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Príncipe dos Emirados Árabes Unidos é encontrado morto em Londres aos 39 anos

Redação Encarando

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O príncipe Khalid Al Qasimi, de 39 anos, segundo filho de um dos xeiques dos Emirados Árabes Unidos, morreu nesta terça-feira (2), segundo o jornal britânica The Guardian. Ele era estilista e estava em Londres após se apresentar, há três semanas, na London Fashion Week.

A polícia londrina trata, até o momento, a morte do príncipe como inexplicada, segundo a BBC. A informação recebida foi de “uma morte súbita em uma propriedade residencial” e agora os investigadores aguardam resultados de exames pós-morte, pois os iniciais foram “inconclusivos”.

O xeique Sultan Bin Muhammad Al Qasimi, líder do Emirado de Sharjah e pai de Khalid, expressou seus sentimentos em uma publicação no Instagram dizendo que o filho estava “sob cuidados de Deus”. Um período de luto de três dias foi decretado nos Emirados Árabes Unidos.

Fonte: Isto É

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Trump abandona entrevista critica apresentadora e ameaça divulgar vídeo

Laurivânia Fernandes

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Foto: Evan Vucci/Photo AP

O presidente dos Estados Unidos e candidato republicano à reeleição, Donald Trump, encerrou uma entrevista para o programa “60 Minutos”, atacou a apresentadora, Lesley Stahl, e afirmou que está considerando publicar a entrevista antes de ela ir ao ar na televisão. 

Trump interrompeu a entrevista na Casa Branca após cerca de 45 minutos e afirmou à equipe do canal de televisão CBS que acreditava que eles já tinham material suficiente, segundo o jornal “The New York Times” e a CNN. 

O presidente dos EUA também se recusou a participar do segmento “walk and talk” do programa (caminhar e conversar, em tradução livre), em que Trump andaria pela Casa Branca ao lado do seu vice-presidente, Mike Pence, e a apresentadora. 

A entrevista foi gravada na segunda-feira (19), para ser exibida no domingo (25). Na noite de terça-feira (20), Trump afirmou em uma rede social que estava pensando em publicar a entrevista antes de ela ir ao ar na CBS “para fins de precisão” e “para que todos possam vislumbrar como a entrevista foi falsa e enviesada”. 

O presidente também publicou um vídeo de 6 segundos da entrevistadora, Lesley Stahl, em que ela está sem máscara e conversa com duas pessoas dentro da Casa Branca, após o fim da entrevista, e escreveu que há “muito mais por vir”.

Uma fonte afirmou à CNN que o vídeo foi feito logo após a entrevista ser encerrada e que Lesley Stahl usou uma máscara desde o momento em que entrou na Casa Branca até o início da gravação. 

Depois, em um comício na Pensilvânia, Trump disse a apoiadores que eles “tinham de assistir o que nós fizemos no ’60 Minutos'”. “Vocês vão se divertir muito com isso. Lesley Stahl não vai ficar feliz”. 

O programa “60 Minutos”, da CBS News, é um dos mais famosos e importantes da televisão norte-americana. 

Entrevista com Biden

O candidato democrata, Joe Biden, e a senadora da Califórnia Kamala Harris, sua candidata a vice, também foram entrevistados pelo “60 Minutos”. A previsão era que todas as entrevistas fossem ao ar no mesmo programa, no domingo. 

Enquanto Biden e Harris gravaram suas entrevistas separadamente, Trump e Pence apareceriam juntos, como fizeram quatro anos atrás. Mas, após encerrar a entrevista, o presidente dos EUA não voltou para a gravação com Pence. 

Trump no ataque

Atrás de Biden nas pesquisas eleitorais, Trump se tornou ainda mais combativo nesta semana, lançando acusações e insultos conforme o tempo se esgota. As eleições nos EUA estão marcadas para 3 de novembro.

Na segunda, Trump chamou de “desastre” o Dr. Anthony Fauci, conselheiro de saúde de seis presidentes americanos e o principal epidemiologista do país, e se referiu ao especialista e outras autoridades de saúde como idiotas. 

Fauci é o maior especialista em doenças infecciosas dos EUA e trabalhou diretamente com Ronald Reagan, George H.W. Bush, Bill Clinton, George W. Bush, Barack Obama e o próprio Trump. 

O último presidente americano que não conseguiu se reeleger foi o também republicano George H.W. Bush, o pai de George W. Bush.

Fonte: G1

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ONU pede à Armênia e ao Azerbaijão que respeitem cessar-fogo

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/Reuters

Os países-membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pediram à Armênia e ao Azerbaijão que respeitem o cessar-fogo, previsto para entrar em vigor no domingo (18), na região de Nagorno-Karabakh.

Numa reunião a portas fechadas na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, o Conselho de Segurança analisou a situação do pequeno território montanhoso, onde o reinício dos combates, em 27 de setembro, já deixou centenas de vítimas.

No encontro, organizado a pedido da França, da Rússia e dos Estados Unidos, os 15 países-membros do conselho juntaram-se ao apelo do secretário-geral da ONU, António Guterres, para que a trégua seja respeitada.

No sábado 17), Guterres condenou os ataques contra a população de Nagorno-Karabakh, em violação da trégua humanitária, acertada no mesmo dia.

“Todas as intervenções dizem a mesma coisa: a situação é má, e as duas partes devem parar e levar em conta os apelos do secretário-geral para um cessar-fogo”, afirmaram vários diplomatas.

A Rússia, que ocupa atualmente a presidência rotativa do conselho, trabalha em uma declaração nesse sentido, acrescentaram.

O texto, cujo conteúdo deverá ser aprovado esta semana pelos países-membros, vai também recomendar à Armênia e ao Azerbaijão que retomem as negociações sob a intermediação do grupo de Minsk, codirigido pela França, Rússia e os Estados Unidos.

Origem do conflito

A região de Nagorno-Karabakh, cuja população é maioritariamente armênia cristã, separou-se do Azerbaijão, muçulmano xiita turcófono, pouco antes da dissolução da antiga União Soviética, em 1991.

A secessão desencadeou uma guerra que causou 30 mil mortos. Em 1994, entrou em vigor um cessar-fogo, marcado por vários conflitos esporádicos, até 27 de setembro passado.

A “trégua humanitária”, que deveria ter entrado em vigor no domingo (18) foi ignorada pelos dois lados, com acusações mútuas sobre novos ataques na segunda-feira. Um primeiro cessar-fogo negociado por Moscou para 10 de outubro nunca foi respeitado.

A ONU adotou quatro resoluções sobre esse conflito no início dos anos 90. Os combates atuais, os mais violentos desde 2016, já entraram na quarta semana.

Fonte: Agência Brasil

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Bombardeio em área residencial deixa 13 mortos na 2ª maior cidade do Azerbaijão

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O governo do Azerbaijão informou neste sábado (17) que 13 civis foram mortos e mais de 50 ficaram feridos na cidade de Ganja, a segunda maior do país, em um bombardeio atribuído à Armênia. Segundo o Azerbaijão, dois projéteis atingiram edifícios residenciais. Já o governo da Armênia acusa o Azerbaijão de bombardeios contínuos no país. 

Essa troca de acusações ocorre em meio à violação a uma trégua mediada pela Rússia, que já durava uma semana, mas que não conseguiu deter os piores combates no sul do Cáucaso desde os anos 1990. 

Jornalistas da agência de notícias AFP flagraram um prédio destruído em Ganja pelo míssil. Por volta das 3h, vizinhos fugiam da área aos prantos, alguns de pijama.

O presidente azeri, Ilham Aliyev, acusou a Armênia de cometer um crime de guerra ao bombardear Ganja. “Se a comunidade internacional não punir a Armênia, nós o faremos”, disse ele. 

Aliyev afirmou ainda que o exército azeri assumiu completamente o controle de duas regiões antes controladas por separatistas, Fizuli e Jabrail. “Estamos dominando o campo de batalha”, disse ele, acrescentando que as forças armadas azeris nunca tiveram como alvo assentamentos civis.

O Ministério da Defesa da Armênia nega os bombardeios e acusa o Azerbaijão de continuar a bombardear áreas povoadas no território de Nagorno-Karabakh, incluindo Stepanakert, a maior cidade da região. Esse território é povoado e governado por armênios e tem sido alvo de disputa pelos dois países (leia mais abaixo)

Dezenas de socorristas trabalhavam em Ganja em busca de sobreviventes. Segundo moradores, mais de 20 pessoas viviam na área atingida. Um vizinho disse ter visto um menino, duas mulheres e quatro homens serem retirados dos escombros.

O gabinete da Procuradoria-Geral do Azerbaijão disse que o bombardeio na área residencial em Ganja por ataques de mísseis atingiu cerca de 20 prédios de apartamentos. A Armênia negou a acusação. 

“Há dias que vivemos com medo. Estamos sofrendo muito. Preferíamos morrer. Eu gostaria que estivéssemos mortos, mas nossos filhos sobreviveriam”, disse a moradora de Ganja Emina Aliyeva, de 58 anos. 

Uma autoridade do Azerbaijão afirmou que um segundo míssil atingiu uma área industrial de Ganja ao mesmo tempo, mas não deu detalhes. A cidade, de mais de 300 mil habitantes, foi atingida no último domingo por outro míssil, que deixou 10 mortos. 

Jornalistas da AFP em Mingecevir, quarta maior cidade do país, localizada a cerca de uma hora de Ganja, afirmaram terem ouvido uma explosão que fez os imóveis tremerem por volta do mesmo horário. A cidade é protegida por uma represa com um sistema antimísseis. Não há se sabe ainda se os mísseis foram destruídos em pleno voo ou se atingiram a cidade.

Fonte: G1

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