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Política

Themístocles Filho comemora execução de obras da BR 222: ‘Um sonho’

Laurivânia Fernandes

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O presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, Themístocles Filho (MDB), visitou e comemorou a execução da obra da BR 222 no Piauí, no trecho que liga as cidades de Batalha a Piripiri.

“Esse é um sonho do deputado Themístocles e do meu pai, ex-deputado Themístocles Sampaio e do deputado federal Marcos Aurélio. Muita gente pensava que essa obra não seria realizada, hoje é uma realidade. Falta pouco para concluirmos 100% essa obra, apenas cinco pequenas pontes, a maior delas tem 15 metros, as outras, tem entre sete e oito metros e o asfalto já concluído, receberá uma nova camada”, disse o deputado.

Themístocles ainda explicou que a obra irá facilitar a vida de moradores, não só das duas cidades, como também das demais localizadas aos arredores, que também dependem da rodovia.

“Isso facilita e muito o trânsito entre Batalha/Piripiri, Esperantina/Piripiri, Morro do Chapéu, Luzilândia e até mesmo para quem vai para o estado do Ceará”.

Sobre a BR 222

A BR-222/PI é uma rodovia federal transversal do Brasil. Seu ponto inicial fica na cidade de Fortaleza – CE e o final na cidade de Marabá-PA, ligando os estados do Ceará, Piauí, Maranhão e Pará, com uma extensão total de 1811,6 km. A rodovia passa por grandes centros urbanos, ligando regiões ricas economicamente, como sudeste do estado do Pará ao restante do Brasil. No Estado do Piauí sua malha rodoviária dá acesso, dentre outros, aos municípios de São João da Fronteira, Piripiri, Batalha, Esperantina, São João do Arraial e Matias Olímpio.

Política

CPI ouve ex-governador do Rio e pode votar novas convocações e quebras de sigilo

Laurivânia Fernandes

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Foto: Claudio Andrade/Câmara dos Deputados

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid volta a se reunir nesta quarta-feira (16), a fim de ouvir o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel (PSC), eleito em 2018 e cassado em abril deste ano. 

Na mesma reunião, os senadores devem analisar a retirada de sigilo de documentos recebidos e também podem votar novas convocações e quebras de sigilos. 

Nesta terça-feira (15), o ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu a Witzel o direito de não comparecer à comissão, mas o ex-governador afirmou que participaráda reunião desta quarta-feira. 

Witzel também obteve, junto ao ministro do STF, a possibilidade de ficar em silêncio; de falar sem assumir o compromisso de dizer a verdade; e de ser acompanhado na comissão por um advogado. 

O ex-governador é réu em processo que apura corrupção e lavagem de dinheiro. O caso tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

Witzel foi denunciado pelo Ministério Público Federal na operação Tris in Idem, desdobramento da Lava Jato no Rio, que apontou corrupção na saúde do estado. 

A suspeita é de que o ex-juiz tenha recebido, por intermédio do escritório de advocacia da mulher, Helena Witzel, pelo menos R$ 554,2 mil em propina.

O ex-governador nega que tenha cometido irregularidades e diz ser alvo de perseguição política. Ele diz ter sido cassado porque combateu a corrupção no estado. 

‘Nada a perder’

Senadores de oposição têm grande expectativa em relação ao depoimento do ex-governador, considerado o mais esperado entre os de gestores estaduais que atuaram na pandemia. 

Witzel era aliado de Jair Bolsonaro e de outros integrantes da família do presidente, ao lado de quem esteve nas eleições de 2018. 

Parlamentares oposicionistas avaliam que o ex-governador do Rio está com “sangue nos olhos”, “ódio no coração” e deve “partir para o ataque” contra o presidente da República.

“Witzel não tem nada a perder. Não é mais juiz, não é mais governador, sofreu impeachment, foi abandonado pelos Bolsonaro”, projetou um parlamentar da oposição. 

Outro senador, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, cobrará de Witzel explicações acerca de declarações do ex-governador sobre perseguição. 

“Queremos saber quais são as perseguições e por que ocorreram”, afirmou Randolfe Rodrigues. 

Desvios na Saúde do Rio

Na reunião desta quarta-feira, senadores aliados do governo devem explorar os escândalos de corrupção apurados pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro. 

Segundo o MPF, pelo menos cinco organizações sociais contratadas pelo governo do estado para gerir unidades e serviços de saúde alimentaram o que foi adjetivado de “caixinha da propina” na gestão Witzel. 

O Ministério Público Federal sustenta que essa “caixinha” desviou da Saúde R$ 50 milhões em seis meses, a fim de garantir contratos com o governo. O ex-governador seria um dos beneficiários do esquema. Ele nega. 

Convocações e quebras de sigilo

Antes de ouvir Witzel, a CPI da Covid pode votar pedidos de convocação de: 

  • Carlos Eduardo Gabas, ex-secretário do Consórcio Nordeste;
  • um representante da farmacêutica Janssen no Brasil; 
  • deputados estaduais do Amazonas delegado Péricles (PSL-AM) e Fausto Júnior (MDB-AM);
  • Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos;
  • E também quebras de sigilo telefônico, telemático, fiscal e bancário de:
  • Carlos Wizard, empresário e suposto integrante do chamado gabinete paralelo
  • Renato Spalicci, presidente da farmacêutica Apsen;
  • Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos;
  • José Alves Filho, sócio da farmacêutica Vitamedic.

Um dos autores dos pedidos de quebra de sigilo, Randolfe Rodrigues afirmou que a medida é necessária para a apuração pela CPI de eventual enriquecimento ilícito das farmacêuticas fabricantes de medicamentos do chamado kit Covid, comprovadamente ineficaz contra a doença. 

A relação dessas empresas com o governo Bolsonaro também é alvo de investigação, uma vez que o presidente e o Ministério da Saúde promoveram o uso das drogas por pacientes infectados com o novo coronavírus. 

Além desses requerimentos, os integrantes da CPI podem retirar o sigilo de documentos enviados à comissão pelo Itamaraty, pelo Ministério da Saúde, pela Fiocruz e por empresas fornecedoras de oxigênio hospitalar.

Fonte: G1

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Política

Itamaraty escondeu datas e horários de e-mails sobre cloroquina

Laurivânia Fernandes

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Foto: Getty Images

O Ministério das Relações Exteriores escondeu datas, horários e informações de e-mails e telegramas que mostram as negociações do governo brasileiro na negociação por cloroquina. As mensagens foram solicitadas via Lei de Acesso à Informação pela agência Fiquem Sabendo, mas tiveram os dados omitidos. Negar fornecer informações públicas fere a legislação.

Os e-mails originais, com a íntegra das informações, mostram a agilidade do governo Jair Bolsonaro para comprar cloroquina contra a covid-19, como revelou o Estadão nesta terça-feira, 15. Mensagens foram respondidas por integrantes do governo em 15 minutos, à noite e em fins de semana. O esforço pela cloroquina se contrapõe à postura do Executivo em relação às vacinas. No caso da Pfizer, o governo demorou mais de dois meses para responder aos contatos da empresa.

Os documentos estão em posse da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, no Senado, que apura falhas e omissões da administração federal no combate à pandemia.

Fiquem Sabendo havia solicitado a íntegra da troca de comunicação entre as embaixadas brasileiras, o governo indiano e as empresas interessadas na importação de cloroquina. Segundo a agência, os documentos originais não continham datas e horários das conversas e havia cortes nos e-mails.

A Lei de Acesso à Informação prevê punição a quem oculta informação. De acordo com o artigo 32 da legislação, “constituem condutas ilícitas que ensejam responsabilidade do agente público ou militar: I – recusar-se a fornecer informação requerida nos termos desta Lei, retardar deliberadamente o seu fornecimento ou fornecê-la intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisa”. O agente público que descumprir a lei pode ser alvo de advertência, multa e até perda do cargo público.

A série de 54 e-mails expõe a postura proativa do governo brasileiro para liberar cargas de matéria-prima da hidroxicloroquina a empresas que fabricam o medicamento no País. As mensagens foram enviadas pelo ministro-conselheiro da Embaixada do Brasil na Índia, Elias Antônio de Luna e Almeida Santos, segundo na hierarquia do posto diplomático.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Política

Ex-deputado Ari Magalhães morre vítima da Covid-19

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/Facebook

Morreu nesta terça-feira (15/06), vítima da Covid-19, o ex-deputado federal e empresário Ari Magalhães, de 92 anos.

Ele estava internado desde o dia 02 de maio no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde realizava tratamento para complicações renais, após ser infectado com o vírus.

Ari Magalhães é fundador da Companhia Agroindustrial Vale do Parnaíba (Comvap) e secretário de Fazenda durante o governo Lucídio Portela. Foi eleito deputado federal pelo PPR em 1994 e se candidatou a senador em 1998, mas não foi eleito.

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