Siga as Redes Sociais

Esporte

Final da Copa América marca retorno da seleção ao Maracanã

Publicado

em

Jogar no Maracanã será novidade para boa parte da seleção brasileira no domingo, na final da Copa América contra o Peru. O estádio mais tradicional do futebol brasileiro perdeu tanto espaço nos últimos que a decisão do título marca a estreia no local de alguns jogadores e, de certa forma, até do técnico Tite.

Depois de bater a Argentina por 2 a 0, no Mineirão, e garantir vaga na final, o treinador revelou o quanto esperava pela oportunidade de atuar como técnico da seleção no Maracanã, algo ainda inédito.

“Eu vou me tornar verdadeiramente técnico da seleção brasileira. A ‘boleirada’ sempre fala que só se torna jogador se jogou no Maracanã. É a mesma coisa com treinador. Eu vou trabalhar pela primeira vez como técnico da seleção no Maracanã”, comentou Tite.

Mesmo jogadores importantes da seleção atual não tiveram a chance de jogar no mítico estádio. O volante Casemiro, por exemplo, foi revelado pelo São Paulo enquanto o Maracanã passava por obras e não atuou lá. O atacante Firmino deixou o Brasil muito cedo, ainda aos 19 anos, jamais disputou partidas da Série A do Brasileiro e vai pisar pela primeira vez no local na grande decisão.

Outros atletas só estiveram no antigo Maracanã antes da grande reforma realizada para a Copa de 2014. É o caso do meia Philippe Coutinho. “Sou do Rio, estou feliz por voltar a jogar na minha cidade. O Maracanã fica perto do bairro onde nasci (o Rocha)”, comentou.

O lateral Alex Sandro se lembra com detalhes da sensação especial de ter jogado no Maracanã. “Eu fiz uma assistência pelo Santos em um jogo contra o Fluminense. É sempre uma emoção especial jogar no Maracanã. É o estádio em que todos os garotos sonham em um dia jogar”, afirmou.

HISTÓRICO – A última vez que a seleção principal jogou no estádio foi em 30 de junho de 2013. O Brasil derrotou a Espanha por 3 a 0 na final da Copa das Confederações, naquele que foi o último título da seleção.

A ausência de jogos do Brasil se deve principalmente e a imbróglios da administração do Maracanã. O Consórcio Maracanã tentou devolver a gestão ao governo estadual alegando quebra de contrato. Em grave crise financeira, o Estado do Rio se negou a receber de volta.

Sem que os gestores se entendessem, o Maracanã passou a conviver com gramado ruim, ausência de assentos em parte da arquibancada e até furto de material. Assim, a CBF decidiu evitar o estádio. Neste século o Brasil só jogou no Maracanã quatro vezes. No Rio, o time de Tite chegou a fazer um amistoso em janeiro de 2017, contra a Colômbia, realizado no Engenhão.

Fonte: Isto É

Olimpíada

Rebeca Andrade faz história e conquista a prata na ginástica de Tóquio

Publicado

em

Foto: Getty Images

O sorriso de Rebeca Andrade logo após o primeiro salto que abriu sua participação na final do individual geral da ginástica artística já dizia como seria aquela disputa. Ela começou brilhando e terminou como vice-campeã olímpica nos Jogos de Tóquio na maior façanha de uma ginasta brasileira na história.

A paulista de Guarulhos, de 22 anos, pareceu não ter sentido a pressão por um bom desempenho, que aumentou depois de a favorita Simone Biles desistir de competir para cuidar de sua saúde mental. Mesmo sem a melhor ginasta da atualidade na disputa, Rebeca deu um show de talento e conquistou um resultado histórico no Centro de Ginástica de Ariake.

A brasileira, que nos Jogos do Rio tinha ficado na 11ª posição no individual geral, totalizou 57.298 pontos na soma dos quatro aparelhos, ficando na segunda posição. A medalha de ouro ficou com Sunisa Lee, dos Estados Unidos, e o bronze com Angelina Melnikova, do Comitê Olímpico Russo. Rebeca ainda vai atrás de mais dois pódios no Japão porque está nas finais de salto e do solo. E o ouro só não veio por causa de dois erros no solo, sua especialidade.

O resultado coroa uma atleta que sempre foi muito talentosa, mas teve problemas de lesão que a tiraram de eventos importantes. Mas agora, bem fisicamente, mostrou ao mundo suas qualidades e ganhou aplausos ao se apresentar no salto, barras assimétricas, trave e no solo ao som instrumental de “Baile de Favela”.

Rebeca poderia ter tido uma projeção maior antes não fossem as graves lesões que sofreu. Em 2019 ela foi submetida a uma terceira cirurgia no joelho direito (ligamento cruzado anterior) que a deixou fora do Mundial. Por causa de uma lesão idêntica dois anos antes, ela também perdeu o Mundial e os Jogos Pan-Americanos de Lima.

Por causa da pandemia de covid-19, veio o adiamento para os Jogos de Tóquio e isso para ela foi bom, porque ela pôde se recuperar ainda mais da lesão e ganhar ritmo de competição. Acabou se classificando para a Olimpíada no Campeonato Pan-Americano, realizado no Rio, mostrando séries boas nos aparelhos.

Rebeca começou na ginástica artística em Guarulhos. Sua tia estava trabalhando no Ginásio Bonifácio Cardoso e descobriu que haveria um teste. A mãe da garota permitiu que ela fizesse o teste e foi aprovada logo quando tinha 4 anos. Por ser forte e veloz, logo mostrou que tinha aptidão para aquilo.

Ela treinou por cinco anos lá, entre 2005 e 2010. Mas passou por muitas dificuldades. De família humilde, muitas vezes não tinha como ir até o local para treinar. A mãe trabalhava como empregada doméstica para cuidar dos oito filhos. Mas desde o início ela recebeu bastante ajuda, tanto dos treinadores quanto dos familiares.

Fonte: Estadão Conteúdo

Continue Lendo

Olimpíada

Mayra Aguiar conquista o bronze e é a 1ª brasileira com 3 medalhas em esportes individuais

Publicado

em

Foto: Vincent Thian

A judoca Mayra Aguiar, 29 anos, conquistou o bronze nas Olimpíadas 2020 nesta quinta-feira (29) e se tornou a primeira brasileira a conquistar três medalhas olímpicas em esportes individuais.

Ela também se consagrou como a primeira atleta do judô do Brasil a conseguir três pódios olímpicos, repetindo o terceiro lugar na categoria até 78 kg que já havia conquistado nos Jogos de Londres-2012 e Rio-2016. 

Na disputa do bronze em Tóquio, Mayra venceu a sul-coreana Hyunji Yoon por ippon, com uma imobilização sobre a adversária com apenas 1 minuto e 18 segundos de luta.

A medalha de Mayra é a sexta do Brasil nos Jogos de 2020.

 “Eu tive medo”, diz judoca

A trajetória até as Olimpíadas 2020 sofreu um baque em setembro do ano passado, quando ela precisou passar por uma cirurgia no joelho esquerdo. Ela retornou às disputas no Mundial realizado em Budapeste, na Hungria, e foi eliminada na segunda rodada.

Mesmo assim, Mayra conseguiu se recuperar a tempo de disputar sua quarta Olimpíada – ela também competiu em Pequim-2008, com uma derrota na estreia da categoria até 70 kg. “Estou bem emocionada mesmo. Acho que é a conquista mais importante para mim”, disse, à TV Globo, logo após conquistar o bronze.

“Foi bem difícil esses últimos anos, esses últimos tempos. Tem que superar, e tem que superar de novo, e de novo… não aguentava mais fazer cirurgia, estava muito cansada. É muito desgastante passar por tudo isso, ainda mais no momento que a gente estava vivendo”, lembrou a judoca.

“Eu tive medo, eu tive angústia, eu continuei, eu acreditei. Por pior que estivesse, a gente tentar fazer o nosso melhor vale a pena. Estou bem emocionada, estou tentando me acalmar, mas está sendo muito importante para mim.”

Agora, a judoca afirma que já inicia a sua preparação para os Jogos de Paris, em 2024, onde buscará o inédito título olímpico. “São 3 anos, passa rápido. Agora é voltar para casa, recuperar e continuar lutando, porque quero estar em Paris e quero esse ouro também.”

Além dos três bronzes olímpicos, Mayra também ganhou seis medalhas em Mundiai: dois ouros (2014 e 2017), uma prata (2010) e três bronzes (2011, 2013 e 2019). 

A campanha do bronze

Mayra estreou diante da israelense Inbar Lanir, já nas oitavas de final da categoria até 78 kg. E a luta durou apenas 40 segundos, tempo necessário para a brasileira aplicar um ippon. Só que se a primeira passagem pelo tatame foi curta e vitoriosa, o que aconteceu na segunda foi o contrário. 

Mayra encarou a alemã Anna-Maria Wagner e viu a atual campeã mundial acabar com o sonho do seu primeiro título olímpico. Nos 4 minutos iniciais, a brasileira foi mais agressiva, mas não conseguiu encaixar o golpe que lhe daria a vitória. Já no golden score, foi anulada pela rival, que aplicou um ippon com 3min47, assegurando a vitória e a passagem às semifinais. Ficou a impressão de que a falta de ritmo a atrapalhou em uma luta mais longa. 

Na repescagem, Mayra contou com punições para avançar à luta pelo bronze. A russa Aleksandra Babintseva recebeu três advertências por fugir do combate. Na visão do juiz, ela buscou escapar de um golpe com a cabeça, evitou a pegada da brasileira e saiu da área de luta.

Derrota precoce de Buzacarini

Já a participação de Rafael Buzacarini (até 100kg) não foi além da primeira luta em Tóquio. Diante do belga Toma Nikiforov, o atual campeão europeu, o brasileiro vinha fazendo um combate equilibrado e até tendo mais iniciativa, mas levou um wazari a 38 segundos do fim e não conseguiu mais se recuperar. 

“Sabia que seria uma luta dura e acabei sofrendo o golpe. Perdi. Eu fico triste. Dei tudo o que eu tinha. Só agradeço a chance de lutar em mais uma Olimpíadas, mas poderia ir mais longe. Desculpa a todos. Eu tentei”, disse Buzacarini, chorando, ao SportV.

Fonte: CNN


Continue Lendo

Olimpíada

Após polêmica de Bárbara, COB pede que atletas evitem redes sociais nos Jogos

Publicado

em

Foto: Pablo Mariano/Getty Images

Após polêmica envolvendo a goleira Bárbara nas redes sociais, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) veio a público na madrugada desta quinta-feira (29/7), pelo horário brasileiro, para “recomendar” aos atletas que se concentrem em suas performances e evitem as mídias sociais durante os Jogos Olímpicos de Tóquio.

“O Comitê Olímpico do Brasil acredita que o período dos Jogos Olímpicos seja um período de muita emoção e extrema sensibilidade. Os ânimos ficam exaltados e é fácil ser absorvido pelas redes sociais, um ambiente ainda mais intenso de opiniões e fértil para discussões”, anunciou a entidade, em comunicado.

“Assim, o COB recomenda fortemente que durante seu período competitivo em Tóquio, atletas e oficiais concentrem-se prioritariamente em sua performance e no contato com seus amigos e familiares através de canais diretos, evitando distrações que podem tirá-los do foco principal.”

A entidade ressaltou ainda que já havia apresentado orientações a todos os atletas do Time Brasil sobre como proceder na redes sociais durante a Olimpíada.

Embora sem citar nomes no comunicado, o COB se manifestou publicamente em razão da polêmica envolvendo a goleira Bárbara, que está em Tóquio com a seleção feminina de futebol, e a atleta canoagem paralímpica Andrea Pontes. As duas discutiram pelas redes sociais após críticas de Pontes ao desempenho de Bárbara na Olimpíada. O bate-boca viralizou, principalmente por conta das palavras de baixo calão utilizadas pela goleira.

A maior parte da discussão aconteceu pelos perfis das duas no Instagram. Ao usar palavras mais fortes e palavrões, alguns de cunho sexual, Bárbara respondeu por mensagem direta. As mensagens privadas só foram vistas porque Andrea Pontes publicou a imagem da discussão em seus stories.

Fonte: Metrópoles

Continue Lendo
Casas Duplex

Trending

Copyright © 2018 Encarando - Silas Freire. Todos os Direitos Reservados.
WhatsApp: 86. 98183-1178 / Fixo: 3234-9879
Email: encarando.com@gmail.com

WhatsApp chat