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Alimentos com maconha serão vendidos no Canadá em dezembro

Laurivânia Fernandes

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O Canadá espera iniciar a venda de alimentos com maconha em meados de dezembro, anunciou o governo nesta sexta-feira (14), esclarecendo que produtos como doces e sorvetes, que podem atrair crianças, não serão permitidos.

As novas regras, que se seguem à legalização do uso da maconha aprovado no ano passado, entrarão em vigor no dia 17 de outubro.

Mas as autoridades acreditam que os produtos estarão à venda apenas em meados de dezembro, já que esta nova indústria precisará de tempo para se adaptar aos consumidores.

“As regras adicionais são o próximo passo no processo para reduzir os riscos para a saúde pública e para a segurança da maconha comestível e os extratos de maconha (…), removendo o mercado ilegal destes produtos no Canadá”, disse o representante do governo para a questão, Bill Blair.

Apesar da liberação, não serão permitidos alimentos ou bebidas com maconha com mais de 10 miligramas de THC, o principal composto psicoativo da cannabis. Para extratos, o máximo será de 1.000 mg por embalagem.

As autoridades aconselharão os consumidores a utilizar alimentos ou bebidas com maconha que contenham no máximo 2,5 mg de THC.

A agência governamental Health Canada explicou que os efeitos da maconha ingerida podem tardar até duas horas, no lugar dos segundos após sua inalação.

O efeito da maconha é mais forte quando a droga é ingerida.

Os produtores e distribuidores não poderão anunciar propriedades saudáveis ou dietéticas da maconha ou associá-la a qualquer tipo de bebida alcoólica, o que impedirá a venda da cerveja de cannabis, que algumas empresas estavam desenvolvendo.

Desde a legalização, no dia 17 de outubro, 5,4 milhões de canadenses já compraram maconha, incluindo mais de 600 mil que experimentaram a erva pela primeira vez, segundo a agência de estatísticas do governo.

Fonte: G1

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Sete corpos são encontrados em carregamento de fertilizantes no Paraguai

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Sete corpos em decomposição foram encontrados na sexta-feira (23) dentro de um carregamento de fertilizantes em Assunção, capital do Paraguai, informou a agência de notícias Reuters. O contêiner havia deixado a Sérvia no dia 21 de julho e chegou em solo paraguaio nesta semana.

Os corpos foram descobertos quando gestores da empresa que comprou o fertilizante abriram o carregamento, informou o promotor paraguaio Marcelo Saldivar.

Todas as vítimas eram adultas; duas tinham documentos de identidade marroquinos. Um recibo de uma empresa de táxi da Sérvia também foi encontrado, sugerindo que elas entraram no contêiner naquele país.

De acordo com Saldivar, as pessoas parecem ter sido migrantes que tentavam entrar de forma clandestina na América do Sul.A polícia também encontrou sacos de roupas e uma abertura para ventilação na área do contêiner onde os corpos foram encontrados.

O promotor declarou que a rota da remessa seria verificada, junto com os telefones celulares encontrados com os corpos. As autoridades do Marrocos e da Sérvia também seriam contatadas para tentar determinar a identidade das vítimas.

Fonte: G1

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França amplia toque de recolher para 46 milhões; Irlanda adota lockdown de 6 semanas

Laurivânia Fernandes

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Foto: Michel Euler/AP

O toque de recolher noturno que está em vigor nas principais cidades francesas será ampliado no sábado (26) e passará a afetar 46 milhões de pessoas (dois terços da população francesa), anunciou o primeiro-ministro, Jean Castex, nesta quinta-feira (22).

Castex afirmou que “as semanas que virão serão duras”. O toque de recolher obriga os franceses a ficarem em casa das 21h às 6h, e sua ampliação foi anunciada após o país se tornar o sétimo a ultrapassar um milhão de casos do novo coronavírus.

A medida ocorre em meio ao avanço da segunda onda de infectados em todo o continente. Alemanha e Itália bateram recordes diários de confirmações da doença, e a Espanha também superou a marca de um milhão de casos.

Também nesta quinta, o ministro da Saúde espanhol, Salvador Illa, afirmou que o país precisa de medidas drásticas para combater a pandemia e cogita novas restrições, inclusive toques de recolher.

“A segunda onda é uma realidade. Em muitas áreas do nosso país, a epidemia está fora de controle”, disse Illa a uma rádio. “Insisto que temos que adotar medidas drásticas”.

Já o presidente do instituto de vigilância epidemiológica Robert Koch, responsável por divulgar os dados na Alemanha, afirmou que o país vive uma situação de saúde gravíssima e que “o vírus pode estar se espalhando incontrolavelmente”.

Veja o número de casos e mortes por Covid nos principais países europeus, segundo a Universidade Johns Hopkins:

  • Espanha: 1 milhão de casos e 34,3 mil mortes
  • França: 1 milhão de casos e 34 mil mortes
  • Itália: 465,7 mil casos e 36,9 mil mortes
  • Alemanha: 400,8 mil casos e 9,9 mil mortes

Novo lockdown

A Irlanda se tornou nesta quinta-feira (22) o primeiro país europeu a entrar no segundo confinamento para combater a pandemia.

Os estabelecimentos comerciais não essenciais ficarão fechados por seis semanas, e os irlandeses poderão sair de casa apenas em situações específicas, como trabalhar em um setor considerado essencial e fazer exercícios.

Bares e restaurantes podem servir apenas comida para entrega, mas as escolas continuam abertas.

Com menos de 5 milhões de habitantes, a República da Irlanda tem quase 1,9 mil mortos por Covid e registrou mais de 1,1 mil novos casos na quarta-feira (21). Após ter chegado a um pico de 77 mortes diárias em abril, o número de óbitos atualmente é inferior a 10 por dia.

“O vírus se encontra agora em um ponto em que se propaga de muitas maneiras diferentes”, advertiu o ministro da Saúde, Stephen Donnelly. Ele diz que o segundo confinamento é um “ataque preventivo” e destacou que o país já conseguiu superar com sucesso primeira onda da pandemia.

Fonte: G1

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Papa aprova união civil entre pessoas do mesmo sexo: ‘Eles são filhos de Deus’

Laurivânia Fernandes

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Foto: Vatican Media/Reuters

O papa Francisco aprovou as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo pela primeira vez como pontífice. O fato ocorreu quando ele foi entrevistado para o documentário “Francesco”, que estreou no Festival de Cinema de Roma nesta quarta-feira, 21.

O apoio do papa apareceu na metade do filme, que investiga as questões que mais preocupam Francisco, como meio ambiente, pobreza, migração, desigualdade racial e de renda, e aqueles mais afetados pela discriminação.

“Os homossexuais têm o direito de ter uma família. Eles são filhos de Deus”, disse Francisco em uma de suas entrevistas para o filme. “O que precisamos ter é uma lei de união civil, pois dessa maneira eles estarão legalmente protegidos.”

O jesuíta que mais fez para construir pontes para os gays na Igreja, o padre James Martin, elogiou as observações do pontífice como “um grande passo adiante no apoio da Igreja à comunidade LGBT”. “O pronunciamento do papa em favor das uniões civis também é uma mensagem forte para lugares onde a Igreja se opôs a essas leis”, disse Martin em um comunicado.

Fonte: Estadão Conteúdo

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