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Apoio a Bolsonaro e a reforma da previdência ganhou as ruas de todo país

Laurivânia Fernandes

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Muitos brasileiros aproveitaram esse domingo para se manifestar a favor do Presidente Bolsonaro. Os atos pró-Bolsonaro do domingo não foram um furacão, mas tampouco uma garoinha. Mostraram que o capitão tem fôlego e muita lenha para queimar.

O ministro Sérgio Moro foi um dos mais exaltados no protesto pró-governo. Se estivesse trabalhando hoje no Ministério da Justiça, provavelmente iria ver de uma das janelas do prédio o gigante boneco inflável dele, o “Supermoro – herói nacional”.

Ele usou sua conta no Twitter para comentar os atos:

Outro que saiu fortalecido neste domingo foi o ministro Paulo Guedes. Apesar dele ainda ter de articular com o Congresso da mesma forma depois dos protestos, a reforma da previdência andou várias casas hoje com o apoio das ruas.

O presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia substituiu Lula como alvo número um dos manifestantes. No Rio, os organizadores do movimento fizeram um boneco de 3,5 metros de Maia para por nas ruas.

O Fechamento de Congresso e STF definitivamente estiveram em pauta no ato pró-Bolsonaro.

Mas o Presidente Bolsonaro mandou um recado direto em seu Twitter para esses manifestantes que defenderam essa pauta:

“Há alguns dias atrás, fui claro ao dizer que quem estivesse pedindo o fechamento do Congresso ou STF hoje estaria na manifestação errada. A população mostrou isso. Sua grande maioria foi às ruas com pautas legítimas e democráticas, mas há quem ainda insista em distorcer os fatos.” afirmou Bolsonaro.

Tiveram tambem manifestantes que mandaram Mourão e o centrão tomarem naquele lugar e dizem que quem está certo é Olavo de Carvalho.

Como sempre, tem um esquerdopata que sempre quer fazer confusão com o objetivo de se fazer de vítima ou ser agredido nas manifestações do governo. Como uma mulher em São Paulo, usando uma camiseta de Marielle Franco, que foi cercada por manifestantes a favor de Bolsonaro.

Houve gritos e ofensas contra a mulher. Ela respondeu gritando. A aglomeração aumentou em torno dela. Ela só conseguiu sair quando a polícia chegou e a escoltou. As pessoas que seguiam a polícia alternavam gritos de “Lula na prisão, Bolsonaro capitão” com insultos.

O MBL foi outro grupo atacado nos protestos e foi chamado de traidor. “O MBL acha que somos patos. A diferença é que nós somos brasileiros, somos o povo que elegeu o Bolsonaro. Bando de traidores”, discursou um orador em um dos carros de som.

Algumas manifestações foram divertidas, como um grupo de protestantes que se fantasiaram de lagostas para criticar o STF e pedir a CPI da lava toga na manifestação em Brasília.

E esse cartaz com um erro de português?! Mas o que vale é a intenção.

Não adianta você ficar “lacrando” na internet, torcendo contra um governo que tem boas intenções em aprovar leis que combatam a velha política, se você não faz nada de concreto para mudar o País.

Se eu ou você não fizer nada agora, pode esperar, que daqui alguns anos será tarde. Eu acredito no Lulu Santos quando diz:

“Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isso por cima de um muro
De hipocrisia que insiste em nos rodear”

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Mulheres têm conquistas, mas caminho ainda é longo para igualdade

Laurivânia Fernandes

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Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Ser mulher é enfrentar um desafio diferente todos os dias. É superar barreiras, muitas vezes, invisíveis. Apesar de serem a maioria da população brasileira (51,8%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), elas ainda enfrentam cenários desiguais, seja na divisão das tarefas domésticas ou nos ganhos no mercado de trabalho. Muitas vezes, elas assumem tripla jornada. Saem para trabalhar, cuidam da casa, dos filhos. Em vários lares, elas são arrimo e sustentam sozinhas suas famílias. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), em 2018, 45% dos domicílios brasileiros eram comandados por mulheres.

Mas, apesar de liderarem casas e assumirem as contas, as mulheres ainda têm de lidar com a discriminação. Estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) mostra que 90% da população mundial ainda tem algum tipo de preconceito na questão da igualdade de gênero em áreas como política, economia, educação e violência doméstica.

Segundo o estudo, que analisou dados de 75 países, cerca de metade da população considera que os homens são melhores líderes políticos do que as mulheres, e mais de 40% acham que os homens são melhores diretores de empresas. Além disso, 28% dos consultados consideram justificado que um homem bata na sua esposa. Apesar da longa jornada enfrentada por elas ao longo da história, os números mostram que ainda há muito a caminhar.

Marco histórico

Considerado marco histórico na luta das mulheres por mais oportunidades e reconhecimento, o 8 de março foi instituído como Dia Internacional da Mulher, pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975.

Muitos historiadores relacionam a data a um incêndio ocorrido, em 1911, em Nova York, no qual 125 mulheres morreram em uma fábrica têxtil. A partir daí, protestos sobre as más condições enfrentadas pelas mulheres trabalhadoras começaram a ganhar espaço.

Mais de um século depois, as mulheres seguem na luta por igualdade de direitos

UN Tribunal Judges,Martha Halfeld Furtado de Mendonça Schmidt
A juíza brasileira Martha Halfeld é a primeira mulher a ocupar a presidência do Tribunal de Apelações da ONU – UN Photo/Loey Felipe

Para a juíza Martha Halfeld, primeira mulher a ocupar a presidência do Tribunal de Apelações da Organização das Nações Unidas, não há mais espaço para a ideia de “concessão masculina”. Tudo o que as mulheres conseguiram, ao longo da história, foi com base em muito trabalho, dedicação e suor. Na visão da juíza, o 8 de março deve ir muito além de flores ou presentes.

“Oferecer a rosa, pode ser visto como: eu te concedo uma assistência. Eu, homem, te concedo aquilo. Hoje, não existe mais espaço para eu concedo. Não, nós conquistamos. E nós conquistamos com muito trabalho um espaço de perfeita igualdade em termos intelectuais, pelo menos. Temos tanta capacidade intelectual quanto qualquer homem”, afirma Halfeld que permanece na presidência da Corte até janeiro de 2022 e segue na ONU até 2023.

Livro como arma

Para conquistar um espaço na academia e na literatura, a mineira Conceição Evaristo sabe o quanto teve de lutar. Sua primeira arma foi o livro, que a acompanhou desde a infância pobre vivida em Belo Horizonte. “Eu não tinha muita coisa em termos materiais. Brinquedo era uma coisa rara, passear era uma coisa muito rara, viajar muito menos. Então, o livro vem preenchendo um vazio. A escola onde estudei os meus primeiros anos primários tinha uma biblioteca muito boa. Desde menina, eu sempre gostei de leitura.”, conta.

Segunda de nove irmãos, a escritora foi criada pela mãe e por uma tia. Conceição, que trabalhou como empregada doméstica e lavadeira, foi a primeira da família a conseguir um diploma universitário.

Depois da graduação, veio o mestrado, o doutorado e as aulas em universidades públicas. Em paralelo aos estudos, ela se dedicava a outra paixão: a escrita. Seus  contos e poemas foram publicados na Série Caderno Negros, na década de 1990, e seu primeiro livro, o romance Ponciá Vicêncio, foi publicado em 2003.

Conceição Evaristo
Para escritora Conceição Evaristo, o 8 de março é um momento de reflexão e vigília constante – Marcello Casal JrAgência Brasil

Em 2019, foi a homenageada do Prêmio Jabuti, um dos mais importantes da literatura brasileira. “Foi preciso um prêmio me legitimar. Enquanto eu não ganhei o Jabuti, as pessoas não acreditaram que estavam diante de uma escritora negra”, afirma.

Reconhecida como uma das escritoras brasileiras mais importantes da atualidade, Conceição conta que as barreiras que teve de enfrentar por toda sua vida foram o combustível para suas obras. “A minha escrita é profundamente contaminada pela minha condição de mulher negra. Quando eu me ponho a criar uma ficção, eu não me desvencilho daquilo que eu sou. As minhas experiências pessoais, as minhas subjetividades, o lugar social que eu pertenço, isso vai vazar na minha escrita de alguma forma.”

Para ela, o 8 de março é uma data para ser celebrada, mas também um momento de reflexão e de vigília constante. “Todas as mulheres precisam ficar alertas àquilo que é do nosso direito, àquilo que nós temos de reivindicar sempre porque nada, nada nos é oferecido, tudo é uma conquista”, conclui.

Fonte: Agência Brasil

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Desrespeito: idosos enfrentam calor e longas filas para a vacinação contra a Covid-19 em Teresina

Redação Encarando

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O início da vacinação contra a Covid-19 para idosos a partir dos 81 anos, em Teresina, foi marcada por extremo desrespeito. Os idosos tiveram que enfrentar longas filas, e calor para serem imunizados contra a Covid-19 nos locais de vacinação drive thru. O Portal Encarando recebeu dezenas de reclamações dos familiares de idosos, que chegaram até passam mal durante a espera.

Além das filas quilômetricas e desorganizadas, o excesso do calor acabou fazendo com que alguns idosos se sentissem mal. Há relatos de pessoas que ficaram mais de seis horas aguardando a imunização. No posto de vacinação do Centro Universitário UNINOVAFAPI, os idosos foram “salvos” pelos frentistas de um posto de combustível que disponibilizaram cadeiras e água mineral.

“Estamos em uma fila, suando, e não tem ar condicionado no mundo que dê conta. Os idosos estão todos passando mal dentro dos carros. A fila tá quilômetrica aqui, no Teresina Shopping. E lá, na Santo Agostinho eram não sei quantas ruas. Uma coisa triste. Não sei o porquê que não botaram nos postos de saúde”, lamenta uma testemunha, que preferiu não ser identificada.

Enquanto as pessoas sofrem em filas enormes, os gestores de Teresina ignoram a pandemia.

Veja os vídeos!

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Crise na PMT: enfermeiros anunciam paralisação em Teresina

Redação Encarando

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O Sindicato de Enfermeiros, Auxiliares, e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí (SENATEPI) divulgou uma nota nas redes sociais informando que haverá uma assembleia para deliberar sobre uma possível greve em Teresina. A assembleia, com caráter extraordinário, será realizada na próxima terça-feira (02), às 8h, na Praça Marechal Deodoro da Fonseca.

Conforme a nota, a paralisação é em relação aos profissionais vinculados à Fundação Municipal de Saúde de Teresina (FMS). Ainda de acordo com um profissional da área da saúde, que preferiu não ser identificado, a diminuição de 50% no valor dos plantões e 20% da insalubridade para quem está trabalhando na linha de frente do Covid-19 é o maior golpe realizado pela atual gestão da FMS na história de Teresina.

As principais pautas da assembleia extraordinária serão: corte da majoração da insalubridade; corte de adicional de plantão; corte de salários do setor Covid; descontos abusivos por faltas; uso de verbas do Previne sem repassar à categoria; paralisação de advertência; e greve por tempo indeterminado, caso não haja acordo.

É importante destacar o trabalho realizado pelos profissionais que estão trabalhando incansavelmente na pandemia, e a desvalorização da atual gestão para com os profissionais que estão na linha de frente.

A FMS informou, por meio de nota, que não houve redução de salários, e que os salários, insalubridade e plantão estão sendo pagos.

Confira a nota na íntegra!

A Fundação Municipal de Saúde informa que não teve redução real de salários dos profissionais que trabalham na área da saúde de Teresina. Os salários,insalubridade e plantão estão sendo pagos rigorosamente em dia. O que houve foi o fim do acréscimo temporário(até dia 31 de dezembro de 2020) de 20% no valor da insalubridade que foi autorizado em pelo Governo Federal,através do Ministério da Saúde,com aporte de recursos específico para essa finalidade.

No caso de segundo turno, também está sendo pago para os servidores cujos setores comprovem a necessidade. A FMS informa ainda que todas as medidas foram discutidas com as diretorias e informadas ao sindicato da categoria.

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