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Secretários do Dr. Pessoa não ficaram em casa e aproveitaram o feriadão para irem ao Litoral

Redação Encarando

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Com o aumento significativo no número de óbitos causados pela Covid-19, Março foi o mês mais letal no estado do Piauí. O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, e o governador do Piauí, Wellington Dias, decretaram medidas e durante dez dias só funcionarão as atividades essenciais.

Inclusive, Wellington suspendeu o transporte intermunicipal durante a Semana Santa e fechou o acesso às praias no litoral. Mas, nada foi o suficiente para segurar Karla Berger, secretária de Políticas Públicas para Mulheres, e Lucas Pereira, secretário de Comunicação, em casa. O feriadão foi uma oportunidade para os colegas de trabalho darem pulinho com família no Litoral.

Enquanto os teresinenses estão em casa, cumprindo as restrições, os secretários do Dr. Pessoa estão curtindo o feriadão.

O verdadeiro significado de: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço!”.

A única maneira de influenciar pessoas é dando o exemplo.

E aí, Vai Encarar?!

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Além da pandemia, piauienses também tem que se isolar pela falta de segurança

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As mortes violentas aumentaram consideravelmente nesses anos de pandemia. Os piauienses vivem trancados em suas residências com medo da pandemia do novo coronavírus, e principalmente por causa da violência alarmante no estado.

Nas favelas de Teresina não é mais o governo que decreta o toque de recolher. A medida restritiva agora é determinada pelo crime, que estabeleceu o toque de recolher nas comunidade, determinando o horário de funcionamento de comércios, escolas, e a permanência das pessoas nas ruas da periferia. Com a disputa entre facções, as leis do crime são as que regem o Piauí.

A população padece de segurança, e um dos principais motivos das facções terem chegado no estado foi a negligência das forças de segurança pública do Estado. O medo, a insegurança, que a população vive diariamente não é nada mais que a herança da gestão de Fábio Abreu, quando esteve no comando da Secretaria de Segurança.

Nos bairros, onde as facções criminosas dominam, a população vivem uma falsa sensação de ‘tranquilidade’, pois os traficantes determinam leis, que são obedecidas, como a proibição de assaltos contra moradores do bairro. Muitas vezes, a população se torna agradecida pelas facções por garantir segurança, que o Estado não garante.

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Teresina perdeu em 100 dias o título de cidade limpa

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A cidade Teresina era conhecida como a ‘Cidade Limpa’. Costumávamos sempre ver garis realizando a limpeza por todos os bairros, e principalmente nas principais avenidas da capital piauiense. A gestão passada, do ex-prefeito Firmino Filho, fez jus ao título recebido.

Agora, o que é constante na atual gestão é inúmeras denúncias relacionadas à limpeza da cidade e a morosidade na manutenção urbana de Teresina, como os inúmeros buracos que estão tomando de contas das ruas e avenidas do município.

Além disso, em 100 dias de gestão, a coleta domiciliar de lixo atrasou em todas as regiões da cidade, provocando insatisfação nos moradores, que já estavam habituados com os dias/horários das coletas de lixo.

A população também sofre com a falta de manutenção e limpeza nas praças de Teresina, principalmente nas de bairros, pois são utilizadas pelos moradores para lazer e a prática de atividades físicas. A falta de iluminação adequada e limpeza nas praças acaba provocando o aumento da criminalidade nas periferias.

É vergonhoso Teresina sair do título de ‘cidade limpa’, e passar a ser carente de manutenções urbana.

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Promessas não ‘andam’ e servidores seguem lesados pelo Plamta; Até quando?

Redação Encarando

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Daniele Aita, diretora do Iaspi — Foto: Divulgação

As reclamações referentes aos atendimentos que deveriam ser realizados através do Plano Médico de Assistência e Tratamento (Plamta) seguem pelo estado. Frequentemente, servidores denunciam que não estão sendo atendidos pelos hospitais que compõem a rede credenciada pelo Plamta.

As queixas são inúmeras, principalmente relacionadas à urgência Covid nos hospitais, que se negam a realizar o atendimento aos usuários do Iaspi/Plamta.

Mas o fato é, que apesar dos problemas, e até mesmo a falta de atendimento aos beneficiários, o valor do plano é descontado do contracheque dos servidores, que seguem sendo lesados.

Mensalmente pagamos o plano, somos totalmente corretos com nossas obrigações, até porquê, o desconto na folha de pagamento direcionado ao plano não falha. Os atendimentos, contudo, seguem o caminho oposto. A cada dia é mais difícil conseguir uma consulta ou qualquer outro procedimento através do plano, muitas vezes, os hospitais até se recusam a atender e isso é vergonhoso”, desabafou ao Encarando, uma servidora que pediu para não ser identificada.


Recentemente, a diretora do Iaspi, Daniele Aita, falou sobre as inúmeras reclamações que tem recebido e, ameaçou adotar medidas administrativas e jurídicas, inclusive com possibilidade de descredenciamento por quebra de contrato aos estabelecimentos que se negaram a atender os beneficiários do plano. A mesma história que perdura há anos. Em nota, bem elaborada e destinada à imprensa, ainda no início de março deste anos, o governo garantiu:

“Diante da situação provocada pela pandemia do novo coronavírus e toda complexidade imposta às relações na área da saúde para enfrentar a situação, o governo do Estado está preocupado e adotando as medidas cabíveis para a retomada imediata do atendimento”.

Até agora, nada mudou. As ações são mínimas e sem efetividade. Enquanto isso, quem tanto necessita do acesso à saúde, segue prejudicados. E o pior, pagam pelo próprio leso.

A pergunta é, até quando o trabalhador vai ter que encarar tanto descuido?


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