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Política

Caminhoneiros querem diesel mais barato e fiscalização do frete

Redação Encarando

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O líder caminhoneiro Wallace Landim, o Chorão, espera do governo alguma medida que alivie o custo do diesel no orçamento da categoria. O presidente Jair Bolsonaro convocou uma reunião para tratar do assunto na próxima 3ª feira (16.abr.2019), depois que o valor de mercado da Petrobras caiu R$ 32,4 bilhões com o recuo no reajuste de 5,7% anunciado na 5ª feira (11.abr).

Nós somos os maiores consumidores de diesel”, afirmou ao Poder360. Para ele, até a abertura de mercado, com maior concorrência à Petrobras, pode ser uma alternativa. A categoria estava inquieta desde o início do ano, porque o preço do combustível subia praticamente todos os dias.

A lei que estabeleceu o tabelamento do frete rodoviário manda que os valores do serviço sejam reajustados sempre que o diesel acumular variação de mais de 10% para cima ou para baixo. Com isso, em tese, o preço do combustível não seria problema para os caminhoneiros.

Porém, explicou Chorão, os pisos mínimos não vêm sendo cumpridos por falta de fiscalização. Essa é uma insatisfação que fermenta entre os caminhoneiros desde meados do ano passado. A paralisação de abril de 2018 gerou uma conquista histórica: o tabelamento. Mas a sensação é de “ganhou, mas não levou.” É isso que está por trás da inquietação que se viu no final de março passado e que o Planalto detectou na semana passada como um risco concreto de nova paralisação.

Ou seja, a falta de uma ação governamental que garantisse o cumprimento do que já está na lei provocou uma cadeia de problemas. Bolsonaro mandou a Petrobras recuar do aumento, como explicou nesta entrevista, derrubou o valor de mercado da estatal, enviou um sinal contrário à agenda econômica liberal e deixou o ministro da Economia, Paulo Guedes, numa saia justa.

A solução estrutural para o cumprimento dos pisos mínimos, dizem os caminhoneiros, é o DT-E (Documento de Transporte Eletrônico). Com ele, a emissão dos documentos necessários ao transporte de carga não será feita se o caminhoneiro não estiver recebendo os valores mínimos do frete.

Vai ser maravilhoso”, afirmou Chorão. Se ele já estivesse em operação, “com certeza” toda a confusão da semana passada não teria ocorrido, avaliou. Na próxima semana, passado quase 1 ano da paralisação que colapsou a economia brasileira, a ANTT começa um piloto do DT-E em uma rodovia do Espírito Santo.

Na semana passada, a agência reguladora colocou em audiência pública um sistema mais sofisticado para determinar os valores mínimos do frete. A tabela que está em vigor atualmente é a mesma elaborada em caráter de emergência para encerrar a greve. Empresas e caminhoneiros apontam erros nela.

CONVERSA COM ONYX

Chorão contou que, há cerca de 20 dias, antes das manifestações do dia 31 de março, teve uma conversa com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. A pedido de Bolsonaro, queria saber o que poderia ser feito para atender aos caminhoneiros. O líder listou três pontos: fiscalização, jornada de trabalho e o preço do diesel. O reajuste deveria ser a cada 30 dias, sugeriu.

Na semana seguinte, a Petrobras anunciou duas medidas:

  • Periodicidade – O diesel seria reajustado a cada 15 dias;
  • Cartão – Seria criado um cartão caminhoneiro, para travar o preço do diesel em postos da bandeira BR.

“O cartão não é ruim, mas não resolve 100%”, comentou Chorão. Ele funciona no sistema pré-pago. Antes de iniciar a viagem, o caminhoneiro compra a quantidade de diesel que vai precisar a um determinado preço e garante esse valor em todos os postos ao longo do trajeto. O problema é que os motoristas estão descapitalizados. “Estamos vendendo o almoço para comprar a janta”, disse.

STF

A fixação de preços mínimos para o frete rodoviário é alvo de três ações de inconstitucionalidade. O caso é relatado pelo ministro Luiz Fux. No dia 08.abr.2019, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou parecer favorável ao tabelamento.

Fonte: Poder 360

Política

Wellington Dias defende antecipação da vacinação contra a Covid-19

Laurivânia Fernandes

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O governador Wellington Dias defende que o Brasil antecipe a vacinação contra a Covid-19, de forma que em março a maioria da população brasileira esteja imunizada contra a doença. “Se esticarmos para o fim do primeiro semestre, haverá mais mortes, bem como mais prejuízo econômico”, afirmou o governador.

Dias ainda comemorou o anúncio feito pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que o Brasil vai comprar 300 milhões de doses da vacina produzida pela Oxford em parceria com a AstraZeneca. “Como são duas doses para a imunização, teremos então 150 milhões de brasileiros imunizados, mas precisa ser acelerado isso para janeiro, de forma que em março a maioria da população seja alcançada”, afirmou. A vacinação será gratuita.

O governador frisou que precisa ser intensificada a produção da vacina em janeiro, pois uma demora na imunização da população vai repercutir em mais contaminações, mortes e danos econômicos. “Precisa ser feito um agendamento dentro do Plano Nacional de Imunização”, comentou.

Wellington lembrou também que o Brasil deve receber ainda outras 40 milhões de doses de uma das vacinas que estão sendo desenvolvidas no mundo, pois o país faz parte de um consórcio com a Organização Mundial da Saúde (OMS), que prevê a liberação da quantidade. “Podemos trabalhar com variadas vacinas”, disse o chefe do Executivo estadual.

O governador sentiu falta da vacina fabricada na China, a Coronavac, que tinha previsão de ser liberada pelo Instituto Butantã. “Há necessidade de um posicionamento público sobre esse tema”, cobrou Dias.

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Política

Themístocles será reconduzido à presidência da Alepi e seu mandato chegará a 18 anos ininterruptos

Laurivânia Fernandes

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O deputado Themístocles Filho (MDB), será reconduzido ao cargo de presidente da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). Esta é a nona eleição seguida em que o parlamentar é eleito presidente da Casa, completando assim, 18 anos ininterruptos de mandato.

A eleição que ocorrerá sem disputa, perante acordo com as maiores bancadas do parlamento, será realizada no próximo dia 09 de dezembro.

A deputada Flora Izabel (PT) irá ocupar o cargo de 1º vice-presidente, enquanto Franzé Silva (PT) ocupará a 4º secretaria. 

A posse da nova Mesa Diretora será no dia 2 de fevereiro.

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Política

Fábio Novo retorna à Secretaria de Cultura do Piauí

Laurivânia Fernandes

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Foto: Alepi

O deputado estadual Fábio Novo (PT), retornou ao comando da Secretar Estadual de Cultura (Secult). A nomeação já foi assinada e publicada por Wellington Dias (PT), no Diário Oficial. Ainda na terça (01/12), o deputado havia comentado que trataria com o governador sobre seu retorno à pasta.

Novo, havia se afastado para concorrer às eleições municipais em Teresina, nas quais, terminou na quarta colocação, no primeiro turno, com 47.573 votos, ficando à frente de Fábio Abreu (PL).

Durante o período eleitoral, quem esteve no comando da pasta foi Carlos Adalberto Ribeiro Anchieta, que consequentemente foi nomeado como Diretor de Unidade de Articulação Cultural.

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