O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as fraudes atribuídas ao Banco Master representam o "maior roubo da história do Brasil", destacando o prejuízo causado a milhões de cidadãos em diversos estados e municípios. O chefe do Executivo ressaltou que a prisão do banqueiro responsável e a intervenção que fechou a instituição financeira ocorreram durante a sua gestão.
Diante de suspeitas que envolvem políticos e agentes públicos, Lula alertou que a democracia não pode se tornar refém de vazamentos seletivos. O presidente cobrou que a presidência da Suprema Corte e a Procuradoria-Geral da República (PGR) liderem o processo para assegurar a integridade e a credibilidade das apurações.
Por fim, o mandatário defendeu reformas profundas nos sistemas político e Judiciário, exigindo que autoridades coloquem o compromisso público acima de interesses particulares e enfatizando que a investigação deve avançar sobre todos os envolvidos, "sem blindagem de ninguém, doa a quem doer".