Flávio Nogueira pode voltar ao PDT para disputar o Senado, com WD na vice

Com as especulações sobre a candidatura de Wellington Dias a vice de Rafael Fonteles , negadas por Dias e descartadas por Rafael , abre-se um novo cenário político. Caso essa configuração se concretize e Rafael seja reeleito, o PSD teria quatro anos de mandato no Senado. Diante disso, surge a possibilidade de Flávio Nogueira retornar ao PDT para disputar a vaga, garantindo uma votação expressiva que poderia fortalecer candidaturas petistas ameaçadas, como as de Florentino Neto, Merlong Solano e Franzé Silva.No entanto, toda essa engenharia política ainda não conta com a simpatia de Rafael Fonteles, mas parece alinhar-se perfeitamente com os interesses de Wellington Dias.

Contra a vontade de Ciro, vereador aliado de Júlio César assume a Semel

Enquanto Júlio César ainda disputa uma vaga no Senado, a nomeação do vereador Zé Neto (MDB) para a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel) não contou com a simpatia do senador Ciro Nogueira, aliado de Silvio Mendes. Zé Neto, mais próximo da família Lima, agora terá um espaço estratégico na Prefeitura de Teresina para fortalecer sua ligação com o público esportivo da capital. Além disso, outro aliado de Júlio César já ocupa um cargo na Semdrogas, órgão estadual que também mantém iniciativas voltadas para lazer e juventude.Com isso, ambas as pastas ampliam seu alcance eleitoral, principalmente entre os jovens—fator que pode ter desagradado Ciro Nogueira. No fim, a nomeação de Zé Neto reflete uma característica já conhecida de Silvio Mendes: suas decisões políticas seguem seu próprio roteiro.

 Programa Primeiro Passo: a última chance de Wellington Dias

Fonte:Uol

O presidente Lula já teria avisado ao ministro Wellington Dias que o programa Primeiro Passo será sua prova de fogo para permanecer à frente do ministério. O governo lida com números preocupantes: cerca de 19 milhões de brasileiros possuem pequenos negócios com CNPJ, mas ainda dependem do Bolsa Família e do CadÚnico. A missão de Dias será transformar essa realidade. O presidente quer fortalecer esses negócios para que seus donos não precisem mais se declarar como miseráveis. Para isso, o ministério comandado por Wellington Dias terá a chance de oferecer garantias à rede bancária para liberar até R$ 21 mil a esses microempreendedores, incentivando sua independência financeira. No entanto, há uma meta clara: se pelo menos 1 milhão desses CNPJs não conseguirem sair da dependência do Bolsa Família, o ministro poderá ser substituído e voltar ao Senado.

Imigração e desafios sociais em Teresina.

Fonte:Redes Sociais 

Hoje, no programa Ronda Campeão, da TV Meio, vamos discutir os impactos da imigração em Teresina. No quadro PodCampeão, às 12h30, especialistas e convidados vão debater como a presença de imigrantes tem transformado a cidade. Nos últimos meses, muitos venezuelanos deixaram as ruas após o alerta de que poderiam perder o Bolsa Família, benefício que alguns recebem. Além disso, há relatos sobre colombianos envolvidos em agiotagem ilegal e casos de pequenos furtos atribuídos a imigrantes de origem marroquina.O programa de hoje trará uma análise aprofundada desses desafios e das possíveis soluções. Participe dessa discussão!

Teresa  Brito é nomeada assessora especial de Rafael Fonteles. 

A ex-deputada estadual Teresa Brito deixou a Ouvidoria da Alepi, cargo que ocupou na gestão de Franzé Silva, e chegou a conversar com o prefeito de Teresina, ensaiando um possível alinhamento político. No entanto, foi no governo de Rafael Fonteles que encontrou espaço, sendo nomeada assessora especial do governador. Com o PV mantendo sua federação com o PT, Teresa teria aceitado o convite do Palácio de Karnak, garantindo sua permanência na cena política. Durante seu mandato na Alepi, destacou-se na oposição, sendo uma voz ativa na defesa da saúde para os mais humildes em todo o Piauí. Agora, sua atuação continua, mas em um novo papel: aliada e assessora, com remuneração estimada em torno de R$ 12 mil.

Lula derrete em popularidade no Brasil, segundo a Quaest.

O presidente Lula alcançou o pior índice de aprovação de todos os seus governos. De acordo com a pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira, 56% dos brasileiros desaprovam sua gestão, enquanto apenas 41% a aprovam o menor índice desde o início deste mandato. A desaprovação cresce, inclusive, entre os mais pobres, público que historicamente apoiou Lula devido aos programas sociais. Além disso, a rejeição ao governo começa a se consolidar no Nordeste, região onde o presidente sempre teve forte respaldo eleitoral. Os dados sugerem que a estratégia de demonizar Bolsonaro sem uma administração eficiente do país pode não estar surtindo efeito para a esquerda.