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Esporte

Vasco enfrenta o São Paulo na torcida para atacante Marrony receber propostas

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Atacante Marrony. (Foto: Mauro Pimentel/STF)

Sem muitas esperanças de fazer grande negócio com Talles Magno a curto prazo, o Vasco aponta suas atenções para Marrony. O atacante é a maior aposta do clube para gerar dinheiro na janela do fim de ano e promover o aumento de receitas que a diretoria tanto almeja para fechar as contas em 2019. Nesta quinta-feira, às 20h30, contra o São Paulo, no Morumbi, ele terá a primeira das últimas quatro partidas no ano para despertar a atenção de potenciais interessados na contratação do jogador de 20 anos.

O viés é de alta. Após um Campeonato Brasileiro irregular, emplacou boa atuação no empate em 4 a 4 com o Flamengo, e abriu a expectativa de que o fim de 2019 poderá ser produtivo. Internamente, sabe-se que ele está no radar do futebol europeu — o Newcastle foi quem chegou mais perto de fazer uma proposta, mas depois de ouvir a pedida cruz-maltina — cerca de R$ 94 milhões —, o clube inglês recuou.

O Vasco tem noção de que não conseguirá uma proposta por Marrony que resolverá a vida financeira do clube a curto prazo, a exemplo do que aconteceria caso os planos para Talles Magno tivessem dado certo. Mas de qualquer forma, a necessidade de novos recursos para fechar o ano bate à porta e a diretoria está aberta para ouvir ofertas. Sua multa rescisória é de cerca de R$ 164 milhões.

O mesmo cabe pelo lado de Marrony. Os responsáveis pela carreira do atacante sabem da necessidade do Vasco fazer dinheiro e apostam na chegada de ofertas nos próximos dois meses. Entretanto, reafirmam que não existe desespero para fazer negócio — o atleta está feliz em São Januário e com o momento vivido.

Força (quase) máxima

Para o jogo desta quinta-feira, o Vasco terá o zagueiro Leandro Castan, que conseguiu um efeito suspensivo em cima da suspensão de quatro jogos que recebeu por ter insultado a arbitragem da partida contra o Palmeiras.

O técnico Vanderlei Luxemburgo estará no banco de reservas. Fora das atividades durante a semana para tratar de um câncer de pele, deve comandar a equipe e colocar força quase máxima em campo no Morumbi. A exceção é Talles Magno, lesionado.

Fonte: Extra

Olimpíada

Skatista Rayssa Leal faz história e conquista prata nas Olimpíadas aos 13 anos

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Foto: Getty Images

A skatista Rayssa Leal, 13, gravou seu nome na história do esporte e dos Jogos Olímpicos nesta segunda-feira (26), com a medalha de prata na categoria street das Olimpíadas de Tóquio-2020.

Essa é a primeira vez que o skate é disputado nos Jogos, e o Brasil já havia saído com uma medalha no primeiro dia do street, a prata de Kelvin Hoefler neste domingo (25). As provas da categoria park serão realizadas em 4 e 5 de agosto.

Se antes havia a expectativa de um pódio duplo ou até triplo, já que o Brasil tinha algumas das principais participantes da prova, coube a Rayssa a responsabilidade de buscar a medalha sozinha, após as surpreendentes eliminações de Pâmela Rosa e Leticia Bufoni nas eliminatórias.

Rayssa Leal, fenômeno do esporte aos 13 anos, é a participante mais nova do Brasil na história dos Jogos e agora também a mais nova medalhista do país.

Natural de Imperatriz (MA), ela ganhou projeção nas redes sociais aos 6, com um vídeo em que aparecia acertando manobras vestida com uma fantasia da personagem Sininho. Isso lhe rendeu o apelido de Fadinha, que a acompanha até hoje.

Nos últimos anos, a atleta de 1,47 m de altura e 35 kg se tornou um dos principais nomes do street no mundo. Foi vice-campeã mundial em 2019 e chegou bem cotada para as Olimpíadas.

O surgimento dela e de outras adolescentes com destaque no skate alimentou o debate sobre a criação de um limite mínimo de idade para participar dos Jogos, algo que já ocorre em outros esportes, como a ginástica artística. O tema deve ser discutido para a próxima edição, em Paris-2024.

No Japão, Rayssa está acompanhada da mãe, Lilian, que tem acesso à Vila Olímpica. Nos últimos dias, ela viralizou ao chamar a lenda Tony Hawk de “tio”, interagir com famosos nas redes sociais e ser adotada com carinho pela torcida brasileira.

Ela, que costuma definir sua relação com o esporte como uma “brincadeira com responsabilidade”, de fato conseguiu encarar a pressão da estreia olímpica de maneira leve e concluiu da forma como está acostumada: sorrindo e com uma medalha no pescoço.

Fonte: Folhapress

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Olimpíada

Rebeca Andrade dá show em Tóquio e se classifica para três finais

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Foto: Gaspar Nóbrega/COB

A ginasta brasileira Rebeca Andrade, de 22 anos, garantiu classificação neste domingo (25/08) em três finais no Centro de Ginástica de Ariake, em Tóquio.

A atleta estará na disputa da medalha no individual geral da Olimpíada, competição na qual passou na segunda posição, com 57,399 pontos, atrás apenas da super favorita Simone Biles. No salto, Rebeca foi a terceira melhor com a média de 15,100 pontos nos dois saltos. No solo, com a apresentação embalada pela música do Baile de Favela, ela obteve a nota 14,066 pontos, ficando somente um décimo atrás da líder, a italiana Vanessa Ferrari.

A primeira final da Rebeca será na quinta-feira (29), às 07h50 (horário de Brasília), no individual geral. As medalhistas no salto serão conhecidas no próximo domingo (1º de agosto) e as melhores do solo brigarão pelas medalhas no dia 2 de agosto.

Flávia Saraiva conseguiu a vaga na final na trave. Mas acabou torcendo o tornozelo direito no solo e teve que abandonar as disputas seguintes. A ideia da atleta é buscar a recuperação física para participar da final da trave prevista para o dia 3 de agosto, às 5h48.

Fonte: Agência Brasil

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Esporte

No skate, Kelvin Hoefler conquista primeira medalha do Brasil nas Olimpíadas 2020

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A primeira medalha do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio 2020 vai ficar na história. Afinal, ela veio na primeira final olímpica do skate, incluído no programa olímpico pela primeira vez na edição de 2021.

Na madrugada deste domingo, o paulista Kelvin Hoefler conquistou a prata no street masculino ao somar 36,15 na grande final, ficando atrás apenas do japonês Yuto Horigomi, que somou 37,18. O americano Jagger Eaton completou o pódio com uma nota geral de 35,35. 

Foi uma final digna de Olimpíadas, e uma performance estelar do brasileiro. Kelvin liderou a bateria durante a primeira metade, viu Horigomi passar à frente nas manobras individuais e fechou de forma perfeita, com sua melhor nota, para garantir a prata. Outro brasileiro, Felipe Gustavo, já tinha feito história ao ser o primeiro skatista a competir nos Jogos Olímpicos.

– Isso aqui representa o skate brasileiro, a nossa garra e a nossa persistência. Isso aqui não é só meu, não, é o skate do Brasil que merece isso aqui, merece até mais. Isso aqui é o começo de uma geração do Brasil que está por vir, e amanhã tem muito mais – disse Hoefler à TV Globo, após receber a medalha de prata. 

O ouro ficou com o melhor skatista do Japão, atual vice-campeão mundial e segundo colocado do ranking, que após um começo decepcionante nas duas voltas, assombrou com quatro manobras quase perfeitas.

Natural de Tóquio, Horigomi teve a melhor nota de toda a competição com um 9,50. O garoto americano Jagger Eaton, de 20 anos, ficou na terceira posição também graças a grandes manobras, mas errou as duas últimas tentativas, perdendo a chance de passar Kelvin e Horigomi.

Fonte: Ge.com 

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