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Política

‘Não sou economista’, diz Bolsonaro após decisão de cancelar aumento do diesel

Laurivânia Fernandes

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Um dia após a Petrobras desistir de aumentar o preço do diesel, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que não defende práticas “intervencionistas” nos preços da estatal, mas pediu uma justificativa baseada em números. Bolsonaro disse que telefonou para o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco.

Liguei pro presidente, sim. Me surpreendi com o reajuste de 5,7%. Não vou ser intervencionista e fazer práticas que fizeram no passado, mas quero os números da Petrobras, tanto é que na terça-feira convoquei todos da Petrobras para me esclarecer por que 5,7% de reajuste, quando a inflação desse ano tá projetada para menos de 5%”, afirmou o presidente nesta sexta-feira (12), durante inauguração do novo terminal de passageiros no Aeroporto Internacional de Macapá.

“Se me convencerem, tudo bem, se não me convencerem tudo bem. Não é resposta adequada para vocês, não sou economista, já falei. Quem entendia de economia afundou o Brasil, tá certo? Os entendidos afundaram o Brasil”, completou Bolsonaro.

Ele disse que está preocupado com os caminhoneiros, que em maio do ano passado mantiveram bloqueios em rodovias por todo o país e causaram uma série de problemas de abastecimento. O principal motivo foi a alta do diesel.

“Estou preocupado com o transporte de cargas, com os caminhoneiros, são pessoas que fazem o transporte de cargas, de riquezas, Norte a Sul, Leste a Oeste e tem que ser tratado com o maior carinho e consideração. Nós queremos um reajuste, reajuste não, um preço justo para o óleo diesel”, afirmou.

Recuo por decisão do presidente

Nesta quinta (11), a Petrobras anunciou que aumentaria em 5,74% o preço do diesel nas refinarias, que passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662 nesta sexta. No mesmo dia, recuou da decisão por determinação de Bolsonaro. O valor de R$ 2,1432 é o mesmo praticado desde 22 de março.

Em comunicado, a companhia informou que “em consonância com sua estratégia para os reajustes dos preços do diesel divulgada em 25/3/2019, revisitou sua posição de hedge e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel”.

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse na quinta que o diesel é importante para os caminhoneiros e afirmou, ainda, que um reajuste maior seria um “solavanco” na economia.

Reajuste mais longo

Em 26 de março, a companhia anunciou que os preços do diesel passariam a ser reajustados por períodos não inferiores a 15 dias. Com isso, a companhia abandonou, somente para o diesel, o formato usado desde 3 de julho de 2017 que previa reajustes com maior periodicidade, inclusive diariamente.

No fim do ano passado, o governo anunciou o fim do programa de subsídios lançado após a greve dos caminhoneiros. A proposta tinha sido criada como uma resposta ao movimento grevista.

Fonte: G1

Eleições

Candidato a vereador de Teresina diz que pretende dividir mandato com co-vereadores

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação

O candidato a vereador de Teresina, Messias Júnior (Solidariedade), afirma que vai implantar o mandato compartilhado ela capital. Porta-voz do Coletivo Mais Cidadania, Messias pretende dividir o mandato com co-vereadores, para, segundo ele, aproximar o teresinense das decisões políticas


“No mandato compartilhado o representante tem por dever abrir o gabinete e garantir a transparência em todas as ações e decisões de forma simples e acessível para toda a comunidade. Depois de eleito, o grupo compartilha a gestão e votando de acordo com a decisão da maioria”, explica.

Durante a campanha coletiva foi construído coletivamente um Plano de Ação Parlamentar que vai marca o posicionamento político de projetos de lei e encaminhamento de emendas. O plano contempla cinco eixos: Juventude, Mulheres, Educação, Cultura Popular e Segurança Cidadã. 

“Nesse modelo de campanha, todos do coletivo teriam o mesmo poder de decisão e de responsabilidade com a candidatura. É uma proposta inovadora para os teresinenses, mas que já vem dando resultados positivos em outras capitais do Brasil e até mesmo fora do país”, declara Messias.

Messias Júnior é sociólogo e um dos fundadores do Movimento de Apoio a Inclusão Social (MAIS). Ele começou na política no movimento estudantil, foi presidente do DCE da UFPI, tem o título de cidadão teresinense e possui a Ordem do Mérito Renascença do Piauí.

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Eleições

Nova pesquisa aponta queda de Dr. Pessoa e Fábio Abreu e avanço de Montezuma; Veja!

Laurivânia Fernandes

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O Instituto Amostragem divulgou uma nova pesquisa de intenção de votos em Teresina, encomendada pelo o Grupo Meio Norte de Comunicação (GMNC). O levantamento foi realizado de 15 a 18 de outubro com 605 eleitores das zonas Urbana e Rural de Teresina.

A margem de erro de erro é de 3,9% para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o nº PI-08625/2020, no dia 13 de outubro de 2020.

Pesquisa Estimulada

Na estimulada, Dr. Pessoa (MDB), segue liderando, com 28,43%; Kleber Montezuma (PSDB), é o segundo com 23,14%; Fábio Abreu (PL) ocupa a terceira colocação, com 16,69%. Fábio Novo (PT) aparece com 6,12%. Enquanto isso, Major Diego Melo (Patriota), Gessy Fonseca (PSC) e Simone Pereira (PSD) 1,16% das intenções, cada.

A candidata Lucineide Barros (PSOL) aparece com 0,83%; Fábio Servio (PROS) com 0,66%; Lourdes Melo (PCO) 0,33%. Gervásio Santos (PSTU), Mário Rogério (CID) e Pedro Laurentino (UP), não pontuaram na pesquisa. 8,76% dos entrevistados responderam não saber em quem votar ou preferiram não opinar; brancos e nulos somaram 2,64%. Não votariam e nenhum dos candidatos apresentados 8,93%.

Imagem Reprodutiva


Pesquisa Espontânea

Na espontânea, o candidato Kleber Montezuma aparece liderando as intenções de voto (18,84%). Em segundo lugar aparece Dr. Pessoa (17,36%), seguido de Fábio Abreu (8,60%) e Fábio Novo (5,12%). Os candidatos Major Diego Melo (PAT) e Simone Pereira (PSD) tem, 0,99%, cada. Gessy Fonseca (PSC) e Lucineide Barros (PSOL) aparecem, com 0,33%, cada e Pedro Laurentino (UP) com 0,17%. Outros nomes citados somam 0,33%.

Nessa modalidade, os nomes dos candidatos não são mencionados pelos entrevistadores, e fica à critério do entrevistado. Sendo assim, o prefeito Firmino Filho (PSDB), que não pode ser candidato, foi citado por 1,16% das pessoas. Já o ex-senador João Vicente Claudino (PTB), que também não é candidato a prefeito, aparece com 0,17% de intenção.

Imagem Reprodutiva

Votos válidos

Dr. Pessoa tem 35,68% dos votos válidos; Kleber Montezuma 29,05%; Fábio Abreu soma 20,95%; Fábio Novo com 7,68%. Gessy Fonseca, 1,45%; Simone Pereira 1,45%, Major Diego, 1,45%; Lucineide Barros, 1,04%; Fábio Servio, 0,83%; Lourdes Melo soma 0,41%. Gervásio Santos, Mário Rogério e Pedro Laurentino não pontuaram.

Imagem Reprodutiva


Análise

Se comparado a pesquisas anteriores realizadas pelo Instituto Amostragem nos dias 17 a 20 de setembro e entre os dias 15 e 18 de outubro, o candidato Dr. Pessoa (MDB) foi 32,07% para 28,43%, uma queda de 3,64 pontos percentuais,; Kleber Montezuma (PSDB) subiu de 13,88% em setembro para 23,14% em outubro – alta de 9,26 pontos percentuais. Fábio Abreu (PL), também caiu, no mesmo período, de 20,17% para 16,69%, menos 3,48 pontos percentuais; Fábio Novo (PT) foi de 6,94% para 6,12%.

Gessy Fonseca (PSC) tinha 0,17% e subiu para 1,16%; Major Diego Melo (Patriota) de 1,82% caiu para 1,16%; Simone Pereira (PSD) saiu de 0,66% para 1,16%; Lucineide Barros (PSOL) tinha 1,32%  e agora aparece com 0,83%; Fábio Servio (PROS) se manteve com 0,66%; Lourdes Melo (PCO) tinha 0,66% e foi para 0,33%; Gervásio Santos (PSTU) pontuou 0,17% na pesquisa anterior e agora tem 0%; Mário Rogério (Cidadania) apareceu com 0,33% e ficou com 0%; Pedro Laurentino (UP) também saiu de 0,33% para 0%.

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Política

Bolsonaro diz que vacina contra a covid não será obrigatória

Laurivânia Fernandes

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a afirmar hoje que a vacina contra a covid-19 não será obrigatória e, sem mencioná-lo diretamente, criticou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ao dizer que ” tem um governador que está se intitulando o médico do Brasil”.

Na última sexta-feira (16), Doria disse que a vacinação contra a covid-19 será obrigatória em todo o estado se for aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No mesmo dia, Bolsonaro disse nas redes sociais que o ministério da Saúde é quem irá oferecer o imunizante, mas “sem impor ou tornar a vacinação obrigatória”.

Hoje, em conversa com seus apoiadores transmitida pelo canal “Foco do Brasil”, o presidente voltou a declarar que a lei deixa claro que o assunto compete ao ministério da Saúde.


“Meu ministro já disse claramente que não será obrigatória essa vacina e ponto final. Tem um governador aí que está se intitulando o médico do Brasil dizendo que ela será obrigatória. Repito que não será”.

O mandatário acrescentou que a vacina, depois de aprovada pelos órgãos competentes, será oferecida aos brasileiros de forma gratuita.

Fonte: Uol

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