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Mais um caso: Gay tenta se jogar da ponte e é impedido pela polícia

Laurivânia Fernandes

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Aconteceu de novo. Em menos de dois dias, uma segunda pessoa tenta tirar a vida se jogando de uma das pontes de Teresina. Segundo informações da polícia, no início da tarde desse sábado (15), um rapaz homossexual foi impedido de cometer suicídio na Ponte Estaiada João Isidoro França(Ponte Estaiada).

De acordo com o comandante do 1° Batalhão, major Lacerda, um homem que estava no local ficou tentando acalmar a vítima, para dar tempo da polícia chegar. “Fomos acionados pelo Copom, e quando chegamos no local, um homem já estava tentando conter. Conseguimos tirar a vítima da ponte”, contou.

40% dos gays já pensaram ou tentaram cometer suicídio, revela pesquisa

Ainda não se sabe os motivos pelos quais o jovem gay tentou tirar a própria vida. O que se sabe é que, a rejeição da sociedade por conta da orientação sexual pode ser um dos fatores para desencadear depressão, resultando muitas vezes em episódios de suicídio como esse da ponte.

De acordo com uma pesquisa, cerca de 40% dos homossexuais adolescentes entrevistados afirmaram que já pensaram, planejaram e até tentaram dar fim à própria vida por conta da sua sexualidade. Número que cai para 15% para aqueles que se identificam como heterossexuais.

O estudo ainda revelou que o desejo suicida é maior em mulheres lésbicas. Já nos bissexuais a mesma situação apresenta em 30% dos participantes, desta parcela 46% afirmaram ter pensamentos suicidas nos últimos 12 meses. O relatório ouviu 15.624 adolescentes LGBT.

Preconceito mata!

O resultado da pesquisa é assustador, e que realmente faz você pensar como esses comportamentos suicidas são comuns na comunidade LGBT em Teresina, pois não é o primeiro caso noticiado pela imprensa.

O comprometimento da autoestima é apontado como fator resultante da discriminação sofrida pelos gays. A saúde mental dos jovens homossexuais é uma preocupação local e deve ser tratado como problema de saúde pública. 

Tenha consciência que, o seu desrespeito ou a não aceitação de uma determinada orientação sexual de um adolescente gay pode levá-lo a ter sentimentos relacionados à exclusão, culpa, medo, tristeza e inadequação.

Todos esses sentimentos podem levar ao adoecimento ou à instalação de um transtorno psiquiátrico, como a depressão. Esse transtorno, se não corretamente tratados, podem levar a pensamentos de morte, ideação, planejamentos e tentativas de suicídio.

Portanto, tenha consciência que o preconceito contra outras orientações sexuais, que não a heterossexual, pode matar. Ser gay não é pecado e se alguém próximo a você estiver sofrendo por causa de preconceito, ajude. Pois, nem sempre a vida pode ser salva a tempo, como a do rapaz da ponte. Vai Encarar?

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Crise na PMT: enfermeiros anunciam paralisação em Teresina

Redação Encarando

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O Sindicato de Enfermeiros, Auxiliares, e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí (SENATEPI) divulgou uma nota nas redes sociais informando que haverá uma assembleia para deliberar sobre uma possível greve em Teresina. A assembleia, com caráter extraordinário, será realizada na próxima terça-feira (02), às 8h, na Praça Marechal Deodoro da Fonseca.

Conforme a nota, a paralisação é em relação aos profissionais vinculados à Fundação Municipal de Saúde de Teresina (FMS). Ainda de acordo com um profissional da área da saúde, que preferiu não ser identificado, a diminuição de 50% no valor dos plantões e 20% da insalubridade para quem está trabalhando na linha de frente do Covid-19 é o maior golpe realizado pela atual gestão da FMS na história de Teresina.

As principais pautas da assembleia extraordinária serão: corte da majoração da insalubridade; corte de adicional de plantão; corte de salários do setor Covid; descontos abusivos por faltas; uso de verbas do Previne sem repassar à categoria; paralisação de advertência; e greve por tempo indeterminado, caso não haja acordo.

É importante destacar o trabalho realizado pelos profissionais que estão trabalhando incansavelmente na pandemia, e a desvalorização da atual gestão para com os profissionais que estão na linha de frente.

A FMS informou, por meio de nota, que não houve redução de salários, e que os salários, insalubridade e plantão estão sendo pagos.

Confira a nota na íntegra!

A Fundação Municipal de Saúde informa que não teve redução real de salários dos profissionais que trabalham na área da saúde de Teresina. Os salários,insalubridade e plantão estão sendo pagos rigorosamente em dia. O que houve foi o fim do acréscimo temporário(até dia 31 de dezembro de 2020) de 20% no valor da insalubridade que foi autorizado em pelo Governo Federal,através do Ministério da Saúde,com aporte de recursos específico para essa finalidade.

No caso de segundo turno, também está sendo pago para os servidores cujos setores comprovem a necessidade. A FMS informa ainda que todas as medidas foram discutidas com as diretorias e informadas ao sindicato da categoria.

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Daniel, Chico, Flordelis… a omissão do Congresso fragiliza a democracia, por Antônio Britto

Laurivânia Fernandes

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Foto: Michel Jesus/Cleia Viana/Beto Barata

Não fosse Daniel… (“como é mesmo o sobrenome dele?”) e o retorno de Chico Rodrigues ao Congresso Nacional teria merecido um maior e merecido destaque esta semana. Ele volta a exercer o cargo de senador da República, cinco meses depois de ter transformado as cuecas em cofre para guardar dinheiro. Em uma próxima sessão, Rodrigues poderá encontrar no plenário a deputada Flordelis e, se prestar bem atenção, a tornozeleira eletrônica que ela usa. Em poucos dias, vitorioso o plano em andamento liderado por Artur Lira, os dois terão a companhia de Daniel Silveira, o deputado preso por agredir as instituições democráticas.

O que os três têm em comum? São representantes, por menos que se goste, de segmentos brasileiros. O senador, de um perfil antigo mas que se recusa a deixar a cena política. Frequentou seis partidos, sofreu processo de cassação por abuso do poder econômico e, em outubro passado, a acusação de desviar recursos destinados ao combate à pandemia. Localizado em casa, foi precavido: guardou 30 mil reais nas cuecas. A deputada, eleita por um fenômeno recente: algumas igrejas, se assim puderem ser chamadas, que assumem espaço crescente junto ao brasileiro pobre, e promovem a perigosa aproximação entre desespero, manipulação, dinheiro (para os pastores) e voto. Acusada de participação no assassinato do marido, está liberada para tomar decisões sobre o futuro dos brasileiros se sua localização seguir ao alcance da policia, via tornozelo. Já Daniel é um dos tantos frutos do bolsonarismo, eleito por um coquetel que mistura a aparente rejeição à política, pregação autoritária, defesa da violência e o intenso uso das redes sociais.

Somados, os três falam mal da desigualdade social, da fragilidade partidária, das carências ainda visíveis no processo civilizatório brasileiro.  Mas, respeite-se, chegaram a Brasília pelo soberano, ainda que imperfeito, exercício do voto.

O que agride, por não ser democrática nem sensata, é a omissão do Congresso Nacional – diante de graves denúncias cometidas por seus integrantes. Aqui, não está mais em jogo a soberania do voto mas a conivência do Parlamento com os que, vestidos com a indispensável imunidade, a utilizam para o crime.

Chico Rodrigues até agora não teve seu caso examinado pela Comissão de Ética do Senado. Flordelis não mereceu a atenção da mesma Comissão, na Câmara dos Deputados. E Daniel, em uma confissão da inutilidade a que foi condenado o mecanismo de auto regulação pelo Parlamento, teve seu caso enviado às pressas para a Comissão de Ética como forma de tentar aliviar sua prisão.

Ou seja: ironicamente, o que deveria ser obrigação e rotina -o Congresso proteger sua imagem e sua independência, promovendo o rigoroso e ágil exame de quaisquer desvios ou acusações a seus membros- torna-se exceção lembrada apenas quando se quer ganhar tempo até que novo escândalo surja e ocupe a vaga do anterior como ocorreu com Rodrigues e Flordelis.

A atitude suicida do Congresso Nacional já registra consequências indesejáveis, entre elas a necessidade de o Supremo Tribunal Federal avançar, cada vez com maior frequência, em direção a medidas punitivas quando estas poderiam e deveriam ter sido tomadas pelo Parlamento. E, pior: fortalecem na sociedade o espaço para a pregação de atitudes contrárias à democracia.

O país fez a opção definitiva pela democracia, como demonstram a atitude desta semana do Supremo Tribunal Federal e o aplauso praticamente unânime que colheu. Em nome da mesma opção, o Congresso Nacional não pode continuar silente diante de corrupção, assassinatos e agressões às instituições. É sua obrigação corrigir, com base na Constituição e nos princípios democráticos, seus erros e desvios. Ao omitir-se, o Congresso também comete um crime político. Ajuda a fragilizar a democracia da qual, mais que resultado e símbolo, precisa ser guardião.

Por Poder 360

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Caso influencer: terceiro envolvido no assalto contra empresário é um PM

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Um policial militar do estado do Piauí está sendo investigado por ser o terceiro envolvido no assalto em uma residência, que vitimou o empresário Abel Landim, na zona leste de Teresina. O assalto foi resultado de uma “parada dada”, liderada pela digital influencer, Roani Sampaio, de 19 anos.

De acordo com uma fonte, que preferiu não ter a identidade revelada, pelo menos dois policiais militares participaram do crime, mas apenas um PM, do 17° Batalhão, foi identificado até o momento. A identificação do policial foi feita após câmeras de segurança terem flagrado a tatuagem no braço do suspeito.

A investigação identificou que Roani Sampaio foi a líder da quadrilha, e a intenção dos criminosos eram sequestrar o empresário, porém a Polícia Militar foi acionada e conseguir chegar na residência no momento do crime. Dois bandidos conseguiram fugir, e dois, a digital influencer e o namorado, foram presos em flagrante. O namorado de Roani, Francisco Moisés, é filho de um policial que trabalha em Teresina. 

O empresário foi amarrado com algemas de plástico, teve dinheiro roubado, foi agredido pelos assaltantes, e ainda torturado com a prática da ‘roleta russa’. O caso agora está sendo investigado pelo Grupo de Repressão ao Crime Organizado – GRECO.

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