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Política

Após divergência entre diretórios, deputados avaliam saída do PSB

Laurivânia Fernandes

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O clima não está dos melhores dentro do PSB. Após o deputado estadual Gustavo Neiva fazer críticas sobre a posição do diretório nacional em se aproximar do PT, as divergências entre os representantes do partido estão fazendo com que o parlamentar pense em se afastar da sigla. E não só ele, ao que tudo indica as saídas do ex-governador Wilson Martins, que preside o partido a nível estadual, e do deputado federal, Àtila Lira, também é uma questão de tempo.

Ao comentar o assunto, Gustavo Neiva deixa claro que a ideia é manter o grupo unido, “seja no PSB ou em outro partido”. O parlamentar também confirma que já recebeu convites de outras legendas.

“Todas as nossas decisões precisam ser tomadas em conjunto, e nós conversamos nesse sentindo. Se ficarmos ou sairmos, vamos seguir unidos. Temos convites de outros partidos e manteremos o diálogo”, disse Gustavo Neiva. 

Sobre o caso, Messias Júnior, que é membro do diretório nacional do PSB, comentou as críticas realizadas pelo deputado estadual. O representante do partido afirmou que não existe incoerência na decisão de apoiar o PT. E rebateu, dizendo que o diretório nacional nunca interferiu nas decisões tomadas pelos membros da executiva estadual.

“Não há incoerência, o PSB sempre teve liberdade no Piauí. A direção nacional nunca proibiu o PSB do Piauí fazer oposição ao Governo Wellington Dias e sempre deu liberdade para decidirem qual o caminho seguir”, afirmou.

Política

Ciro Nogueira é reconduzido à presidência nacional do Progressistas

Laurivânia Fernandes

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O senador Ciro Nogueira foi reconduzido à presidência nacional do Progressistas durante a Convenção do partido que ocorreu de forma virtual, nesta quinta-feira (22/04).

O senador, que seguirá no comando nacional da sigla por mais dois anos, comentou sobre desafios e destacou estratégias para manter os trabalhos, segundo ele, com foco no desenvolvimento do país.

“Foi uma convenção diferente, realizada de forma virtual, em respeito ao momento de pandemia que vivemos. Agradeço aos nossos companheiros de legenda pela confiança em meu trabalho. Assim como afirmei durante a reunião, os desafios são grandes, mas nosso partido tem respondido à altura e tem avançado. Vamos continuar movidos pela esperança de dias melhores, fazendo a nossa parte para a construção do futuro que queremos para o nosso país”.

Na próxima segunda-feira (26/04), o senador deve oficializar o lançamento de sua pré-candidatura ao governo do Piauí. 

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Política

Bolsonaro promete reduzir emissões e pede ‘justa remuneração’ por ‘serviços ambientais’ prestados pelo Brasil

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro prometeu nesta quinta-feira (22) adotar medidas que reduzam as emissões de gases e pediu “justa remuneração” por “serviços ambientais” prestados pelos biomas brasileiros. 

Bolsonaro deu as declarações ao discursar por vídeo na Cúpula de Líderes sobre o Clima, organizada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. 

Entre outros pontos, no discurso, Bolsonaro disse que o Brasil se compromete a: 

  • zerar até 2030 o desmatamento ilegal;
  • reduzir as emissões;
  • buscar neutralidade climática até 2050, antecipando em dez anos.

>> Leia mais abaixo as metas anteriores do Brasil.

“À luz de nossas responsabilidades comuns, porém diferenciadas, continuamos a colaborar com os esforços mundiais contra a mudança do clima. Somos um dos poucos países em desenvolvimento a adotar e a refirmar a NDC transversal e abrangente, com metas absolutas de redução de emissões, inclusive para 2025, de 37%, e de 40% até 2030”, afirmou o presidente na cúpula. 

“Coincidimos, senhor presidente, com seu chamado ao estabelecimento de compromissos ambiciosos. Nesse sentido, determinei que nossa neutralidade climática seja alcançada até 2050, antecipando em dez anos a sinalização anterior”, completou. 

Em outro trecho, Bolsonaro declarou: “É preciso haver justa remuneração pelos serviços ambientais prestados por nossos biomas ao planeta como forma de reconhecer o caráter econômico das atividades de conservação.”

Ainda no discurso, Bolsonaro reafirmou “compromisso” com a eliminação do desmatamento ilegal até 2030, conforme o presidente já havia dito em uma carta enviada a Joe Biden. 

“Entre as medidas necessárias para tanto, destaco aqui o compromisso de eliminar o desmatamento ilegal até 2030 com a plena e pronta aplicação do nosso código florestal. Com isso, reduziremos em quase 50% nossas emissões até essa data”, declarou o presidente na cúpula desta quinta. 

Presença do ministro Salles

Bolsonaro participou da cúpula acompanhado de alguns ministros, entre os quais o do Meio Ambiente, Ricardo Salles, alvo de críticas de ambientalistas e de diversos setores da sociedade. 

Presidente do Conselho Nacional da Amazônia, o vice-presidente Hamilton Mourão não participou. Questionado sobre o assunto em uma entrevista, Mourão respondeu: “Se o presidente julgasse necessária a minha contribuição ele teria pedido, acho que ele não julgou necessário.” 

Nesta quarta (21), véspera da cúpula, um grupo formado por dezenas de empresários se reuniu por videoconferência com Ricardo Sallespara discutir a pauta ambiental do governo.

Fonte: G1

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Política

Bolsonaro participa de cúpula virtual sobre clima

Laurivânia Fernandes

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Foto: Getty Images

O presidente Jair Bolsonaro foi convidado a participar da Cúpula do Clima, evento virtual organizado pelo governo dos Estados Unidos, que começa nesta quinta-feira (22) e vai até amanhã (23). Bolsonaro faz parte de um grupo de 40 chefes de Estado e de governo, além de outras autoridades. 

Entre os convidados ao evento estão o papa Francisco e a indígena brasileira Sinéia do Vale. A cúpula antecede a 26ª Conferência sobre o Clima, a Cop26, a ser realizada em novembro em Glasgow, na Escócia. Um dos principais objetivos é impedir a elevação da temperatura média do planeta acima de 1,5 grau neste século.

Em carta enviada ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o presidente Jair Bolsonaro já se comprometeu a acabar com o desmatamento ilegal até 2030. Ele, inclusive, reconheceu o aumento das taxas de desmatamento a partir de 2012 e afirmou que o Estado e a sociedade precisam aperfeiçoar o combate a esse crime ambiental.

Na carta a Biden, além de definir metas e compromissos, Bolsonaro apontou as iniciativas feitas pelo Brasil para a preservação do meio ambiente, como projetos nas áreas de bioeconomia, regularização fundiária, zoneamento ecológico-econômico e pagamento por serviços ambientais.

Fonte: Agência Brasil

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