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Política

Bolsonaro prevê “enorme crise” e diz aguardar “sinalização” popular para agir

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro disse na manhã desta 4ª feira (14.abr.2021) que o Brasil está na iminência de uma “crise enorme”. Afirmou que só aguarda uma “sinalização” do povo para agir, sem detalhar o que seria essa ação.

Bolsonaro também criticou recentes decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) e medidas de isolamento social para conter a pandemia. Falou que dá tempo de evitar o “aumento da temperatura” no país. “É só parar de usar menos a caneta e um pouco mais o coração”, afirmou.

“O Brasil está no limite. O pessoal fala que eu devo tomar uma providência. Estou aguardando o povo dar uma sinalização porque a fome, a miséria e o desemprego está aí [sic], só não vê quem não quer. Ou quem não está na rua. Eu sempre estive na rua”, disse o presidente a apoiadores no Palácio da Alvorada, em Brasília.

Ele deu a declaração logo após ler uma notícia do jornal Correio Braziliense, que traz na manchete “Brasil tem 125 milhões de pessoas que não sabem se vão se alimentar bem”. 

Bolsonaro se eximiu de responsabilidade e atribuiu a prefeitos e governadores as consequências econômicas da pandemia por causa da imposição de medidas restritivas.

“O que eu falei em março do ano passado? Aquela política do ‘fica em casa e a economia a gente vê depois’. Estão vendo. Quero saber se a imprensa vai culpar os verdadeiros responsáveis ou vai continuar apoiando a política do lockdown.”

Sobre recentes decisões da Suprema Corte, Bolsonaro pediu uma conscientização do que está acontecendo no país.

“Amigos do Supremo Tribunal Federal, daqui a pouco vamos ter uma crise enorme aqui. Eu vi que um ministro despachou lá um processo para me julgar por genocídio. Olha, quem fechou tudo e está com a política na mão não sou eu. Agora, eu não quero aqui brigar com ninguém, mas estamos na eminência de ter um problema sério no Brasil.”

Depois Bolsonaro perguntou aos apoiadores: “O que vai nascer disso tudo? Onde vamos chegar? Parece um barril de pólvora que está aí”.

Em seguida, o presidente falou que tem muita gente de “paletó e gravata” que não quer enxergar uma possível deterioração do país. “Tem tudinho, paletó e gravata, dinheiro na conta no final do mês, sem problema nenhum. E o povo que se exploda. Eu não estou ameaçando ninguém, mas estou achando que brevemente teremos um problema sério no Brasil. Dá tempo de mudar ainda. É só parar de usar menos a caneta e um pouco mais o coração”.

“Estamos com você, presidente. Assinamos embaixo”, disse um apoiador após a fala de Bolsonaro, seguida de palmas pelos presentes no local.

Antes de ir embora, Bolsonaro mandou um recado para seus seguidores: “Eu só faço o que povo quiser que eu faça”.

Fonte: Poder 360

Política

Bolsonaro estará no Piauí no próximo dia 20 para inauguração de obra

A informação foi confirma Pelo senador Ciro Nogueira (PP).

Laurivânia Fernandes

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O presidente da República Jair Bolsonaro (Sem Partido), estará no Piauí no próximo dia 20 de maio. A informação foi repassada pelo senador Ciro Nogueira (PP), aliado de primeira linha do presidente no Senado.

Conforme Ciro, Bolsonaro irá participar da solenidade de inauguração da Ponte que liga a cidade de Santa Filomena, no extremo Sul do Piauí, ao município de Alto Parnaíba, no Maranhão.

Recebemos a confirmação de que o presidente Bolsonaro estará no estado do Piauí no dia 20, para inauguração da tão sonhada ponte da codade de Santa Filomena. É uma alegria muito grande poder receber o nosso presidente para agradecer a um sonho de mais de 50 anos de nosso estado, que vai levar muito desenvolvimento para uma região tão produtora e tão carente de desenvolvimento”, disse o senador.


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Política

Reforma tributária deve ser fatiada em 3 ou 4 projetos, diz Lira

Laurivânia Fernandes

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) afirmou hoje (10), por meio de uma rede social, que a proposta da reforma Tributária vai ser fracionada e dividida entre três ou quatro relatores. Lira disse que vai definir a questão com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM- MG), em uma conversa ainda nesta segunda-feira.

Lira disse ainda que quer avançar com o texto sem se “preocupar com a paternidade” do projeto e que vai decidir ainda esta semana sobre o formato de tramitação da proposta.

“Vamos avançar com a reforma tributária sem nos preocupar com a paternidade do projeto. Esta semana devemos definir a tramitação, o formato. Temos aí duas reformas, a que envolve renda e a de consumo. Daremos um passo esta semana para fazermos a reforma de maneira ordenada”, disse.

Na semana passada, sob o argumento de estouro de prazo, Lira extinguiu a comissãoespecial da Casa que analisava a reforma tributária. Segundo ele, os trabalhos da comissão expiraram há um ano e meio e o encerramento evitaria contestações judiciais no futuro.

A extinção dos trabalhos do colegiado ocorreu horas depois de o relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) ler o parecer sobre o tema na comissão mista de deputados e senadores, onde está sendo discutido um texto consensual antes da votação nas duas Casas.

A decisão de Lira foi tomada num momento de divergência entre o governo e a comissão mista. A equipe econômica queria uma proposta de reforma tributária fatiada, em que temas específicos fossem votados na medida em que houvesse acordo.

O fatiamento da reforma também era defendido pelo presidente da Câmara, com o argumento de iria facilitar a tramitação da proposta. Ribeiro, entretanto, apresentou um relatóriono qual propôs a unificação de cinco tributos no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), texto considerado amplo pelo governo.

Fonte: Agência Brasil

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Política

Senado aprova projeto de Ciro que prioriza mulheres vítimas de violência em programas de habitação

Laurivânia Fernandes

Publicado

em

Foto: Agência Senado

O plenário do Senado Federal aprovou, na quinta-feira (06), um projeto (PL 4692/2019) do senador Ciro Nogueira (Progressista) que prioriza as mulheres de baixa renda vítimas de violência doméstica em programas de habitação como o Minha Casa, Minha Vida.

Ciro defendeu que, ao facilitar o acesso dessas mulheres à casa própria, elas terão uma nova oportunidade de recomeçar suas vidas em um ambiente seguro, livre de seus agressores. “Acredito que com a autonomia alcançada ao ter seu próprio lar, essas mulheres consigam deixar de vez o ciclo aprisionador de violência”, argumentou.

O senador citou dados do ministério dos Direitos Humanos, divulgados em março deste ano, que revelam que foram registradas 105.821 denúncias de violência contra a mulher nas plataformas do Ligue 180 e do Disque 100 em 2020. Segundo ele, as estimativas do IBGE apontam para cerca de 1,3 milhão de mulheres agredidas dentro de casa a cada ano no Brasil.

“Por não terem um lugar para fugir ou levar seus filhos, essas mulheres muitas vezes ficavam presas ao agressor”, afirmou. Para ele, os números apontam para a necessidade de aprimoramento das políticas públicas, como forma de dar meios para que as vítimas possam escapar da situação de violência ainda no começo das agressões.

O PL 4692/2019 será agora analisado pela Câmara dos Deputados.

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