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Porto de Beirute, onde houve megaexplosão há um mês, é atingido por um incêndio

Laurivânia Fernandes

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Foto: Hussein Malla/AP

Um armazém de óleo e pneus no porto de Beirute, no Líbano, pegou fogo nesta quinta-feira (10). Por enquanto, não há relatos de pessoas feridas.

Há cerca de um mês uma megaexplosão atingiu esse mesmo porto e a região residencial do entorno.

O exército disse que ainda não se sabe por que o óleo e os pneus pegaram fogo, e disse que enviou helicópteros para controlar o fogo.

Imagens veiculadas na TV mostram helicópteros despejando água nas chamas.

Uma coluna de fumaça subiu na cidade, que ainda vive as consequências da megaexplosão do dia 4 de agosto, na qual morreram 190 pessoas e outras 6.000 ficaram feridas.

Moradores de Beirute compartilharam em redes sociais imagens do fogo no porto.

O chefe da Cruz Vermelha do Líbano, George Kettaneh, disse que não teme uma nova explosão por causa do incêndio desta quinta-feira, mas afirmou que há pessoas que vão sofrer com falta de ar por conta do fogo.

A TV libanesa mostrou bombeiros tentando controlar as chamas em uma região ainda devastada pela megaexplosão, que foi causada por um estoque de nitrato de amônio que estava armazenado em condições precárias no porto.

Fonte: G1

Mundo

África surpreende com baixas taxas de covid-19

Laurivânia Fernandes

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Foto: Mike Hutchings / 19.6.2020

Passados oito meses do início da pandemia de covid-19, com a marca de 1 milhão de pessoas mortas pela doença em todo o mundo e 33,5 milhões de casos, o Continente Africano chama a atenção por sua relativa baixa taxa de contaminação e mortes. Após atingir o pico dos registros por semana no fim de julho e ter a expectativa de se tornar o novo epicentro da pandemia, depois das Américas, os casos na África vêm diminuindo desde então.

O continente como um todo tem população de 1,2 bilhão de pessoas e registra, até o momento, cerca de 1,5 milhão de casos de covid-19, segundo dados do Africa Centres for Disease Control and Prevention (CDC África). O número é menos de um terço do registrado no Brasil, que tem 210 milhões de habitantes, população seis vezes menor. Ou seja, a África está com uma taxa de incidência da doença de 125 casos por 100 mil habitantes, enquanto no Brasil a taxa é de 2.258, segundo dados do Ministério da Saúde.

Nos óbitos pela doença, os registros na África estão perto de 36 mil, pouco mais do que no estado de São Paulo, que tem população de 46 milhões. A taxa de mortalidade por covid-19 no Brasil está em 67,6 por 100 mil habitantes e a letalidade da doença é de 3%. No Continente Africano, a mortalidade por covid-19 é de 3 por 100 mil habitantes e a letalidade da doença de 2,4%.

Os números mundiais indicam uma taxa de 430,9 por 100 mil habitantes e 12,92 mortes por 100 mil, segundo o Wordometer, com letalidade de 4%.

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Explicações

De acordo com o pesquisador do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cris-Fiocruz) Augusto Paulo Silva, já é um consenso mundial que a situação da covid-19 na África é peculiar e surpreendente. Ele credita a baixa taxa de contaminação no continente a pelo menos quatro fatores, um deles a capacidade de resposta a epidemias.

“Há várias hipóteses, não são explicações assertivas. Mas uma das explicações mais plausíveis é que muitos países africanos já vêm enfrentando outras epidemias, em algumas partes é o cólera, outras o ebola, que até recentemente estava na República Democrática do Congo, em 2014 houve ebola na Libéria, Sierra Leoa e na Guiné Equatorial. Com isso, essas grandes epidemias fizeram com que muitos países africanos tivessem planos de emergência”.

Outra explicação, de acordo com o pesquisador, é a imunidade da população, afetada por outras doenças. “Porque as pessoas que sofrem daquela forma acabam por criar certas imunidades, por causa do tratamento de doenças como a malária, que tem muita prevalência na região, e de outras”.

A terceira possibilidade é o fator etário, ou seja, a população africana é mais jovem do que a média mundial e a covid-19 tem demonstrado uma incidência maior entre pessoas mais velhas. Silva lembra também o baixo desenvolvimento de muitos países, principalmente na região central do continente, o que leva essas regiões a terem poucas conexões internacionais.

“A quarta explicação é que muitos países não têm aquela intensidade de comunicação e contato com o exterior. Se for ver o número de casos nesses países, são mais elevados nos que têm maior índice de desenvolvimento, como a África do Sul, o Egito, a Argélia. O que significa que o nível de desenvolvimento permite o contato com o exterior e o contágio é feito por meio dessas ligações e comunicações com o exterior, acho que são essas as explicações”.

De acordo com a OMS/Afro, foram implantadas com sucesso na região as medidas de saúde pública para “encontrar, testar, isolar e tratar as pessoas com covid-19, rastrear e colocar em quarentena os seus contatos”. Apesar da perspectiva de queda na curva de contágio, o pesquisador destaca que não há espaço para relaxar na vigilância, já que se trata de um vírus novo sobre o qual ainda não há conhecimento consolidado.

“Em qualquer epidemia são várias fases. No Continente Africano entramos na fase de abertura, então não sabemos se aquela curva vai continuar descendente ou não. Temos que ver aqueles países que não foram muito afetados, se essas curvas vão aumentar por causa dessa abertura. Não se pode fechar os países durante muito tempo. Então aí a questão do rastreio vai ser fundamental para poder seguir, tem que ficar vigilante”.

Além da covid-19, Silva destaca que no dia 25 de agosto ocorreu de forma virtual a 70ª sessão do Comitê Regional Africano da OMS, na qual foi celebrada a erradicação do Poliovírus Selvagem na África. Também durante a pandemia, a República Democrática do Congo recebeu o certificado de erradicação do ebola.

Panorama mundial

Segundo o último boletim Panorama da Resposta Global à Covid-19, do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cris-Fiocruz), o número de mortes tem diminuído devido à maior experiência no manejo clínico-terapêutico da doença. Porém, o centro destaca que a prioridade ainda é “conter a pandemia”, que impôs um quadro “quase apocalíptico” em oito meses de duração até o momento.

“Bilhões de pessoas em isolamento social, economias paralisadas e em declínio, bilhões sem trabalho, amplificação da pobreza e das desigualdades, empresas destroçadas, ameaças de crise alimentar, poucas esperanças no horizonte propiciadas pela ciência: ainda nenhum medicamento, nove vacinas em finalização, mas sem certezas quanto à sua eficácia. O mundo tenta se reinventar, mas a prioridade ainda é conter a pandemia”, destaca o boletim.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de casos de covid-19 registrados por semana apresentou em setembro um leve declínio nas Américas, mas se mantendo estável em um nível ainda muito alto e permanecendo como epicentro da pandemia. Em julho e agosto, a região registrou 64% das mortes por covid-19 no mundo, embora responda por apenas 13% da população global. O vírus aumentou a circulação no Caribe em agosto e, nas últimas semanas, em alguns países da América do Sul, como Colômbia e Argentina, além do aumento da taxa de mortalidade no México.

O Sudeste Asiático segue com aumento crescente desde julho, com a Índia atualmente em segundo lugar no número total de casos, atrás dos Estados Unidos e passando o Brasil, e em terceiro em número de mortes. A Europa registrou diminuição no ritmo de contágio entre junho e julho e, a partir de agosto, vê os casos aumentarem rapidamente, com a proximidade do inverno no Hemisfério Norte, podendo indicar o início da segunda onda da pandemia no continente.

Na África, o pico dos contágios ocorreu no fim de julho e a tendência atual é de queda nos registros. Segundo Silva, o CDC África, lançou, em parceria com o Projeto de Melhoria do Regulamento Sanitário Internacional (RSI) da Saúde Pública de Inglaterra (PHE), a ferramenta AVoHC Net, que vai facilitar a implantação e administração de um grupo de trabalho para emergências de saúde pública em todo o continente. O mecanismo foi autorizado após o surto de ebola em 2014 e vai auxiliar na emergência da covid-19.

Quanto aos óbitos totais globais, o pico de registros por semana ocorreu no começo de abril, segundo os dados consolidados da OMS, tendo caído até o início de junho e voltado a subir a partir de então, se mantendo em níveis altos, mas sem atingir novamente o pico.

Fonte: Agência Brasil

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Mundo

Em debate confuso, Trump e Biden trocam acusações pessoais e expõem discordâncias

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/GloboNews

Faltando 35 dias para as eleições presidenciais dos Estados Unidos, Donald Trump e Joe Biden discutiram acaloradamente nesta terça-feira (29) no primeiro debate.

Falando muito, Trump quase não deu espaço para o adversário, interrompendo inclusive o moderador e tornando difícil a distribuição do tempo. O presidente foi o primeiro a ser questionado, tendo que responder por que indicou Amy Coney Barrett para a Suprema Corte a pouco mais de um mês para a eleição presidencial.

“Não fui eleito para três anos, fui eleito para quatro”, justificou Trump, embora em 2016 seu próprio partido tenha barrado uma indicação de um juiz feita em março por Barack Obama – sob a alegação de que ela não poderia ser feita em ano de eleição presidencial.

Biden afirmou que a nomeação não deveria ser feita neste momento porque a eleição já está em andamento, uma vez que a votação por correio já foi iniciada em alguns estados.

Saúde

A conversa então foi direcionada para a área de saúde e a promessa de Trump de encerrar o Obamacare, lei que estabelece uma ampliação do acesso ao serviço de saúde, mas que é contestada pelos republicanos. Biden disse que Barrett acredita que o Obamacare “não é constitucional”. Segundo o democrata, colocar a juíza na Suprema Corte é a forma de Trump entregar sua promessa de campanha.

Foi então que Trump acusou o candidato democrata de ser aliado da esquerda radical, uma estratégia antecipada por sua equipe. “Seu partido quer adotar a medicina socialista”, acusou, sendo rebatido pelo adversário.

A troca de farpas aumentou quando o o coronavírus foi discutido, com Trump insistindo que a imprensa quer prejudicá-lo com uma imagem negativa, embora até mesmo governadores democratas elogiem suas iniciativas no combate à pandemia. Biden chegou a rir da afirmação.

Com mais de 7 milhões de casos e 200 mil mortes, os Estados Unidos são o país com o maior número de infecções e óbitos por Covid-19 em todo o mundo.

Ainda assim, o presidente tentou comparar a crise com a epidemia de gripe suína de 2009, que, segundo ele, foi enfrentada de forma desastrosa por Obama. Em resposta, seu adversário lembrou que a gripe suína matou 14 mil americanos, em comparação com as 200 mil mortes da Covid-19.

Em determinado momento, Biden se irritou e chegou a pedir para que Trump se calasse para que ele pudesse falar: ‘Você vai calar a boca, homem?’. Este, porém, não foi seu primeiro momento de irritação.

“Quando ainda discutiam planos de saúde, Biden chegou a chamar o presidente de palhaço: “Tudo que ele está dizendo até agora é simplesmente mentira. Todo mundo sabe que ele é um mentiroso… você tem alguma ideia do que este palhaço está fazendo?”

Trump também não ficou atrás e lançou provocações, respondendo às críticas sobre sua atuação em relação à pandemia de coronavírus dizendo que “você não deveria falar em esperteza comigo, não há nada de esperto em você, Joe”.

Trump acusou Biden de querer manter os EUA fechados, e disse que isso iria destruir o país, enquanto o democrata afirmou que era a favor de manter medidas de segurança necessárias para evitar o aumento do número de casos e mortes causadas pelo Covid-19.

“O presidente chegou a ironizar o uso de máscaras, dizendo que muitos especialistas não recomendam a prática: “Eu não uso uma máscara como (Biden), toda vez que você o vê, ele tem uma máscara. Ele pode estar falando a 200 metros de distância e aparece com a maior máscara que eu já vi.”

Impostos

Ao falar sobre economia, o presidente foi questionado sobre seus impostos, após uma matéria do “New York Times” mostrar que ele pagou apenas U$ 750 em 2016, e Biden – que divulgou nesta terça seus impostos do ano passado – voltou a pedir que Trump faça o mesmo.

“Eu paguei milhões de dólares em imposto de renda”, disse Trump, que desmentiu o jornal, mas voltou a repetir o mesmo que diz desde 2015 – que mostrará os documentos quando “eles estiverem prontos”.

Biden disse que eliminaria os cortes de impostos feitos por Trump como estratégia para reaquecer as atividades econômicas do país e chamou o adversário de “o pior presidente que os Estados Unidos já teve”.

‘Lei e ordem’

Ao falar sobre os protestos ao redor do país e violência, Trump voltou a associar Biden à esquerda radical, dizendo que o democrata não afirmaria ser a favor da lei e da ordem, porque isso o faria perder os votos dessa ala de eleitores.

Ele também o acusou de querer tirar fundos da polícia, o que foi negado. O presidente também reafirmou que cidades governadas por democratas são mais violentas

“A violência em resposta nunca é apropriada. Nunca é apropriada. O protesto pacífico é. A violência nunca é apropriada”, afirmou Biden, que negou categoricamente que pretenda retirar financiamento de forças policiais.

“A conversa foi levada a uma discussão sobre racismo, e o moderador lembrou que, durante protestos contra supremacistas brancos em Charlottesville, em 2017, Trump afirmou que havia “boas pessoas dos dois lados”. Wallace pediu então, que o presidente condenasse os grupos de extrema-direita e supremacistas brancos, como já fez com a extrema-esquerda e o movimento Antifa em várias oportunidades.

Trump não condenou diretamente, apenas disse: “Proud Boys (grupo de supremacistas), recuem e fiquem na sua”. E prosseguiu: “Mas, vou lhe dizer uma coisa, alguém tem que fazer algo sobre a Antifa e a esquerda porque isso não é um problema de direita, é um problema de esquerda”.

Em uma última tentativa de ligar Biden à esquerda radical, Trump disse que o plano ambiental do democrata era o “Green New Deal”, apoiado por políticos como Bernie Sanders, mas Biden respondeu que “Não apoio o Green New Deal. Apoio o plano Biden que apresentei.”

“Ele citou ainda o Brasil: “As florestas tropicais no Brasil estão sendo destruídas”, disse, e sugeriu “consequências econômicas” ao país caso este não cumpra com metas de preservação das florestas.

Ao final do debate, os dois mais uma vez discordaram, desta vez sobre a segurança da votação e do resultado nas eleições. Novamente Trump sugeriu que possa haver fraude, especialmente nos votos pelos correios, uma teoria que apresenta há meses, sem comprovação.

Biden o acusou de “assustar” os eleitores para tentar convencê-los a desistir de votar e pediu que todos votem. Ele garantiu que é impossível que exista uma manipulação dos resultados e disse que irá aceitar o resultado oficial, aguardando a contagem total. Enquanto isso, Trump disse que acredita ser possível que a Suprema Corte tenha que intervir.

Sem cumprimento

O primeiro dos três debates entre os dois candidatos aconteceu na Case Western Reserve University, em Cleveland, Ohio, e foi moderado por Chris Wallace, da Fox News.

O estado de Ohio é importante para os dois candidatos por ser um dos swing states, aqueles em que os eleitores não se comprometem tradicionalmente com um partido. Em 2016, Trump venceu ali, mas este ano, segundo média de pesquisas compiladas pelo site RealClearPolitics, Biden lidera, com 49% a 45,7% das intenções de voto.

O debate teve duração de 90 minutos, sem intervalos. Foram seis blocos de 15 minutos cada, divididos por assuntos, selecionados por Wallace. Não houve checagem de fatos pelo moderador.

Seguindo um acordo entre os dois partidos, devido à pandemia de coronavírus, os candidatos e o apresentador não trocaram apertos de mão, uma tradição de mais de 50 anos durante debates presidenciais, quebrada apenas por Trump e Hillary Clinton no último debate de 2016.

Eles também concordaram que Trump e Biden não precisariam usar máscaras no palco, por estarem distantes um do outro e das demais pessoas presentes no estúdio.

Próximos debates

Antes das eleições, Trump e Biden têm ainda mais dois debates: em 15 de outubro, em Miami, na Flórida, mediado por Steve Scully, do canal C-SPAN, e incluindo perguntas de eleitores que estarão na audiência; e em 22 de outubro, em Nashville, Tennessee, com mediação de Kristen Welker, da NBC News, em formato semelhante ao desta terça-feira.

Já os candidatos a vice se enfrentarão apenas uma vez. Mike Pence e Kamala Harris irão debater no dia 7 de outubro em Salt Lake City, Utah, mediados por Susan Page, do USA Today, em nove segmentos de dez minutos cada.

Fonte: G1

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Mundo

Nove em 10 pacientes curados da covid-19 apresentam efeitos colaterias

Karytha Leal

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Nove em cada dez pacientes com novo coronavírus relataram ter experimentado efeitos colaterais como fadiga, perda do olfato ou paladar e distúrbios psicológicos depois de se recuperarem da doença, de acordo com um estudo preliminar sul-coreano.

A pesquisa ocorre no momento em que o número global de mortes pela covid-19 ultrapassou 1 milhão nesta terça-feira (29), um marco sombrio em uma pandemia que devastou a economia global, sobrecarregou os sistemas de saúde e mudou a maneira como as pessoas vivem.

Em uma pesquisa online com 965 pacientes recuperados da infecção, 879 pessoas, o equivalente a 91,1%, responderam que estavam sofrendo pelo menos um efeito colateral da doença, disse Kwon Jun-wook, autoridade da Agência de Prevenção e Controle de Doenças da Coreia (KDCA).

A fadiga foi o efeito colateral mais comum, registrado em 26,2% dos participantes da pesquisa, seguido pela dificuldade de concentração, que se manifestou em 24,6% das pessoas, disse Kwon.

Outros efeitos colaterais incluíram efeitos psicológicos ou mentais e perda do paladar ou do olfato.

Kim Shin-woo, professor de medicina interna da Escola de Medicina da Universidade Nacional Kyungpook em Daegu, buscou comentários de 5.762 pacientes recuperados na Coreia do Sul e 16,7% deles participaram da pesquisa, afirmou Kwon.

Embora a consulta tenha sido feita online por enquanto, o pesquisador-líder Kim publicará em breve o estudo com uma análise detalhada, disse ele.

A Coreia do Sul também está conduzindo para o próximo ano um estudo separado com cerca de 16 organizações médicas sobre complicações potenciais da doença por meio de uma análise detalhada envolvendo tomografias em pacientes recuperados, disse Kwon em coletiva de imprensa.

O país registrou 38 novas infecções até a meia-noite de segunda-feira (28), elevando a contagem nacional para 23.699 casos, com 407 mortes.

Fonte: Agência Brasil

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