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Esporte

Saiba quem são os 7 jogadores estrangeiros que podem assinar com clubes brasileiros em 2020

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Imagem Ilustrativa

A cabeça do torcedor até pode estar focada no segundo turno do Campeonato Brasileiro e na reta final da Libertadores. Mas os dirigentes dos principais clubes do país precisam estar pensando além e com olhos já voltados para 2020.

Isso porque já dá para começar a contratar reforços para o próximo ano. E, o melhor de tudo, sem ter de pagar pelos direitos econômicos deles.

Afinal, os jogadores que estão a menos de seis meses do encerramento do seu contrato já podem assinar com outras equipes e concretizar as transferências quando estiverem livres dos vínculos atuais.

Abaixo sete estrangeiros que estão nesta situação e são reforços viáveis do ponto de vista financeiro para os clubes brasileiros.

JORGE VALDIVIA – Meia 35 anos, Chileno e atualmente atua no Colo Colo (CHI).

Valdivia. Foto: Reprodução

Não é raro ver nas redes sociais algum torcedor do Palmeiras pedindo o retorno de Valdivia ao clube. A boa notícia para eles é que o chileno está livre para assinar com uma nova equipe para a próxima temporada. Atualmente camisa 10 do Colo Colo, clube em que iniciou a carreira, o meia tem sofrido menos com os problemas físicos, mas continua destilando declarações e atitudes polêmicas. Valdivia teve duas passagens pelo Alviverde paulista. Entre 2006 e 2008, conquistou um título paulista. De 2010 a 2015, ganhou uma Série B e uma Copa do Brasil.

CARLOS TEVEZ – Atacante, 34 anos, Argentino jogador do Boca Juniors (ARG).

Tevez. Foto: Reprodução

Assim como Valdivia, também fez sucesso por aqui. Em 2005, foi o grande nome do título brasileiro conquistado pelo Corinthians. Depois de uma longa e vitoriosa carreira de sucesso na Europa, com passagens por Manchester United, Manchester City e Juventus, Tevez voltou ao Boca Juniors, clube em que é ídolo. Atualmente reserva nos jogos mais importantes da equipe semifinalista da Libertadores, pode mudar de ares ao término deu contrato. Como dificilmente jogaria em outro time da Argentina devido à identificação com os xeneizes, teria no retorno ao Brasil uma possibilidade interessante.

JAVIER MASCHERANO – Volante, 35 anos, Argentino, atua no Hebei Fortune (CHN).

Mascherano. Foto: Divulgação

Companheiro de Tevez no Corinthians, também desempenhou um belo papel na Europa, onde foi ídolo de Liverpool e Barcelona, antes de se mandar para mercados mais periféricos. Atualmente, cumpre o segundo e último ano do contrato com o Hebei Fortune, apenas 12º colocado do Campeonato Chinês. O próprio representante do jogador admitiu que há uma chance real de essa ser a despedida de Mascherano do futebol de outros continentes e que o destino do volante possivelmente está nas Américas. Seu futuro óbvio é a Argentina, mas vale lembrar que os times brasileiros têm condições de pagar melhores salários.

GIOVANNI MORENO Meia, 33 anos, Colombiano, é jogador do Shanghai Shenhua (CHN).

Moreno. Foto: Divulgação

Um dos primeiros nomes importantes que se mudaram para a China, o meio-campista defende o Shanghai Shenhua desde 2012 e é o maior artilheiro da história do clube, com 75 gols. Muito criativo e participativo nas jogadas ofensivas, Moreno certamente se naturalizaria chinês se já não tivesse mais de 20 partidas pela seleção colombiana no currículo. Como não tem essa possibilidade, pode optar por voltar à América do Sul ao fim desta temporada. É um belo nome para o clube brasileiro que anda desesperado por um camisa 10 mais tradicional.

EZEQUIEL LAVEZZI – Meia-atacante, 34 anos, Argentino, atua pelo Hebei Fortune (CHN).

Lavezze. Foto: Divulgação

Dono de um maiores salários do mundo (20 milhões de euros anuais, ou cerca R$ 92 milhões), o ex-jogador da seleção argentina sabe que seus ganhos vão cair drasticamente no próximo ano. No entanto, Lavezzi já declarou que não tem nenhuma intenção de continuar na China depois do fim do vínculo com o Hebei Fortune e que irá voltar à América do Sul. San Lorenzo e Rosario Central são os clubes favoritos para contratá-lo, mas até mesmo times medianos do Brasil têm condições de lhe pagar mais do que essas equipes argentinas.

NICO GAITÁN – Meia 31 anos, Argentino, Chicago Fire (EUA).

Gáitan. Foto: Getty Images

O meio-campista disputou 19 partidas pela seleção argentina, teve ótima passagem pelo Benfica e também jogou no Atlético de Madri. Hoje, está em sua primeira temporada na MLS (Major League Soccer). Como assinou contrato de apenas um ano com o Chicago Fire, com possibilidade de uma renovação para 2020, pode ir embora se quiser. Apesar de menos badalado que outros nomes dessa lista, Gaitán é um pouco mais jovem e tem mais lenha para queimar.

LUCAS BARRIOS – Atacante, 34 anos, Paraguaio, joga no Huracán (ARG).

Barrios. Foto: Divulgação

Velho conhecido do torcedor de Palmeiras e Grêmio, o ex-atacante da seleção paraguaia vive o pior momento de sua carreira e só marcou três gols pelo Huracán neste ano. Apesar da péssima fase, ainda é um nome pesado no futebol brasileiro e poderia tentar se reinventar por aqui. Aos 34 anos, Barrios já não serve mais para os grandes clubes do país, mas poderia fazer um barulhinho nas equipes que normalmente ficam na parte de baixo da tabela de classificação da Série A.

Fonte: Uol

Olimpíada

Simone Biles não disputará final individual geral da ginástica; Rebeca Andrade chega com melhor nota

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Simone Biles em sua única apresentação na final por equipes. Foto: MARTIN BUREAU / AFP

Maior estrela da ginástica nos Jogos Olímpicos, Simone Biles está fora da disputa das finais do individual geral. O anúncio foi feito pelo perfil da Federação Americana de Ginástica, que afirmou “apoiar a decisão” da atleta. Anteriormente, ela declarou que preocupações com sua “saúde mental” a levaram a abandonar a final por equipes na Olimpíada de Tóquio nesta terça-feira. Com a desistência da melhor do mundo, a brasileira Rebeca Andrade chega à decisão com o melhor somatório de notas da fase classificatória.

“Após avaliação médica adicional, Simone Biles foi retirada da final individual geral dos Jogos Olímpicos de Tóquio com o objetivo de focar em sua saúde mental. Simone continuará a ser avaliada diariamente para determinar se participará ou não das finais de eventos individuais da próxima semana. Jade Carey, que teve a nona pontuação mais alta nas qualificações, participará em seu lugar no individual geral. Apoiamos de todo o coração a decisão de Simone e aplaudimos sua bravura em priorizar seu bem-estar. Sua coragem mostra, mais uma vez, porque ela é um exemplo para tantos”, informou a entidade em nota oficial.


Anteriormente, Simone Biles ficou de fora da disputa por equipes. Logo após ser colocada na reserva, a Federação Americana de Ginástica soltou um comunicado afirmando que a ginasta foi afastada por “problema médico” e que ela “será avaliada diariamente para determinar a liberação médica para competições futuras.”

– Assim que eu piso no tablado, sou só eu e a minha cabeça, lidando com demônios. Tenho que fazer o que é certo para mim e me concentrar na minha saúde mental e não prejudicar minha saúde e meu bem-estar. Há vida além da ginástica  – explicou a americana depois que sua equipe foi derrotada pelo quarteto russo em sua ausência, ficando com a prata.

Na zona mista, após a competição, ela admitiu que a autoconfiança está falhando. Apesar da grandiosidade de um evento como os Jogos Olímpicos, Biles afirmou que, no fim do dia, as ginastas só querem sair do ginásio, mas não arrastadas por uma maca.

–Não confio tanto em mim como antes. E não sei se é a idade – fico um pouco mais nervosa quando faço ginástica. Sinto que também não estou me divertindo tanto.

Biles também justificou a decisão como uma forma de se autopreservar e não prejudicar a equipe.

– Eu senti que seria melhor ficar em segundo plano, trabalhar minha concentração e bem-estar, pois sabia  que as meninas fariam um trabalho absolutamente excelente. Não queria arriscar uma medalha – disse.

Chegou a Tóquio como o principal nome das Olimpíadas, que não conta mais Usain Bolt nem Michael Phelps. O peso de ser a melhor do mundo de todos os tempos cobrou seu preço. Logo após a classificatória,  ela escreveu em seu Instagram: “Eu realmente sinto, às vezes,  como se eu tivesse o peso do mundo sobre as minhas costas. Eu faço parecer que a pressão não me afeta mas, às vezes, é difícil”.

Biles já conquistou seis medalhas olímpicas, sendo cinco na Rio-2016 (quatro ouros e um bronze) e a medalha de prata por equipes nesta terça-feira em Tóquio.

Fonte: O Globo

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Olimpíada

Após vencer Arábia Saudita, Brasil se classifica em 1º no futebol nas Olimpíadas

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Foto: Getty Images

Em um jogo difícil por causa da retranca do adversário, a seleção brasileira venceu a Arábia Saudita por 3 a 1 pelo torneio de futebol masculino das Olimpíadas de Tóquio. Os gols foram de Matheus Cunha e Richarlison (2). O atacante do Everton, da Inglaterra, chegou à artilharia da competição, com 5 gols.

Com o resultado, terminou o Grupo D na primeira posição e agora aguarda adversário, que virá do Grupo C da competição. O jogo será no próximo sábado, às 7h, em Saitama.

A seleção brasileira havia estreado com vitória contra a Alemanha, por 4 a 2. Na partida seguinte, empatou com Costa do Marfim por 0 a 0. Já Arábia Saudita tinha perdido seus dois jogos anteriores no Grupo D e entrou em campo já eliminada da competição.

No outro jogo da chave, a Costa do Marfim empatou com a Alemanha por 1 a 1. O empate favoreceu a seleção africana, que se classificou para as quartas de final na segunda posição do Grupo D.

O técnico Saad Al Shehri, armou a Arábia Saudita no 5-4-1, uma retranca que tentava conter o ímpeto ofensivo da seleção brasileira. O Brasil, por sua vez, manteve o esquema 4-3-3, com Matheus Henrique substituindo Douglas Luiz, expulso na partida anterior, contra a Costa do Marfim.

A equipe brasileira, de fato, tinha bastante dificuldade de passar pela marcação saudita. Mas a bola parada colocou o Brasil em vantagem. Em cobrança de escanteio feita por Claudinho, Matheus Cunha desencantou. Depois de perder várias oportunidades, principalmente na estreia contra a Alemanha, o centroavante desviou de cabeça para colocar a seleção brasileira na frente aos 13 minutos.

Com a vantagem, a equipe se acomodou. A Arábia Saudita não parecia ameaçar, mas chegou ao empate aos 26 minutos graças à falha da defesa brasileira. Após cobrança de falta, o zagueiro Al Amri, sem marcação, desviou de cabeça, sem chance de defesa para o goleiro Santos.

Na segunda etapa, o técnico André Jardine tirou Antony, apagado no primeiro tempo, e colocou Malcom, tentando melhorar a movimentação do ataque da seleção brasileira. Com o congestionamento de defensores sauditas na entrada da área, o Brasil tinha muita dificuldade de penetração.

Em um rara oportunidade, aos 20 minutos, Matheus Cunha finalizou para a boa defesa de Al Bukhari. No rebote, com o gol escancarado, o atacante voltou a perder boa oportunidade, chutando na trave.

A Arábia Saudita também abusava das faltas. Na cobrança de uma delas, Daniel Alves cruzou, a zaga afastou mal e Bruno Guimarães deu passe de cabeça para Richarlison também cabecear para o gol.

Já nos acréscimos, aos 47 minutos, Richarlison recebeu cruzamento na área e só tocou para o gol vazio. Era o gol que matava o jogo e colocava o atacante como artilheiro da competição, com 5 gols.

ARÁBIA SAUDITA

Al-Bukhari; Abdulhamid, Al-Amri, Khalifa Al-Dawsari (Al-Ghannam, aos 43/2ºT), Hindi e Al-Shahrani; Ali Al-Hassan (Mukhtar, aos 15/2ºT) , Al-Faraj (Al-Omran, aos 43/2ºT), Sami Al-Naji (Ghareeb, aos 15/2ºT) e Salem Al-Dawsari; Al-Hamddan (Al-Brikan, aos 30/2ºT). T.: Saad Al-Shehri

BRASIL

Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos e Guilherme Arana (Abner, aos 43/2ºT); Bruno Guimarães (Gabriel Menino, aos 38/2ºT), Matheus Henrique e Claudinho (Reinier, aos 25/2ºT); Antony (Malcom, no intervalo), Matheus Cunha (Gabriel Martinelli, aos 38/2ºT) e Richarlison. T.: André Jardine

Local: Estádio Saitama, em Saitama (Japão)
Árbitro: Bamlak Tessema (Etiópia)
Cartões amarelos: Al-Shahrani, Khalifa Al-Dawsari (Arábia Saudita); Guilherme Arana, Gabriel Martinelli, Daniel Alves (Brasil)
Gols: Matheus Cunha, aos 13/1ºT (0-1), Al-Amri, aos 26/1ºT (1-1), Richarlison, aos 30/2ºT (1-2), Richarlison, aos 47/2ºT (1-3)

Fonte: Folhapress

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Olimpíada

Simone Biles é retirada de final por equipes na ginástica e vive drama em Tóquio

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Foto: Getty Images

A ginasta Simone Biles ficou fora da final por equipes do time dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 nesta terça-feira. Sem ela, o time americano perdeu o ouro para as rivais russas. A americana viveu talvez o maior de seus dramas em competições internacionais. No Centro de Ginástica Ariake, ela se perdeu em um movimento simples e de sua especialidade, pisou torto na aterrissagem do salto e possivelmente sentiu o tornozelo. A falha foi em seu primeiro aparelho na final por equipes. Imediatamente foi retirada da disputa pelo treinador.

Os Estados Unidos não divulgaram claramente o motivo da retirada de Simone Biles das provas. Ela também vem sendo muito cobrada para ganhar tudo, uma pressão que parecia não ter na edição dos Jogos do Rio-2016. Dona de quatro medalhas de ouro e um bronze há cinco anos, a ginasta de 24 anos está classificada para outras cinco finais individuais em Tóquio. Ela se garantiu nas provas mesmo não tendo feito apresentações perfeitas.

O jornal americano The New York Timesinforma que ela havia planejado fazer um salto em Yurchenko com duas voltas e meia na saída, mas mudou de ideia e executou o movimento com apenas uma volta e meia sobre o corpo. Foi quando ela caiu mal. Os pés não ficaram juntos. O salto errado foi um golpe enorme também para a equipe dos Estados Unidos, que não tiveram forças para reagir. O salto recebeu 5,0 pela dificuldade. Sua pontuação total foi de 13,766 – extremamente raro para alguém com seu histórico e habilidade na ginástica.

Dessa forma, Simone Biles abandonou a competição por equipes, de acordo com Carol Fabrizio, porta-voz da ginástica americana em Tóquio. Fabrice não explicou o motivo da desistência. Mas há muita preocupação. A Confederação de Ginástica dos Estados Unidos soltou um comunicado que não diz muita coisa. “Simone desistiu da competição final por equipes devido a um problema médico. Ela será avaliada diariamente para determinar a liberação para competições futuras”. Não se sabe qual é o grau da lesão da competidora.

De qualquer forma, ela tem mais dois dias para se colocar em pé novamente. Se não tiver condições, possivelmente chegará a notícia de sua desistência. Se a contusão tiver dor suportável para ela, Simone Biles poderá pedir para competir. Nenhuma outra atleta é chamada em seu lugar para as decisões.

Fonte: Estadão Conteúdo

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