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Homem vai ao hospital para tratar joelho e descobre que o pênis está virando osso

Laurivânia Fernandes

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Depois de dar entrada em um hospital com fortes dores no joelho, um senhor de 64 anos descobriu por meio de exames de raio-x que o pênis dele estava calcificando.

O mais estranho é que o homem deu entrada no Centro Médico Licoln no Bronx’s, em Nova York, depois de cair na rua. Durante a bateria de exames, a rara condição, que causa ossificação na base do órgão, foi descoberta pelos médicos. O que torna o caso diferente é que, de acordo com as imagens, o pênis todo está se transformando em osso.

O caso será publicado na revista médica Urology Case Reports. Até hoje, apenas 40 situações parecidas foram analisadas. Segundo os médicos, o homem relatou dores na região pélvica.

Antes que pudesse ser examinado com mais calma, o paciente deixou o hospital contra indicação médica. A suspeita é que esses casos geralmente ocorram por uma condição chamada de doença de Peyrone.

A enfermidade é caracterizada pelo desenvolvimento de tecido cicatrizante no corpo do pênis, causando inflamação e curvatura do órgão. Ela também causa muita dor durante as ereções e pode levar à impotência.

Fonte: band.com

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Em Hong Kong, policial atira contra manifestante e um homem é queimado

Laurivânia Fernandes

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Local onde o manifestante foi baleado. (Foto: Kin Cheung/AP)

Duas pessoas estão em estado crítico depois de mais um dia de protestos violentos em Hong Kong nesta segunda-feira (11).

Uma delas, um manifestante contra a China, foi atingida com um tiro por um policial, em um ato transmitido ao vivo pelo Facebook.

Uma porta-voz da autoridade hospitalar da cidade afirmou que a pessoa passou por cirurgia e estava em condições críticas, mas não deu mais detalhes. A polícia disse que está investigando o oficial e que ele foi suspenso.

Em outro lugar da cidade, um segundo manifestante, este pró-Pequim, teve um líquido inflamável jogado sobre o corpo e, depois, foi queimado. Ele também está em estado grave.

Nas imagens do tiro, é possível ver um agente apontando a arma para uma pessoa com uma jaqueta branca. Enquanto os dois lutam, outro homem encapuzado, vestido de preto, se aproxima, e o policial atira no segundo manifestante. O homem cai de imediato, levando as mãos ao lado esquerdo do corpo.

Em seguida, um terceiro manifestante, também de preto, se aproxima da confusão. Segundos depois, o mesmo agente parece fazer outros dois disparos, contra uma terceira pessoa, mas não houve feridos, segundo a BBC.

Depois, as imagens mostram os policiais detendo os dois homens de preto, inclusive o que ficou ferido. Fotos do local mostram o que parecem ser manchas de sangue no chão.

Os atos ocorreram no bairro de Sai Wan Ho, em um cruzamento bloqueado pelos manifestantes.

Outro vídeo postado online mostra outro manifestante, este pró-Pequim, discutindo com um grupo de pessoas. Alguém, então, derrama líquido inflamável sobre ele e acende um isqueiro. O ato foi em Sha Tin.

Veja as imagens!

Fonte: G1

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México oferece asilo político para Evo Morales após renúncia

Laurivânia Fernandes

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Foto: Alexis Demarco//APG/Getty Images

O México ofereceu asilo político ao ex-presidente Evo Morales, que renunciou à presidência da Bolívia neste domingo (10/11/2019). A embaixada mexicana em La Paz deu abrigo a funcionários e parlamentares alinhados ao governo de Evo nos últimos dias, informou o chanceler mexicano Marcelo Ebrard.

“O México, conforme sua tradição de asilo e não intervenção, recebeu 20 personalidades do Executivo e do legislativo da Bolívia na residência oficial em La Paz, de modo que ofereceríamos asilo também a Evo Morales”, escreveu Ebrard em conta no Twitter.

Em uma mensagem anterior, Ebrard denunciou que na Bolívia “há uma operação militar em curso” e classificou o ocorrido de “golpe”.

O presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, elogiou Evo no Twitter por ter renunciado para apaziguar a conturbada situação na Bolívia, abalada por manifestações opositoras, um motim de policiais e o pedido de militares para que renunciasse.

“Reconhecemos a atitude responsável do presidente da Bolívia, Evo Morales, que preferiu renunciar a expor seu povo à violência”, escreveu López Obrador.

Obrador disse em coletiva de imprensa na manhã de segunda-feira dará uma posição mais ampla sobre a situação na Bolívia. Pela manhã, em um vídeo nas redes sociais, havia apoiado as novas eleições convocadas por Evo.

No poder desde 2006, Evo Morales era o presidente latino-americano há mais tempo no poder. Ele renunciou após uma escalada de tensão desde 20 de outubro, quando venceu as eleições sob acusações de fraudes. A Organização dos Estados Americanos (OEA), que fez uma auditoria no processo eleitoral, afirmou haver numerosas irregularidades no processo eleitoral.

Na manhã de domingo, Evo havia anunciado que convocaria novas eleições. Mas, no fim da tarde, menos de uma hora depois de ele perder o apoio das Forças Armadas, comunicou a renúncia.

“Eu me demiti do cargo de presidente para que não continuem perseguindo os líderes sociais. Não queremos confrontos”, afirmou Evo, ao dizer que pretendia, com o ato, a “pacificação” e a “volta da paz social” ao país.

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Evo Morales renuncia ao cargo de presidente da Bolívia

Redação Encarando

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Evo Morales renunciou ao cargo de presidente da Bolívia. Em pronunciamento feito de Chimboré, na província de Cochabamba, diz que o faz para que os opositores parem de cometer violências contra seus apoiadores.

No pronunciamento, acompanhado de seu vice-presidente, Alvaro Garcia Linera, Morales acusou Carlos Mesa, ex-presidente, e Luis Fernando Camacho, líder dos protestos de oposição, de cometerem um golpe de Estado.

“Estamos renunciando para que nossos irmãos mais humildes deixem de ser agredidos. Família pobres, humildes, não queremos que haja enfrentamentos”, disse Morales. “Decidimos renunciar ao nosso triunfo para que haja eleições, tudo isto pela Bolívia, pela pátria.”

Cerca de uma hora antes, o comando das Forças Armadas da Bolívia e os chefes de polícia haviam feito anúncios pedindo a renúncia  de Morales.

Eleições iniciaram crise que levou à renúncia

A decisão de Evo Morales ocorre vinte dias após a votação que teria lhe garantido o quarto mandato consecutivo à frente do governo boliviano já no primeiro turno, vencendo o opositor e ex-presidente Carlos Mesa.

O resultado das eleições de 20 de outubro, no entanto, foram contestados pela oposição e deflagraram grandes protestos contra e a favor de Morales.

Os confrontos entre partidários e opositores do presidente se intensificaram na última semana.

Motins em quartéis e auditoria

No sábado (9), houve notícias de motins em quartéis de polícia. No domingo, a auditoria eleitoral feita pela OEA (Organização dos Estados Americanos) apontou a existência de indícios de fraude. De imediato, Morales foi à TV para anunciar que aceitava o resultado da auditoria e convocaria novas eleições.

À tarde, a movimentação nas ruas aumentou. Com a prisão de membros do Tribunal Supremo Eleitoral, acusados de envolvimento com as fraudes, e adesão das Forças Armadas, da Chefia de Polícia e da Defensoria Pública às pressões por renúncia, Morales partiu de avião de La Paz para Chimboré.

No pronunciamento sobre a renúncia, Morales denunciou diversos atos violentos contra líderes do seu partido MAS e às famílias dele e de Linera. “Se algo acontecer com Evo ou Álvaro, saibam, será responsabilidade de Mesa e Camacho.”

Fonte: Portal R7

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