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Vacina

Matéria-prima para produção de mais 5 milhões de doses da Coronavac chega ao Brasil

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação/GRU Airport

O Instituto Butantan recebeu, na manhã desta segunda-feira (19), mais 3 mil litros do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), matéria-prima para produção da CoronaVac. A matéria-prima vai ser suficiente para produzir mais 5 milhões de vacinas contra a Covid-19. A Coronavac é a vacina contra a Covid-19 produzida pelo Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. 

O carregamento, vindo de Pequim, na China, chegou ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, às 6h13. O voo da companhia aérea Turkish Airlines passou por escalas na Turquia e Islândia. 

O novo lote do IFA deveria ter chegado no dia 8 de abril. Com o atraso, o Butantan vai completar a entrega das 46 milhões de doses de Coronavac ao Ministério da Saúde até 10 de maio. A promessa inicial era que essas doses seriam entregues ao governo federal até o fim de abril. O atraso ocorre porque o processo de envase e rotulagem, etapa final de produção da vacina, vai demorar 2 semanas. 

Inicialmente, o Butantan receberia 6 mil litros do IFA em um único lote, mas o envio da matéria-prima foi dividido. Os outros 3 mil litros do insumo para a Coronavac devem chegar antes do fim de abril, mas ainda não tem data definida.

O Instituto Butantan suspendeu o envase de doses da vacina CoronaVac após atraso na chegada de matéria-prima. No cronograma inicial, o Instituto deveria ter recebido a matéria-prima entre os dias 6 e 8 de abril. Para conseguir completar a entrega de 46 milhões de doses, prevista no primeiro contrato com o governo federal, o Instituto Butantan dependia da chegada do insumo da vacina, que é importado da China. 

Em março, o Butantan recebeu uma remessa de 8,2 mil litros de IFA, correspondente a cerca de 14 milhões de doses. Outros 11 mil litros de insumos chegaram ao país em fevereiro.

Na semana passada, o Butantan entregou mais 1 milhão de doses da Coronavac ao Plano Nacional de Imunizações (PNI) e atingiu os 40,7 milhões de doses desde o início das entregas, em 17 de janeiro. 

Após finalizar a entrega dos 46 milhões de doses ao Ministério da Saúde referente ao primeiro contrato assinado, o Butantan vai entregar mais 54 milhões de doses ao governo federal até o mês de setembro.

Doses da Coronavac entregues ao Ministério da Saúde em 2021

  • 17 de janeiro: 6 milhões de doses
  • 22 de janeiro: 900 mil doses
  • 29 de janeiro: 1,8 milhão de doses
  • 5 de fevereiro: 1,1 milhão de doses
  • 23 de fevereiro: 1,2 milhão de doses
  • 24 de fevereiro: 900 mil doses
  • 25 de fevereiro: 453 mil doses
  • 26 de fevereiro: 600 mil doses
  • 28 de fevereiro: 600 mil doses
  • 3 de março: 900 mil doses
  • 8 de março: 1,7 milhão
  • 10 de março: 1,2 milhão
  • 15 de março: 3,3 milhões
  • 17 de março: 2 milhões
  • 19 de março: 2 milhões
  • 22 de março: 1 milhão
  • 24 de março: 2,2 milhões
  • 29 de março: 5 milhões
  • 31 de março: 3,4 milhões
  • 5 de abril: 1 milhão
  • 7 de abril: 1 milhão
  • 12 de abril: 1,5 milhão
  • 14 de abril: 1 milhão.

Eficácia

Um estudo clínico final sobre a Coronavac mostra que a eficácia da vacina é maior do que nos resultados iniciais divulgados entre dezembro e janeiro. O estudo foi feito pelo Instituto Butantan, que produz a vacina em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. 

Segundo artigo científico encaminhado para revisão e publicação na revista científica Lancet, uma das mais respeitadas do mundo, a eficácia para casos sintomáticos de Covid-19 atingiu 50,7%, ante os 50,38% informados inicialmente. Ou seja, a vacina reduz pela metade os novos registros de contaminação em uma população vacinada. 

De acordo com o estudo, a eficácia da CoronaVac pode chegar a 62,3% com um intervalo de mais de 21 dias entre as duas doses da vacina.

Fonte: G1

Vacina

Governo distribui 1,1 mi de doses da vacina da Pfizer nesta segunda (10)

Laurivânia Fernandes

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O lote com 1,1 milhão de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19 será distribuído nesta segunda-feira (10) para todas as capitais brasileiras. As vacinas vão sair de Guarulhos, em São Paulo, e, segundo o Ministério da Saúde, serão distribuídas entre os 26 estados da federação e o Distrito Federal de forma “proporcional e igualitária”. 

Por enquanto, as capitais estão sendo priorizadas por causa das dificuldades de armazenamento da vacina, que exige temperaturas muito mais baixas que as demais. 

As doses devem ser aplicadas em pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas e pessoas com deficiências permanentes. 

A distribuição das doses exige dos governos e dos estados uma operação logística específica, já que as vacinas da Pfizer precisam ser armazenadas em temperaturas mais baixas do que as da AstraZeneca e a Coronavac, as outras vacinas atualmente em uso no país. 

De acordo com o Ministério da Saúde, as doses sairão do centro de distribuição em Guarulhos (SP), onde estão conservadas entre -90ºC e -60ºC, e irão para refrigeradores dos estados, expostas a temperaturas de -20ºC. Nas salas de vacinação, onde as doses ficarão armazenadas entre 2ºC e 8ºC, a aplicação deve acontecer em, no máximo, cinco dias.

Fonte: CNN

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Vacina

Governadores do Nordeste solicitam reanálise da vacina Sputnik V pela Anvisa

Laurivânia Fernandes

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Os governadores do Nordeste apresentaram novos documentos e análises de cientistas brasileiros que defendem a segurança e eficácia na vacina Sputnik V e solicitam uma reanálise pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para a importação do imunizante russo. Além de um relatório do Instituto Gamaleya, entidade russa responsável pelo desenvolvimento da vacina, foi encaminhada uma manifestação técnica do Comitê Científico Nordeste.

O presidente do Consórcio Nordeste e governador do Piauí, Wellington Dias, e o governador do Pará, Helder Barbalho, participaram, nessa terça-feira (4), de reunião com o embaixador da Rússia, Alexey Labetskiy, onde reafirmaram o interesse dos estados do Nordeste e do Norte na compra da Sputnik V já formalizada.

“Da nossa parte, que fizemos essa iniciativa, reafirmamos a intenção de compra da vacina Sputnik V e estamos mantendo essa mesma posição de seguirmos buscando uma solução para que o Brasil, além de outras vacinas, possa também contar com com a vacina russa para salvar vidas”, disse Dias.

Na oportunidade, Wellington lembrou que o Brasil passa por um momento crítico. “No momento com mais de 400 mil mortes, ainda com nível de mortes diárias elevado, com risco de uma terceira onda, risco por conta da transmissibilidade muito alta, muita gente internada e a solução é a vacina”, comentou o governador piauiense.

De acordo com Dias, o interesse é de garantir a imunização de milhões de brasileiros. “ Essa é uma vacina disputada que o mundo inteiro quer utilizar, que mais de 60 países já utilizam e nós não queremos abrir mão de ter essa vacina no lugar que mais precisa que é o Brasil”, declarou o governador do Piauí.

O governador do Pará, Helder Barbalho, também destacou a atuação dos governadores como mediadores para que se encontre um caminho que permita à Anvisa autorizar o uso da Sputnik V.
“Ao tempo que a Anvisa faz os questionamentos, queremos construir esclarecimentos e o Fundo Soberano Russo e o Instituto Gamaleya já reafirmaram que não vão desistir de apresentar as informações e convencer a agência de que a vacina tem a eficácia e transparência para que possa ser aprovada no Brasil “, disse o gestor.

Os governadores defendem que a Sputnik V possa vir a somar com as demais vacinas para ajudar a salvar vidas. “Reafirmamos que nós temos o interesse de que estando regulamentada pela Anvisa, possa ser feita a aquisição das vacinas. O Brasil precisa de vacina. Esse é o único caminho para que a gente possa virar a página dessa pandemia. Nós não podemos continuar a assistir brasileiros perdendo vidas todos os dias”, disse Helder Barbalho.

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Vacina

Coronavac é eficaz contra variante P1, indica estudo realizado em Manaus

Laurivânia Fernandes

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Imagem: Shutterstock

Resultados preliminares de um estudo feito com 67.718 trabalhadores da saúde de Manaus mostram que a vacina contra a covid-19 Coronavac tem 50% de eficácia na prevenção da doença após 14 dias da primeira dose. A pesquisa do grupo Vebra Covid-19 é a primeira a avaliar a efetividade do imunizante em um local onde a variante P.1 é predominante.

Mais detalhes sobre o estudo serão apresentados na tarde desta quarta-feira, 7. Os dados divulgados à imprensa são de uma análise interina e o artigo científico com os resultados deve ser publicado até o próximo sábado, dia 10.

Ainda não há informações sobre a efetividade da vacina após 14 dias da segunda dose. Os pesquisadores vão coletar esses dados durante as próximas semanas para fazer a análise final.

A eficácia de 50% se refere a casos sintomáticos da doença. Em nota, o grupo responsável pelo estudo disse que os resultados são encorajadores e apoiam o uso da vacina. Os pesquisadores afirmam que também vão analisar a efetividade da Coronavac e da vacina de Oxford/AstraZeneca em idosos nas cidades de Manaus e Campo Grande e no Estado de São Paulo.

O grupo Vebra Covid-19, que estuda a eficácia das vacinas contra a doença no Brasil, reúne pesquisadores de instituições nacionais e internacionais, além de servidores da Secretaria de Saúde do Amazonas, Secretaria de Saúde de São Paulo, Secretaria de Saúde de Manaus e Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

Recentemente, um estudo de imunogenicidade feito no Chile com 190 pessoas mostrou que os vacinados com a Coronavac geram anticorpos necessários para combater o coronavírus, mas em baixa quantidade. Esses dados abriram a possibilidade de a vacina ser menos eficaz contra as novas variantes.

Fonte: Estadão Conteúdo

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