbre

O presidente do Senado, em sua fala na abertura do encontro, alertou que os políticos e governantes têm responsabilidade de conduzir o país durante a crise da pandemia e também depois, quando, segundo ele, as desigualdades na sociedade devem aumentar.

“A gente tem que ter a consciência de que essa crise é sem precedente na nossa vida, mas seremos cobrados por qual atitude tomamos para enfrentar a dificuldade de saúde pública que já tirou a vida de 20 mil brasileiros, milhares perdendo a chance de um futuro promissor. Nós temos responsabilidade com 210 milhões de brasileiros. Após essa pandemia o nosso país terá muito mais desigualdade. Essa diferença nas classes sociais se ampliará. A gente precisa ter responsabilidade e compromisso público”, disse o presidente do Senado.

Fonte: G1

Política

Anonymous liga Flávio Bolsonaro ao assassinato de Marielle Franco

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reuters

Na madrugada desta quinta-feira (4), o grupo de hackers Anonymus divulgou supostos dados sobre o assassinato de Marielle Franco. Através de um perfil no Twitter, o grupo divulgou um link que aponta para o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) como mandante do crime.

“Não queremos trazer notícias não verdadeiras, não somos nenhum grupo iniciante e nem estamos com o propósito de fama, diferente de todos os grupos brasileiros, aqui nós apuramos os fatos e trazemos conforto e conhecimento sobre o que estão nos escondendo, aqui nós apoiamos todos, nós? Somos negros, asiáticos,  judeus, muçulmanos, lgbt, e toda classe oprimida e desfavorecida! Vocês não estão sozinhos, estamos com vocês”, publicou o grupo.

Além do texto explicando o motivo da suposta exposição, dados pessoais de pessoas confirmadas e outras supostamente envolvidas na morte da vereadora estão disponíveis, como CPF, número de cartão de crédito, filiação, telefones e endereço.

Segundo informações do jornal ‘O Dia’, o grupo de hackers apontou para Flávio Bolsonaro como o integrante da família presidencial que atua junto com uma milícia. A suposta prova seria um documento da Câmara, do deputado Rogério Correia (PT-MG), que pede uma investigação especial para apurar as ações criminosas das milícias do Rio de Janeiro.

“Estamos cansados, o povo clama por ajuda, será que poderíamos visualizar com mais profundidade e com mais precisão o caso do presidente? O que o senhor acha Presidente? Talvez surja provas que seu filho é corrupto, talvez esse ano, a favela vai se revoltar, policiais estão abusando de poder, e o sistema deixa!”, dizia mensagem dos hackers.

O Anonymous voltou a reforçar que são apartidários em busca de “justiça” pelas minorias. “Isso não é sobre ser de esquerda ou de direita, afinal somos contra qualquer sistema político”.

“Conclusão? Parece que a família bolsonaro é a mandante. Também parece que agora temos vários motivos para duvidar da postura do nosso querido presidente! #MarielleVIVE”, finalizou a postagem do grupo que se autodenomina Anonymous Brasil.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Política

Governo exonera novo presidente do Banco do Nordeste um dia após a posse

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/Casa da Moeda

Um dia depois de tomar posse como presidente do Banco do Nordeste (BNB), em Fortaleza, Alexandre Cabral será exonerado do cargo, informa fonte do Palácio do Planalto.

“Ele está cheio de problemas”, disse um importante auxiliar do presidente, sem explicitar que o maior problema de Cabral é ser alvo de investigação conduzida pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sob suspeita de irregularidades no período em que foi presidente da Casa da Moeda, em 2018, conforme revelou a edição desta quarta-feira (3) do jornal “O Estado de S. Paulo”.

O Banco do Nordeste divulgou comunicado no qual informou que, em reunião do conselho de administração da instituição na tarde desta quarta-feira, Alexandre Borges Cabral foi destituído do cargo de presidente e o atual diretor financeiro, Jorge Pontes Guimarães Júnior, nomeado interinamente para ocupar o posto.)

Cabral foi indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, na tentativa de evitar uma indicação do PL de Valdemar da Costa Neto. Assessores do presidente garantem que o nome não foi indicação política.

“A imprensa fala que é indicação do Centro Democrático – eu não mais falo em Centrão, que é muito pejorativo – e isso nos traz problemas, mas não foi”, afirmou o ministro da Secretaria de Governo (responsável pela articulação política do governo), general Luiz Eduardo Ramos.

Fonte: G1

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Política

Com saída de Montezuma, Kátia Dantas assume Secretaria de Educação de Teresina

Laurivânia Fernandes

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Com o afastamenso de Kleber Montezuma, que se despediu oficialmente da Secretaria Municipal de Educação (Semec) de Teresina, nesta quarta (03), Kátia Dantas, até então secretária executiva de Gestão da Semec, assumiu a pasta. A nova secretária, é pedagoga concursada da Rede Municipal, graduada em Direito, pós-graduada em Supervisão Escolar e mestranda em Políticas Públicas.

Kátia Dantas, também já atuou como assistente jurídica do Prefeito, da Secretaria Municipal de Governo, Fundação Wall Ferraz e Secretaria de Administração e Recursos Humanos. Sua trajetória na Semec começou em 2007, trabalhando diretamente em escolas, depois passou à coordenadoria de Contratos e Licitações, Assessoria Jurídica e Assessoria Técnica, até chegar ao gabinete como braço direito do secretário, na área de gestão.

Montezuma ocupou o posto de secretário por sete anos e, durante sua gestão, Teresina alcançou os melhores resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), se tornando a capital com melhor educação do país. Em reunião online com mais de 200 técnicos da Secretaria, ele agradeceu a dedicação dos servidores, que, junto com as equipes escolares, ajudaram a elevar a educação de Teresina ao primeiro lugar entre as capitais.

“O maior legado que deixo nesses anos como secretário é o caminho que trilhamos para chegar até aqui. E saio tranquilo, porque sei que temos na Educação de Teresina profissionais que amam o que fazem”, disse Montezuma.

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