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Nova Zelândia zera infecções por coronavírus e retoma normalidade

Laurivânia Fernandes

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Jacina Ardern é elogiada por gestão da pandemia — Reprodução / Reuters TV

 A Nova Zelândia retornará à prática normal depois da meia-noite desta segunda-feira (8), após a nação oceânica informar que não tem mais nenhum caso de infecção pelo novo coronavírus em seu território, anunciou sua primeira-ministra, Jacinda Ardern.

As medidas de isolamento serão rebaixadas ao nível mais baixo, o que, na prática, implica que os cidadãos possam voltar ao trabalho e retomar suas diárias.

Hoje, 75 dias depois (de declarar o nível mais alto de alerta), estamos prontos” para um retorno à normalidade, declarou a primeira-ministra Jacinda Ardern, cuja gestão da pandemia foi elogiada internacionalmente.

A Nova Zelândia, que até o momento confirmou 1.154 infectados, incluindo 22 mortos, entrou em “emergência nacional” em 25 de março, com apenas 50 infectados.

Restrições rigorosas controlaram pandemia

As medidas de restrição, uma das mais rigorosas implementadas no mundo, permitiram ao país controlar a propagação do vírus, e as autoridades de saúde da Nova Zelândia esperam declarar sua erradicação do território em 15 de junho.

“Estamos confiantes de que eliminamos a transmissão do vírus na Nova Zelândia por enquanto, mas a eliminação não é um ponto no tempo, é um esforço continuado”, alertou Ardern, anunciando a retomada da atividade econômica um pouco abaixo dos níveis normais.

O país oceânico, como quase todos os países, foi atingido economicamente pela pandemia que ameaça criar uma profunda crise econômica global.

Para combater esses efeitos, a Nova Zelândia, que reduziu a atividade econômica para um pouco acima da metade de seus níveis normais, aprovou fundos de 12,1 bilhões de dólares neozelandeses (cerca de R$ 36 bilhões), representando 4% do Produto Interno Bruto do país.

“Não estamos imunes ao que está acontecendo no resto do mundo, mas, diferentemente do resto do mundo, protegemos não apenas a saúde dos neozelandeses, mas também começamos nossa recuperação econômica”, afirmou Ardern.

Da mesma forma, o Ministério da Defesa anunciou que hoje encerrou o Período Nacional de Transição decretado em 13 de maio, quando o Estado Nacional de Emergência decretou no início da pandemia expirou.

Fronteiras fechadas e monitoramento digital de surtos

Nem tudo, no entanto, voltará ao normal. A Nova Zelândia manterá as fronteiras fechadas, enquanto estuda criar uma “bolha” aérea com a Austrália, embora isso não tenha data para ocorrer.

“Ninguém quer comprometer as realizações dos neozelandeses”, disse Ardern, evitando estabelecer um cronograma hipotético.

Um dos aspectos principais desse “novo normal” é o uso de um código QR que deve ser escaneado com o celular na entrada e saída das empresas e permite que as autoridades rastreiem rapidamente se surgir um novo surto.

A Nova Zelândia não detecta nenhum novo caso de infecção por novo coronavírus há mais de 17 dias e, na segunda-feira, suas autoridades de saúde anunciaram o resultado negativo nos testes covid-19 do único paciente remanescente, um caso vinculado a um surto conhecido.

A Nova Zelândia também planeja erradicar o vírus dentro de suas fronteiras até 15 de junho, quando decorrem 28 dias desde o último caso de “infecção local por fonte desconhecida”.

Fonte: R7

Mundo

AstraZeneca diz que não venderá vacinas contra a covid-19 ao setor privado

Laurivânia Fernandes

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A AstraZeneca, farmacêutica que produz uma das vacinas contra covid-19 aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), divulgou comunicado nesta terça-feira (26/01) no qual afirma que não será possível disponibilizar doses do imunizante para empresas.

No momento, todas as doses da vacina estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais ao redor do mundo, incluindo da Covax Facility [aliança internacional para desenvolvimento de vacinas], não sendo possível disponibilizar vacinas para o mercado privado”, disse a AstraZeneca.

“Como parte do nosso acordo com a FioCruz, mais de 100 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca (AZD1222) estarão disponíveis no Brasil, em parceria com o governo federal”, completou.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça que o governo é favorável à proposta de um grupo de empresas brasileiras para adquirir um lote de 33 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca.

A contrapartida é que metade das doses seja doada ao SUS (Sistema Único de Saúde). A declaração foi feita pelo presidente em evento virtualorganizado pelo banco Credit Suisse.

O plano de grandes empresas de importar por conta própria imunizantes contra o coronavírus foi noticiado nessa 2ª feira (24.jan) pelo jornal Folha de S.Paulo. A publicação cita grupos empresariais como JBS, Vivo, Ambev e Vale. O Poder360 apurou, no entanto, que há receio por parte de alguns empresários em se associar a uma ação que possa ser interpretada como uma manobra para furar a fila do Plano Nacional de Imunização.

Nesta 1ª etapa da campanha nacional, são priorizados idosos, deficientes internados em instituições, a população indígena e os profissionais de saúde que atuam diretamente no socorro a pacientes com covid-19.

Em 13 de janeiro, representantes do governo se reuniram por videoconferência com empresários e disseram que o Executivo federal vetaria a possibilidade de empresas comprarem diretamente as vacinas para aplicar em seus funcionários. A informação foi confirmada por Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), entidade que promoveu aquela reunião.

Skaf tem nova conversa com representantes do governo nesta 3ª feira (26.jan), às 14h30. Na pauta, de novo, deve entrar a discussão sobre a atuação do setor privado na campanha de vacinação.

Fonte: Poder360

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Mundo

Ministro da Defesa da Colômbia morre de pneumonia viral ligada à Covid-19

Laurivânia Fernandes

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Foto: Luísa Gonzalez/Reuters

O ministro da Defesa da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo, morreu por causa de uma pneumonia viral relacionada à Covid-19, informou o governo do país nesta terça-feira. Trujillo foi infectado pelo coronavírus neste mês e transferido para uma unidade de terapia intensiva (UTI). Ele morreu em um hospital militar de Bogotá aos 69 anos.

— A morte de Carlos Holmes me enche de dor. A Colômbia perdeu um de seus melhores homens — disse o presidente colombiano Iván Duque.

Antes de assumir o Ministério da Defesa, de onde coordenou operações policiais e militares contra o tráfico de drogas, grupos ilegais armados, mineração ilegal e outras atividades criminosas, Trujillo atuou como ministro das Relações Exteriores do governo Duque.

Advogado, político e diplomata com uma carreira de mais de 30 anos, ele foi prefeito da cidade de Cali e membro da Assembleia Nacional que reformou a Constituição da Colômbia em 1991. Ele também exerceu os cargos de ministro do Interior e da Educação, além de outras funções.

Entre os outros colombianos notáveis já infectados pelo coronavírus estão a primeira-dama Maria Juliana Ruíz, que teve um teste positivo em novembro, e a vice-presidente Marta Lúcia Ramírez, que foi diagnosticada em outubro.

Duque não teve um teste positivo para a doença. Ele se submete a exames frequentes para detecção do coronavírus por causa de seu elevado nível de exposição e agenda lotada de compromissos.

A Colômbia já relatou mais de 2 milhões de casos de Covid-19, assim como quase 52 mil mortes causadas pela doença.

Fonte: O Globo

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Brasil

China anuncia doação de cilindros de oxigênio ao Amazonas

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A Embaixada da China no Brasil informou nesta sexta-feira (22) que empresas e associações chinesas vão doar 1,7 mil cilindros de oxigênio ao Amazonas.

A doação inclui também 1,9 mil quilogramas de oxigênio e outros insumos, como 360 mil máscaras e 200 cestas de alimentos. Além disso, a China também doou US$ 80 mil, equivalente a cerca de R$ 450 mil, ao Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza do Amazonas.

Os insumos foram enviados após reunião virtual do embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, com o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e os deputados federais Evair de Melo (PP/ES) e Marcelo Ramos (PL/AM). Integrantes de outras entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também participaram da conversa.

Crise no Amazonas

O Amazonas, principalmente a capital Manaus, vive desde a semana passada uma crise no abastecimento de oxigênio em hospitais e unidades de saúde, uma consequência do rápido aumento de internações por Covid-19. Pacientes que estavam em ventilação morreram em leitos por causa da falta do insumo. Dezenas precisaram ser transferidos a outros estados.

Com a escassez, houve uma mobilização que incluiu artistas para assegurar o abastecimento ao Amazonas. Além disso, a Venezuela se ofereceu para doar oxigênio: mais de 100 mil metros cúbicos do gás chegaram a Manaus na terça-feira (19).

Cientistas e médicos se preocupam com a possível proliferação mais rápida de uma nova variante do coronavírus encontrada no Japão a partir de viajantes que estiveram no Amazonas. Já houve, inclusive, um caso de reinfecção.

Fonte: G1

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