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Política

Apreender celular de Bolsonaro pode ter ‘consequências imprevisíveis’, diz Heleno

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação/Presidência da República

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, afirmou nesta sexta-feira, 22, considerar “inconcebível” o pedido de apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro e que, caso aceito, poderá ter “consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”. 

A solicitação foi apresentada por parlamentares e partidos da oposição em notícia-crime levada ao Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do inquérito que apura suposta interferência do presidente na Polícia Federal. Nesta sexta-feira, 22, o ministro Celso de Mello, relator do caso, pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre assunto.

“O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência alerta as autoridades constituídas que tal atitude é uma evidente tentativa de comprometer a harmonia entre os poderes e poderá ter consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”, diz Heleno, em nota.

Os pedidos foram feitos pela deputada federal Gleisi Hoffman e pelo governador da Bahia, Rui Costa, ambos do PT, e pelas bancadas do PDT, PSB e PV.

Entre as medidas solicitadas nos requerimentos e encaminhadas para avaliação do Ministério Público Federal (MPF), estão o depoimento do presidente e a busca e apreensão do celular dele e de seu filho, Carlos Bolsonaro, para perícia. Caberá ao procurador-geral da República, Augusto Aras, analisar as notícias-crime e se manifestar sobre os pedidos. A decisão sobre permitir ou não a apreensão dos aparelhos, no entanto, será do ministro.

A intimação do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, da deputada Carla Zambelli (PSL) e do ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, incluindo devassa nos celulares dos dois últimos, também estavam entre as solicitações da oposição. As medidas, porém, já foram determinadas pelo decano e cumpridas pelos investigadores no âmbito do inquérito aberto no final de abril para apurar se o presidente tentou obter informações sigilosas de investigações conduzidas pela Polícia Federal que pudessem afetar seu núcleo familiar.

Fonte: Estadão Conteúdo

Política

Anonymous liga Flávio Bolsonaro ao assassinato de Marielle Franco

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reuters

Na madrugada desta quinta-feira (4), o grupo de hackers Anonymus divulgou supostos dados sobre o assassinato de Marielle Franco. Através de um perfil no Twitter, o grupo divulgou um link que aponta para o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) como mandante do crime.

“Não queremos trazer notícias não verdadeiras, não somos nenhum grupo iniciante e nem estamos com o propósito de fama, diferente de todos os grupos brasileiros, aqui nós apuramos os fatos e trazemos conforto e conhecimento sobre o que estão nos escondendo, aqui nós apoiamos todos, nós? Somos negros, asiáticos,  judeus, muçulmanos, lgbt, e toda classe oprimida e desfavorecida! Vocês não estão sozinhos, estamos com vocês”, publicou o grupo.

Além do texto explicando o motivo da suposta exposição, dados pessoais de pessoas confirmadas e outras supostamente envolvidas na morte da vereadora estão disponíveis, como CPF, número de cartão de crédito, filiação, telefones e endereço.

Segundo informações do jornal ‘O Dia’, o grupo de hackers apontou para Flávio Bolsonaro como o integrante da família presidencial que atua junto com uma milícia. A suposta prova seria um documento da Câmara, do deputado Rogério Correia (PT-MG), que pede uma investigação especial para apurar as ações criminosas das milícias do Rio de Janeiro.

“Estamos cansados, o povo clama por ajuda, será que poderíamos visualizar com mais profundidade e com mais precisão o caso do presidente? O que o senhor acha Presidente? Talvez surja provas que seu filho é corrupto, talvez esse ano, a favela vai se revoltar, policiais estão abusando de poder, e o sistema deixa!”, dizia mensagem dos hackers.

O Anonymous voltou a reforçar que são apartidários em busca de “justiça” pelas minorias. “Isso não é sobre ser de esquerda ou de direita, afinal somos contra qualquer sistema político”.

“Conclusão? Parece que a família bolsonaro é a mandante. Também parece que agora temos vários motivos para duvidar da postura do nosso querido presidente! #MarielleVIVE”, finalizou a postagem do grupo que se autodenomina Anonymous Brasil.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Política

Governo exonera novo presidente do Banco do Nordeste um dia após a posse

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/Casa da Moeda

Um dia depois de tomar posse como presidente do Banco do Nordeste (BNB), em Fortaleza, Alexandre Cabral será exonerado do cargo, informa fonte do Palácio do Planalto.

“Ele está cheio de problemas”, disse um importante auxiliar do presidente, sem explicitar que o maior problema de Cabral é ser alvo de investigação conduzida pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sob suspeita de irregularidades no período em que foi presidente da Casa da Moeda, em 2018, conforme revelou a edição desta quarta-feira (3) do jornal “O Estado de S. Paulo”.

O Banco do Nordeste divulgou comunicado no qual informou que, em reunião do conselho de administração da instituição na tarde desta quarta-feira, Alexandre Borges Cabral foi destituído do cargo de presidente e o atual diretor financeiro, Jorge Pontes Guimarães Júnior, nomeado interinamente para ocupar o posto.)

Cabral foi indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, na tentativa de evitar uma indicação do PL de Valdemar da Costa Neto. Assessores do presidente garantem que o nome não foi indicação política.

“A imprensa fala que é indicação do Centro Democrático – eu não mais falo em Centrão, que é muito pejorativo – e isso nos traz problemas, mas não foi”, afirmou o ministro da Secretaria de Governo (responsável pela articulação política do governo), general Luiz Eduardo Ramos.

Fonte: G1

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Política

Com saída de Montezuma, Kátia Dantas assume Secretaria de Educação de Teresina

Laurivânia Fernandes

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Com o afastamenso de Kleber Montezuma, que se despediu oficialmente da Secretaria Municipal de Educação (Semec) de Teresina, nesta quarta (03), Kátia Dantas, até então secretária executiva de Gestão da Semec, assumiu a pasta. A nova secretária, é pedagoga concursada da Rede Municipal, graduada em Direito, pós-graduada em Supervisão Escolar e mestranda em Políticas Públicas.

Kátia Dantas, também já atuou como assistente jurídica do Prefeito, da Secretaria Municipal de Governo, Fundação Wall Ferraz e Secretaria de Administração e Recursos Humanos. Sua trajetória na Semec começou em 2007, trabalhando diretamente em escolas, depois passou à coordenadoria de Contratos e Licitações, Assessoria Jurídica e Assessoria Técnica, até chegar ao gabinete como braço direito do secretário, na área de gestão.

Montezuma ocupou o posto de secretário por sete anos e, durante sua gestão, Teresina alcançou os melhores resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), se tornando a capital com melhor educação do país. Em reunião online com mais de 200 técnicos da Secretaria, ele agradeceu a dedicação dos servidores, que, junto com as equipes escolares, ajudaram a elevar a educação de Teresina ao primeiro lugar entre as capitais.

“O maior legado que deixo nesses anos como secretário é o caminho que trilhamos para chegar até aqui. E saio tranquilo, porque sei que temos na Educação de Teresina profissionais que amam o que fazem”, disse Montezuma.

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