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Brunei suspende pena de morte para homossexuais e adúlteros

Redação Encarando

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Recentemente, o sultão de Brunei, Hassanal Bolkiah, decidiu assinar um novo código penal para a nação muçulmana, onde havia aplicação da pena de morte por apedrejamento para homossexuais, adúlteros e estupradores. No entanto, o caso causou repercussão em todo o mundo e até estrelas da música e cinema protestaram contra.

Agora, o sultão do Brunei voltou atrás e decretou uma moratória, que suspende a lei que entrou em vigor em abril. Em discurso público inédito que foi difundido este domingo (5), pela televisão, Hassanal Bolkiah comentou  decisão: “Estou ciente que há muitas questões e más interpretações sobre o novo código penal. Não deveria haver qualquer inquietação sobre a sharia (Lei Islâmica), uma vez que é plena de misericórdia e de bençãos de Alá”, disse.

Além disso, o sultão afirmou que o Brunei irá ratificar a convenção da ONU contra a tortura, assinada pela maioria dos países há já vários anos.

Vale lembrar que diversas ONG’s, políticos e celebridades utilizaram as redes sociais para criar um movimento boicotando Brunei, seus negócios e o turismo do país.

Fonte: Notícias Ao Minuto

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Pandemia pode levar 32 milhões de pessoas à extrema pobreza, aponta ONU

Laurivânia Fernandes

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Imagem: Pixabay

O percentual de pessoas que vivem em extrema pobreza nos 47 países mais pobres do mundo aumentará de 32,2% para 35,2% por causa da pandemia do novo coronavírus, o que significará um aumento de 32 milhões de pessoas nessa situação, alerta um relatório das Nações Unidas divulgado nesta quinta-feira (3).

Esses países foram capazes de enfrentar os desafios de saúde da pandemia melhor do que o previsto, devido à sua experiência com epidemias e dados demográficos favoráveis ​​geralmente caracterizados por populações jovens e escassamente povoadas, mas as consequências econômicas foram catastróficas, toma nota do relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad).

A agência explicou que o PIB desses países, em sua maioria africanos, embora também haja nações da Ásia, Oceania e uma americana (Haiti), deve cair 0,4%, quando há um ano deveriam ter um crescimento de 5%.

Entre estes países, os que mais sofreram com a pandemia do novo coronavírus têm sido os mais dependentes do comércio externo, como exportadores de combustíveis (Angola, Chade, Moçambique, Iémen), minerais e metais (Zâmbia e Guiné), vestuário (Bangladesh, Haiti e Nepal) ou destinos turísticos como Vanuatu ou Camboja.


Essa situação representa um retrocesso para as perspectivas de cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e de outros objetivos relacionados à educação, saúde e igualdade de gênero nesses países.

“Os países menos desenvolvidos são o campo onde a batalha da Agenda 2030 será ganha ou perdida”, disseram fontes da Unctad.

O relatório busca chamar a atenção da comunidade internacional para apoiar economicamente esses países, começando pela melhoria de suas capacidades produtivas, que são o principal elemento para alcançar seu desenvolvimento.

Atualmente a ONU considera em “extrema pobreza” os indivíduos e famílias que vivem com menos de 1,9 dólares por dia, cerca de 10 reais.

Fonte: R7 via EFE

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Putin manda vacinação em massa contra Covid-19 começar na semana que vem

Karytha Leal

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O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou nesta quarta-feira (02) que as autoridades comecem a vacinação em massa contra a COVID-19 já na próxima semana na Rússia.

“Vamos concordar com isso – você não vai reportar a mim na próxima semana, mas vai começar a vacinação em massa … vamos começar a trabalhar já”, disse Putin à vice-primeira-ministra Tatiana Golikova.

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Covid-19: Reino Unido começa a vacinar população na próxima semana

Laurivânia Fernandes

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Foto: Dado Ruvic/Reuters

A Agência Reguladora de Saúde e Produtos Médicos do Reino Unido (MHRA, a sigla em inglês) concedeu licença formal à vacina contra a covid-19 do grupo Pfizer/BioNTech. Com isso, o Reino Unido torna-se o primeiro país a começar a vacinar a população contra a doença, o que ocorrerá na próxima semana, informou o Ministério da Saúde britânico em comunicado. 

O Reino Unido fechou o acordo com a farmacêutica Pfizer para a compra de 40 milhões de doses.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, classificou como “fantástica” a aprovação do uso da vacina, salientando que ela vai ajudar as pessoas a recuperar sua vida.

“É fantástico que a MHRA [sigla inglesa da Agência Reguladora de Saúde e Produtos Médicos] do Reino Unido tenha licenciado formalmente a vacina do grupo Pfizer/BioNTech contra covid-19. A vacina estará disponível em todo o Reino Unido a partir da próxima semana”, disse Johnson no Twitter.

“É a proteção das vacinas que, no final, nos permitirá recuperar a vida e reiniciar a economia”, acrescentou Johnson, que concederá hoje entrevista em sua residência em Downing Street.

A luz verde das autoridades do Reino Unido ocorre meses depois de testes clínicos rigorosos e extensa análise de dados por especialistas da MHRA. Eles concluíram que a vacina atendeu aos padrões estritos de segurança, qualidade e eficácia”, disse o Ministério da Saúde britânico. Os resultados dos testes em grande escala mostraram 95% de eficácia.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) anunciou nessa terça-feira (1º) que realizará reunião extraordinária no dia 29 de dezembro, “o mais tardar”, para dar, ou não, luz verde à comercialização da vacina da Pfizer e BioNTech.

A Pfizer disse que começaria imediatamente a enviar a vacina com estoque limitado para o Reino Unido, que as doses são escassas e inicialmente serão racionadas até que mais vacinas sejam fabricadas nos primeiros meses do próximo ano.

Embora o Reino Unido tenha encomendado a vacina Pfizer suficiente para 20 milhões de pessoas, não está claro quantas doses vão chegar até o fim deste ano. São necessárias duas doses, com intervalo de três semanas, para proteção.

O governo britânico já disse que os primeiros a receber a vacina serão os profissionais de saúde, seguidos por adultos mais velhos.

Outras vacinas

Os reguladores britânicos também analisam a vacina feita pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, mas o primeiro-ministro, Boris Johnson, alertou que primeiro o país deve “navegar por um inverno rigoroso” de restrições para tentar conter o vírus, até que haja vacina suficiente para todos.

Em 9 de novembro, a farmacêutica norte-americana Pfizer e a parceira biotecnológica alemã BioNTech anunciaram que a sua vacina experimental para a covid-19 tinha 90% de eficácia, partindo da análise de 94 casos da doença.

Mais recentemente, a empresa de biotecnologia norte-americana Moderna informou que sua candidata a vacina é 94,5% eficaz na prevenção da covid-19, tendo em conta a análise de 95 casos.

A Rússia também anunciou que a Sputnik V contra a covid-19, desenvolvida pelo Centro Nacional de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya em Moscou, tem eficácia de 95%, segundo resultados preliminares.

O primeiro lote de Sputnik V para o mercado externo chegará às pessoas em janeiro de 2021, com base nos acordos já firmados com parceiros estrangeiros.

O laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford anunciaram também que sua vacina tem taxa média de eficácia de 70%. 

Fonte: Agência Brasil

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