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Professores celetistas do Estado se desesperam por falta de salários

Laurivânia Fernandes

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Muitos professores celetistas do Estado do Piauí passarão a Semana Santa em crise, por falta de salário. O governo não teria pago o vencimento referente ao mês de março e os dias trabalhados no mês de fevereiro, deixando os trabalhadores sem saber o que fazer para sobreviver.

Muitos destes profissionais estão sem chão, pois tinham esse salário como única forma de renda e agora estão passando por essa dificuldade. De acordo com informações de um professor, o governo e a Seduc não passam nenhuma informação sobre a falta de pagamentos e nem dão previsão de como a situação será resolvida.

Vale lembrar que esses professores celetistas são os que mais ajudam a educação do Estado a não parar nas greves, embora recebam apenas um salário mínimo para exercer a mesma função de um efetivo. Com o desconto da previdência, o salário dos mesmos se torna ainda menor!

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Além da pandemia, piauienses também tem que se isolar pela falta de segurança

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As mortes violentas aumentaram consideravelmente nesses anos de pandemia. Os piauienses vivem trancados em suas residências com medo da pandemia do novo coronavírus, e principalmente por causa da violência alarmante no estado.

Nas favelas de Teresina não é mais o governo que decreta o toque de recolher. A medida restritiva agora é determinada pelo crime, que estabeleceu o toque de recolher nas comunidade, determinando o horário de funcionamento de comércios, escolas, e a permanência das pessoas nas ruas da periferia. Com a disputa entre facções, as leis do crime são as que regem o Piauí.

A população padece de segurança, e um dos principais motivos das facções terem chegado no estado foi a negligência das forças de segurança pública do Estado. O medo, a insegurança, que a população vive diariamente não é nada mais que a herança da gestão de Fábio Abreu, quando esteve no comando da Secretaria de Segurança.

Nos bairros, onde as facções criminosas dominam, a população vivem uma falsa sensação de ‘tranquilidade’, pois os traficantes determinam leis, que são obedecidas, como a proibição de assaltos contra moradores do bairro. Muitas vezes, a população se torna agradecida pelas facções por garantir segurança, que o Estado não garante.

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Teresina perdeu em 100 dias o título de cidade limpa

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A cidade Teresina era conhecida como a ‘Cidade Limpa’. Costumávamos sempre ver garis realizando a limpeza por todos os bairros, e principalmente nas principais avenidas da capital piauiense. A gestão passada, do ex-prefeito Firmino Filho, fez jus ao título recebido.

Agora, o que é constante na atual gestão é inúmeras denúncias relacionadas à limpeza da cidade e a morosidade na manutenção urbana de Teresina, como os inúmeros buracos que estão tomando de contas das ruas e avenidas do município.

Além disso, em 100 dias de gestão, a coleta domiciliar de lixo atrasou em todas as regiões da cidade, provocando insatisfação nos moradores, que já estavam habituados com os dias/horários das coletas de lixo.

A população também sofre com a falta de manutenção e limpeza nas praças de Teresina, principalmente nas de bairros, pois são utilizadas pelos moradores para lazer e a prática de atividades físicas. A falta de iluminação adequada e limpeza nas praças acaba provocando o aumento da criminalidade nas periferias.

É vergonhoso Teresina sair do título de ‘cidade limpa’, e passar a ser carente de manutenções urbana.

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Promessas não ‘andam’ e servidores seguem lesados pelo Plamta; Até quando?

Redação Encarando

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Daniele Aita, diretora do Iaspi — Foto: Divulgação

As reclamações referentes aos atendimentos que deveriam ser realizados através do Plano Médico de Assistência e Tratamento (Plamta) seguem pelo estado. Frequentemente, servidores denunciam que não estão sendo atendidos pelos hospitais que compõem a rede credenciada pelo Plamta.

As queixas são inúmeras, principalmente relacionadas à urgência Covid nos hospitais, que se negam a realizar o atendimento aos usuários do Iaspi/Plamta.

Mas o fato é, que apesar dos problemas, e até mesmo a falta de atendimento aos beneficiários, o valor do plano é descontado do contracheque dos servidores, que seguem sendo lesados.

Mensalmente pagamos o plano, somos totalmente corretos com nossas obrigações, até porquê, o desconto na folha de pagamento direcionado ao plano não falha. Os atendimentos, contudo, seguem o caminho oposto. A cada dia é mais difícil conseguir uma consulta ou qualquer outro procedimento através do plano, muitas vezes, os hospitais até se recusam a atender e isso é vergonhoso”, desabafou ao Encarando, uma servidora que pediu para não ser identificada.


Recentemente, a diretora do Iaspi, Daniele Aita, falou sobre as inúmeras reclamações que tem recebido e, ameaçou adotar medidas administrativas e jurídicas, inclusive com possibilidade de descredenciamento por quebra de contrato aos estabelecimentos que se negaram a atender os beneficiários do plano. A mesma história que perdura há anos. Em nota, bem elaborada e destinada à imprensa, ainda no início de março deste anos, o governo garantiu:

“Diante da situação provocada pela pandemia do novo coronavírus e toda complexidade imposta às relações na área da saúde para enfrentar a situação, o governo do Estado está preocupado e adotando as medidas cabíveis para a retomada imediata do atendimento”.

Até agora, nada mudou. As ações são mínimas e sem efetividade. Enquanto isso, quem tanto necessita do acesso à saúde, segue prejudicados. E o pior, pagam pelo próprio leso.

A pergunta é, até quando o trabalhador vai ter que encarar tanto descuido?


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