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Política

Reforma da Previdência: Veja como votam os deputados federais do Piauí

Laurivânia Fernandes

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Após 62 dias do envio da proposta da reforma da Previdência, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) conseguiu aprovar a matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal, na última terça-feira (23), por 48 votos a favor e 18 contrários. Isso após o Planalto ceder ao Centrão e retirar quatro pontos da proposta.

A comissão especial da reforma da Previdência (PEC 6/19) foi criada nesta quinta-feira (25). A relatoria ficará com o deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). Mas ao que se percebe ainda há um longo caminho pela frente.

No caso do Piauí, a grande maioria dos parlamentares se mostram contra ou em situação indefinida, em relação a aprovação da proposta de reforma da Previdência.

São três deputados federais com apoio parcial; três se colocaram contra e quatro indefinidos. A informação está publicada no jornal Valor Econômico, que produziu o “Termômetro da Previdência”, com o voto de todos os deputados federais do Brasil.

Os deputados Flávio Nogueira (PDT), Iracema Portela (PP) e Júlio César (PSD), demonstraram um apoio parcial ao parecer da reforma.

A bancada petista, representada pelos deputados Rejane Dias, Assis Carvalho e Merlong Solano são 100% contra o projeto, por serem oposição ao governo Bolsonaro.

Na lista dos indefinidos, estão Átila Lira (PSB), Marina Santos (SD), Margarete Coelho (PP) e Marcos Aurélio (MDB).

Como os deputados federais do Piauí se posicionam, até o momento, sobre a reforma da Previdência. Imagem: Termômetro da Previdência/Valor Econômico.

Ao passo que a tramitação da reforma da Previdência se aproxima, intensifica-se a negociação por votos na Câmara dos Deputados, primeira parada do texto, e uma das frentes do Planalto é a negociação por cargos federais nos estados. Ou seja, ao que parece, os deputados indecisos do Piauí aguardam o desenrolar da decisão pelos cargos, uma vez que, o coordenador da bancada federal do estado, Átila Lira, já entregou nas mãos do ministro Onix Lorenzetti a lista de indicados.


Veja a lista de indicados

Funasa – José Raimundo Costa – Átila Lira – PSB;
Dnocs – Djalma Policarpo – Iracema Portella – Progressistas;
Agricultura – Marina Santos – Marcos Vinícius – Solidariedade;
Conab – Margarete Coelho – Progressistas;
DNPM – Marcos Aurélio Sampaio – MDB;
INSS – Flávio Nogueira – PDT.

Brasil

Lewandowski ajuda a montar a arapuca para pegar Pazuello na CPI

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Está cada vez mais difícil para o gabinete do ódio comandado pelo vereador Carlos Bolsonaro criar narrativas a favor de qualquer coisa que beneficie seu pai, o governo dele e aliados.

É o caso, por exemplo, do pedido de habeas corpus da Advocacia Geral da União para que o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, permanecesse calado ao depor na CPI da Covid-19.

O depoimento está marcado para a próxima quarta-feira. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, atendeu ao pedido de habeas corpus, mas só parcialmente.

Pazuello ganhou o direito de não responder perguntas que possam incriminá-lo, mas será obrigado a dizer a verdade em questões sobre fatos e condutas de outras pessoas.

André Mendonça, chefe da Advocacia-Geral da União, achou que não lhe cabia entrar com o pedido no Supremo. Pazuello então contratou um advogado particular para fazê-lo.

A parada foi decidida pelo presidente Jair Bolsonaro que mandou Mendonça seguir em frente com medo de que Pazuello se sentisse abandonado e à vontade para contar o que deveria esconder.

Como, sem dizer a verdade, Carlos e seus comparsas do gabinete do ódio poderão convencer os devotos do seu pai de que ele fez o melhor ao patrocinar a causa de um general em fuga?

Fonte: Ricardo Noblat/ Metrópoles

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Política

Ruralistas e evangélicos se unem para mostrar força em ato pró-Bolsonaro

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Ruralistas e evangélicos marcaram duas manifestações em Brasília para este sábado (15/5), em apoio ao presidente Jair Bolsonaro(sem partido). Em busca de maior adesão, os dois movimentos devem se unir em um só.

O primeiro ato, promovido pelo Movimento Brasil Verde e Amarelo e intitulado “O Agro e o Povo pela Democracia”, promete levar tratores e máquinas agrícolas para a frente do Congresso Nacional, mas o esquema de segurança deve impedir a entrada dos equipamentos na Esplanada dos Ministérios.

A concentração será no Parque Leão da Vaquejada e seguirá até a Biblioteca Nacional, onde os caminhões irão estacionar. O grupo vai marchar a pé pela Esplanada dos Ministérios. O presidente Bolsonaro é esperado para falar em um dos carros de som. “Dia 15 estarei na esplanada ao lado do Agro, locomotiva da nossa Economia”, escreveu o mandatário, junto com o vídeo do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja).

Produtor rural de Santa Catarina e um dos nomes à frente das manifestações, Jeferson Rocha ressaltou que a expectativa pela presença do titular do Palácio do Planalto é grande. Trinta nomes de organizadores foram encaminhados previamente para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Apesar de essas associações serem vinculadas a federações capitaneadas pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), a própria confederação não confirma envolvimento institucional no ato.

Procurada, a Frente Parlamentar da Agropecuária, popularmente conhecida como bancada ruralista, também disse não se envolver em atos do tipo. O presidente da frente, deputado Sérgio Souza (MDB-PR), é aliado do mandatário do país.

Fonte: Metrópoles

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Política

Ciro Nogueira diz que pesquisa do Datafolha ‘reflete o momento’

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação

Aliado de primeira linha de Bolsonaro, o senador Ciro Nogueira (PP), comentou a mais recente pesquisa do Datafolha sobre as intenções do eleitorado brasileiro. No levantamento 54% dos entrevistados disseram que não votariam em Jair Bolsonaro de jeito nenhum em 2022. A mesma rodada de pesquisas mostrou que Lula derrotaria Bolsonaro em eventual segundo turno no ano que vem por 55% a 32%.

Além disso, Bolsonaro agora é considerado ótimo ou bom por apenas 24% dos brasileiros — trata-se de seu pior desempenho no Datafolha desde o início do mandato.

Ao contrário do que costumam fazer Bolsonaro e seus apoiadores, o senador piauiense reagiu sem desacreditar o instituto de pesquisa nem desmerecer os números apresentados. Aliadíssimo do presidente da República, ele declarou ao site O Antagonista:

“Pesquisa reflete o momento. Eu não tenho dúvidas da vitória do presidente Bolsonaro no próximo ano.”

Ainda conforme o site, nos bastidores de Brasília, Ciro, que integra a tropa de choque governista da CPI da Covid, em andamento no Senado, é chamado de “filho 05” de Bolsonaro e de “sócio-majoritário do governo”, em razão de tantos cargos e emendas conquistados na atual gestão.

Atualmente, Ciro tenta filiar três ministros de Bolsonaro ao PP — Ricardo Salles (sem partido), Tereza Cristina (DEM) e Fábio Faria (PSD) — e não desistiu de atrair o próprio presidente para a legenda.

Em março, Ciro já havia dito que estará ao lado de Bolsonaro em 2022. “Com certeza. Ganhará com tranquilidade”, afirmou, na ocasião.

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