Um informante da Polícia Federal afirmou, em depoimento, que Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger, teria facilitado o acesso de pessoas ligadas a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ao Ministério da Saúde.
Segundo o relato, Berger ocupava o cargo de secretário-executivo da pasta no período mencionado. Ele e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, teriam sido apontados por investigadores como intermediários em contatos entre Lulinha e empresários interessados em negócios relacionados à área da saúde.