A casa caiu: filho de Lula é acusado de receber mesada de R$ 300 mil no esquema do INSS.

 O depoimento de uma testemunha à CPMI do INSS colocou nesta semana o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, no centro de novas suspeitas. Segundo Edson Claro, ex-funcionário do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, o filho do presidente teria recebido pagamentos mensais de cerca de R$ 300 mil ligados ao esquema de fraudes investigado no Instituto Nacional do Seguro Social. De acordo com a fala do depoente, além da chamada “mesada”, negócios vinculados a Lulinha poderiam ter recebido repasses que somariam até R$ 25 milhões. A CPI apura um sistema nacional de fraudes envolvendo empréstimos consignados irregulares e descontos ilegais sobre aposentadorias e pensões. Apesar da gravidade do depoimento, a base governista barrou o pedido de convocação de Lulinha para prestar esclarecimentos à comissão. A oposição chamou a decisão de “blindagem”, afirmando que o filho do presidente deveria responder publicamente sobre as acusações. Já governistas afirmaram que não há provas materiais apresentadas até o momento, apenas declarações e suspeitas, o que, segundo eles, impediria a convocação imediata. Com o veto ao depoimento de Lulinha, a CPI segue analisando contratos, movimentações financeiras e depoimentos de outros envolvidos no esquema. As denúncias mantêm pressão sobre o governo e prometem novos capítulos nas próximas semanas.



Quando o aliado vira ameaça. 

No PT do Piauí, a regra parece simples: aliado ajuda, desde que não queira a cadeira. A deputada Bárbara do Firmino e o marido, Breno Macedo, são vistos nos bastidores como “escadinhas”  serviriam para somar votos sem sentar na Assembleia. Enquanto isso, o vereador Draga Alana, campeão de votos em Teresina, segue barrado. O motivo que corre pelos corredores? Tem voto demais para entrar sem tirar vaga de cardeais petistas. Nos discursos, o PT defende alianças. Na prática, exige que os aliados não passem do limite: somar pode, ocupar não.



O “café com bobagem” que não adoça a política em Parnaíba. 

Fonte: Redes Sociais 

Segundo o blogueiro parnaibano B. Silva, o prefeito de Parnaíba tem apostado num ritual semanal que ele batizou de “café com bobagem”: um encontro em que o gestor abre as portas da própria casa, abraça convidados, posa para fotos, faz promessas e tenta transformar cordialidade em política pública. Para as redes sociais, o cenário rende likes. Para o dia a dia da cidade, porém, sobra pouco resultado. Nos bastidores, a avaliação é de que o prefeito confunde simpatia com gestão, acreditando que o eleitorado se contenta com abraços, selfies e promessas feitas entre uma xícara e outra. Mas, como destacou o blogueiro, o povo não quer “café com bobagem”. Quer benefícios concretos, obras, serviços eficientes e menos escândalos  que continuam surgindo com frequência no atual governo municipal. Na prática, o café adoça a foto, mas não resolve o amargo das demandas de Parnaíba. O eleitor pode até sorrir para a câmera, mas espera por políticas públicas, não por encontros matinais com sabor de marketing.



Dando a Florentino o que é de Florentino. 

No silêncio das promessas políticas em Parnaíba, uma verdade precisa ser dita: o deputado federal Florentino Neto (PT) anda apagado como parlamentar, pouco aparece em debates nacionais e passa longe do protagonismo na Câmara. Porém, há um ponto em que ele é impossível de ignorar. Florentino tem sido a única voz ativa em defesa do fim do constrangimento anual que atinge moradores de Parnaíba sempre que as chuvas chegam. Enquanto muitos apenas fizeram discurso, soltaram nota ou visitaram bairros alagados para fotos, o petista foi o único a colocar dinheiro real para resolver o problema. O deputado garantiu recursos federais  já licitados para a obra de drenagem na área que mais sofre com enchentes. Trata-se do famoso e tão esperado “piscinão”, promessa antiga, anunciada por vários governos, usada politicamente por muitos, mas só agora com orçamento garantido. Discurso, Parnaíba já viu de sobra. Dinheiro para resolver, só Florentino colocou. E isso, concordem ou não com seu mandato discreto, ninguém pode negar.



Politicagem trava o futebol do Piauí: afastamento na FFP acende alerta. 

O futebol do Piauí vive um momento de ascensão rara, com clubes se estruturando, calendário mais forte e presença crescente em competições nacionais. Mas, no meio desse avanço, a política resolveu entrar em campo e não para ajudar. Uma denúncia de desorganização e desordem fiscal encaminhada pelo Ministério Público colocou a Federação de Futebol do Piauí (FFP) sob investigação. O desgaste levou o presidente Robert Brown  a pedir afastamento voluntário por 90 dias, em um gesto que ele classificou como “transparência”, deixando a CBF livre para nomear um gestor provisório. O problema é que, para boa parte do meio esportivo, o episódio tem cheiro de interferência política, justamente quando a FFP mais buscava estabilidade. O temor é que o futebol piauiense estacione após anos de crescimento, profissionalização e resultados inéditos. Se a denúncia tiver fundamento, que seja investigada e esclarecida. Mas, se for apenas disputa política travestida de moralismo, o prejuízo não será a Robert Bräun  será de todo o futebol piauiense. Que a bola continue rolando no campo, e não no gabinete.



José de Freitas: denúncia aponta influência de “irmãos” em contratos da gestão Pedro Gomes. 

Prefeito Pedro Gomes 

Em discurso na Câmara Municipal, o vereador Olarte fez um alerta que tem repercutido fora das paredes do Legislativo: segundo ele, dois irmãos estariam negociando contratos dentro da administração do prefeito Pedro Gomes (PT). Os citados seriam o ex-prefeito Róger Minhares e seu irmão, o advogado Samartin, apontados como articuladores de locações e serviços para a prefeitura, mesmo após a mudança de comando. A acusação não parte apenas do parlamentar. Parte da população também atribui a presença dos dois nos bastidores aos primeiros “tombos” da gestão Pedro Gomes, que enfrenta críticas pela suposta dependência de quem deveria ter deixado o poder junto com o término do mandato anterior. Se confirmada a ingerência, o caso enfraquece a imagem de renovação prometida pelo novo governo. Para evitar que a prefeitura carregue decisões alheias à sua vontade, Pedro Gomes terá de responder aos sinais de interferência e decidir se rompe ou mantém a herança política que pode comprometer sua administração.