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Coreia do Norte faz novo disparo de projétil

Laurivânia Fernandes

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A agência de notícias sul-coreana Yonhap informou nesta quinta-feira (09) que, segundo membros do Estado Maior das Forças Armadas do país, a Coreia do Norte teria disparado um projétil não identificado.

Detalhes sobre o projétil, como sua trajetória ou se foi lançado mais de um, ainda não são conhecidos.

Uma autoridade de alto escalão do Ministério da Defesa do Japão disse que projéteis aparentemente disparados pela Coreia do Norte não parecem ter alcançado o território japonês ou a sua zona econômica exclusiva.

Informou, ainda, que o ministério está coletando informações.

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Mundo

Ministro da Defesa da Colômbia morre de pneumonia viral ligada à Covid-19

Laurivânia Fernandes

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Foto: Luísa Gonzalez/Reuters

O ministro da Defesa da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo, morreu por causa de uma pneumonia viral relacionada à Covid-19, informou o governo do país nesta terça-feira. Trujillo foi infectado pelo coronavírus neste mês e transferido para uma unidade de terapia intensiva (UTI). Ele morreu em um hospital militar de Bogotá aos 69 anos.

— A morte de Carlos Holmes me enche de dor. A Colômbia perdeu um de seus melhores homens — disse o presidente colombiano Iván Duque.

Antes de assumir o Ministério da Defesa, de onde coordenou operações policiais e militares contra o tráfico de drogas, grupos ilegais armados, mineração ilegal e outras atividades criminosas, Trujillo atuou como ministro das Relações Exteriores do governo Duque.

Advogado, político e diplomata com uma carreira de mais de 30 anos, ele foi prefeito da cidade de Cali e membro da Assembleia Nacional que reformou a Constituição da Colômbia em 1991. Ele também exerceu os cargos de ministro do Interior e da Educação, além de outras funções.

Entre os outros colombianos notáveis já infectados pelo coronavírus estão a primeira-dama Maria Juliana Ruíz, que teve um teste positivo em novembro, e a vice-presidente Marta Lúcia Ramírez, que foi diagnosticada em outubro.

Duque não teve um teste positivo para a doença. Ele se submete a exames frequentes para detecção do coronavírus por causa de seu elevado nível de exposição e agenda lotada de compromissos.

A Colômbia já relatou mais de 2 milhões de casos de Covid-19, assim como quase 52 mil mortes causadas pela doença.

Fonte: O Globo

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Brasil

China anuncia doação de cilindros de oxigênio ao Amazonas

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A Embaixada da China no Brasil informou nesta sexta-feira (22) que empresas e associações chinesas vão doar 1,7 mil cilindros de oxigênio ao Amazonas.

A doação inclui também 1,9 mil quilogramas de oxigênio e outros insumos, como 360 mil máscaras e 200 cestas de alimentos. Além disso, a China também doou US$ 80 mil, equivalente a cerca de R$ 450 mil, ao Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza do Amazonas.

Os insumos foram enviados após reunião virtual do embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, com o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e os deputados federais Evair de Melo (PP/ES) e Marcelo Ramos (PL/AM). Integrantes de outras entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também participaram da conversa.

Crise no Amazonas

O Amazonas, principalmente a capital Manaus, vive desde a semana passada uma crise no abastecimento de oxigênio em hospitais e unidades de saúde, uma consequência do rápido aumento de internações por Covid-19. Pacientes que estavam em ventilação morreram em leitos por causa da falta do insumo. Dezenas precisaram ser transferidos a outros estados.

Com a escassez, houve uma mobilização que incluiu artistas para assegurar o abastecimento ao Amazonas. Além disso, a Venezuela se ofereceu para doar oxigênio: mais de 100 mil metros cúbicos do gás chegaram a Manaus na terça-feira (19).

Cientistas e médicos se preocupam com a possível proliferação mais rápida de uma nova variante do coronavírus encontrada no Japão a partir de viajantes que estiveram no Amazonas. Já houve, inclusive, um caso de reinfecção.

Fonte: G1

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Mundo

Impeachment de Trump será entregue ao Senado na segunda

Laurivânia Fernandes

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Foto: U.S Senate TV/Hangouts via Reuters

O líder da agora maioria democrata no Senado dos Estados Unidos, Chuck Schumer, disse nesta sexta-feira (22) que a Câmara entregará o processo de impeachment do ex-presidente Donald Trump, por incitar uma insurreição, na próxima segunda-feira (25). 

Com isso, terá início o julgamento que pode impedir com que Trump tente assumir o cargo novamente. Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou o processo de impeachment, mas ele ainda tem que ser levado ao Senado, onde será julgado. 

“O Senado conduzirá o julgamento do impeachment de Donald Trump”, disse Schumer em um pronunciamento no plenário. “Será um julgamento completo. Será um julgamento justo.”

Diferentemente do Brasil, o presidente dos EUA não é afastado quando o processo de impeachment é aberto no Senado. A sua remoção ocorre de forma definitiva após o processo ser analisado e aprovado pelos senadores, com dois terços dos votos. 

O julgamento ocorre com Trump já fora do cargo – ele deixou o poder nesta quarta (20), após a posse de Joe Biden. 

Caso ele seja considerado culpado, essa vai ser uma situação inédita no país. No entanto, há precedentes jurídicos abertos. Outros ocupantes de cargos eletivos já foram julgados e condenados mesmo depois de deixar o poder. 

O debate, portanto, terá duas consequências:

  • Lado simbólico da cassação: ou seja, Trump será condenado por incitar a insurreição no caso dos invasores do Capitólio. Embora não perca seus direitos políticos, os senadores darão um recado político aos EUA em um momento de crise no país.
  • Perda do mandato e dos direitos de ex-presidente: se isso ocorrer, Trump não poderá receber a aposentadoria pelo cargo no valor de US$ 200 mil por ano nem se candidatar novamente à Casa Branca — apoiadores querem que ele concorra novamente em 2024.

O julgamento

Assim como ocorreu no ano passado, quando um primeiro processo de impeachment foi aberto contra Trump, a Câmara terá de nomear os deputados responsáveis por apresentar a acusação contra Trump e argumentar por que o republicano deve ter o mandato cassado. 

Da mesma forma, os senadores ouvirão a defesa do presidente. 

Após as audiências, os senadores votam se Trump será ou não condenado por incitar a insurreição, após centenas de extremistas e apoiadores ter invadido o prédio do Capitólio, sede do Congresso americano durante a sessão que formalizava a eleição de Biden. 

Para que haja a condenação, dois terços do parlamento devem votar “sim”. Como normalmente as 100 cadeiras ficam divididas no Senado por uma margem pequena entre os partidos, é muito difícil um presidente dos EUA ter o mandato cassado — isso nunca aconteceu na história do país. 

Com a nova formação do legislativo, os democratas assumiram formalmente a maioria no Senado. Além disso, a vice-presidente, Kamala Harris, é também presidente do Senado — quem, diante do cenário de empate 50-50, tem o voto de minerva. 

Assim, considerando que são necessários dois terços dos votos para cassar um presidente, será preciso que 17 senadores republicanos rompam com Trump para condená-lo. 

Essa é uma das incógnitas: um pequeno grupo no partido já avisou que votará pela condenação, mas ainda é insuficiente. Tudo depende, segundo a imprensa americana, da sinalização dada pelo líder republicano Mitch McConnell, considerado muito influente entre os correligionários.

Fonte: G1

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