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Política

PP ou PSD? Após anúncio que Adapi será de Firmino Paulo, Georgiano retruca: “Não fomos comunicados”

Georgiano Neto afirma que terá uma conversa com Wellington Dias na próxima segunda (13).

Laurivânia Fernandes

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A formação do ‘novo’ secretariado do governo do Estado, está difícil de ser concluída. A lista com os nomes que ocuparão as pastas era para ter sido divulgada na última terça-feira (30), no entanto, as divergências com alguns partidos, fizeram com que o governador, Wellington Dias (PT), adiasse o anúncio.

Na fila dos insatisfeitos estava o Progressistas, de Ciro Nogueira, em específico sobre a participação do deputado Firmino Paulo na composição do governo. Tentando resolver esse problema, Wellington Dias se reuniu na na noite dessa quarta-feira (01), com o deputado e garantiu que ele irá indicar o comando da Adapi e da Superintendência da Secretaria das Cidades.

Entretanto um contratempo surgiu. É que a Adapi também foi prometida ao PSD, que inclusive, já havia disponibilizado o nome de Bernildo Val para continuar no cargo, já que é uma pasta ligada a Secretaria do Agronegócio, já destinada ao partido do deputado federal Júlio César. E assim, o governador se envolveu em mais um “pepino”.

Em entrevista ao Portal Encarando, o deputado Georgiano Neto (PSD), não quis se aprofundar sobre o assunto, mas garantiu que o seu partido não foi comunicado sobre nenhuma alteração. “Até o momento, não fomos comunicados de nenhuma alteração do entendimento feito”, disse o deputado.

O parlamentar ainda afirmou que na próxima segunda-feira (13), terá uma nova conversa com o governador Wellington Dias para definir os rumos que o PSD deve tomar dentro do governo. “Na segunda, conversamos e definimos com o governador a participação do PSD”, concluiu.

Se o critério do governador para a divulgação definitiva da composição do seu secretariado for o de amenizar impasses, essa lista provavelmente não sairá hoje, como previsto.

Política

Recifenses ironizam Tabata Amaral no papel de primeira-dama

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/Instagram

Uma situação curiosa levou os recifenses a tornar Tabata Amaral, 27, um dos assuntos mais comentados no Twitter logo após a apuração das eleições: a deputada federal pelo PDT de São Paulo poderá cumprir, a partir de 2021, o papel de primeira-dama na capital de Pernambuco.

Tabata é namorada de João Campos (PSB), 27, o prefeito eleito de Recife. O discurso da vitória, neste domingo (29) à noite, foi feito ao lado da parlamentar. Ela voou para acompanhar o namorado após votar em São Paulo, na chapa Guilherme Boulos-Luiza Erundina, do PSOL.

A futura presença política da paulistana Tabata em Pernambuco foi ironizada por alguns recifenses.

“Vou pedir asilo à prefeitura de Maceió”, brincou um deles. “2020 ainda conseguiu trazer Tabata Amaral pra ser primeira-dama no Recife”, disse outro.

Uma das “preocupações” dos recifenses é o tradicional baile municipal do Carnaval, que é organizado pela primeira-dama.

“Ninguém merece ter o baile municipal organizado por Tabata Amaral. #ReageRecife”, tuitou um internauta. “Eu tô pensando que Tabata Amaral vai organizar o baile municipal do Recife. E já vem a dor”, postou outra.

Em seu perfil no Twitter, a deputada criada na Vila Missionária, zona sul de São Paulo, parabenizou Boulos e Erundina pela campanha que “colocou no centro os desafios das nossas periferias” e desejou boa sorte ao prefeito eleito Bruno Covas (PSDB).

“Seguiremos fiscalizando e contribuindo para a construção de uma São Paulo justa”, disse.

Fonte: Folhapress

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Política

Saiba os nomes que integram a equipe de transição de Dr. Pessoa

Laurivânia Fernandes

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Dr. Pessoa (MDB), eleito nesse domingo (29/11), como novo prefeito de Teresina, já montou sua equipe de transição e, segundo informações, o grupo terá sua primeira reunião ainda nesta semana, para tratar sobre os trâmites da sucessão.

Entre os nomes que integram a lista estão:

  • O advogado João Pessoa, o Pessoinha, filho de Dr. Pessoa;
  • Larissa Mendes, diretora-geral da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), indicada pelo deputado Themístocles Filho (MDB);
  • O coordenador da campanha de Dr. Pessoa, João Henrique Sousa;
  • O vice-prefeito eleito, Robert Rios;
  • Coronel Nixon Frota, presidente do PRTB;
  • Professor Alípio, da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), indicado pelo vereador Jeová Alencar;
  • Admilson Lustosa, auditor da Fazenda;
  • O advogado Alano Dourado.

A assessoria de imprensa de Dr. Pessoa informou que até às 17h desta segunda-feira (30), a equipe de transição será completamente definida. Ainda será solicitará uma audiência com o prefeito Firmino Filho a terça-feira (01/12).

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Política

Sergio Moro será diretor de investigações em empresa dos EUA

Laurivânia Fernandes

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Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro será o novo diretor-geral de investigações na filial brasileira da Alvarez & Marsal, com sede nos Estados Unidos. A companhia norte-americana presta serviços de consultoria para recuperação de empresas. As informações são do portal Jota.

Sergio Moro trabalhará no setor de Disputas, Investigações e Compilance da empresa. A contratação ocorre sete meses após ele deixar o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O ex-magistrado assumirá seu novo emprego nesta terça-feira (1º/12). Apesar da filial brasileira ser localizada em São Paulo, Moro trabalhará de Curitiba. Ele também terá que viajar para Nova York, quando necessário.

Entre as áreas de atuação, Moro trabalhará com investigação de crimes corporativos, apuração de irregularidades tributárias, elaboração de contratos de concessão e resolução de conflitos societários de empresas privadas.

A Alvarez & Marsal tem, entre os clientes, empresas citadas na Operação Lava Jato. O relacionamento do ex-magistrado com a força-tarefa, contudo, não foi visto como empecilho em sua contratação.

Saída

Sergio Moro deixou o cargo no governo de Bolsonaro em abril deste ano. Na ocasião, em entrevista coletiva, o ex-juiz acusou o presidente de tentar interferir politicamente na Polícia Federal ao exonerar, sem o seu conhecimento, o diretor-geral Maurício Valeixo.

A saída de Moro do governo provocou atritos entre o ex-juiz e o presidente Jair Bolsonaro. Foi aberto inquérito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar as acusações feitas pelo ex-chefe da Segurança.

O pedido partiu da Procuradoria-Geral da República e foi acolhido pelo então ministro Celso de Mello, que se aposentou da Corte em outubro. O inquérito segue em tramitação no STF.

Fonte: Metrópoles

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