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Saúde

Covid-19: Sete pessoas morreram em apenas 24h no Piauí; Cinco tinham doenças relacionadas

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A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) registrou em apenas 24h sete óbitos por Covid-19 no estado Piauí. Dos sete óbitos, cinco pessoas tinham doenças relacionadas como cardiopatia, diabetes e hipertensão.

Conforme o último boletim divulgado na noite deste sábado (16), o Piauí tem 72 mortes por Covid-19 e 2252 casos confirmados da doença. Dos sete pacientes que tiveram óbito confirmado, cinco eram de Teresina, sendo quatro homens e uma idosa. A faixa etária variava de 63 a 75 anos.

Os outros dois óbitos foram uma mulher de 68 anos de Parnaíba e um homem de 41 anos, do município de Batalha, que não tinha nenhuma doença que o colocasse em grupo de risco para o novo coronavírus.

Os municípios de Dirceu Arcoverde e Lagoa do Sítio registraram casos confirmados do coronavírus pela primeira vez. Com isso, 107 municípios do Piauí tem casos confirmados de Covid-19.

Saúde

Vacinas da Índia devem chegar hoje ao Rio

Laurivânia Fernandes

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Foto: Dado Ruvic/Reuters

As vacinas contra a covid-19 desenvolvidas em parceria entre a AstraZeneca e a Universidade de Oxford devem chegar ao Brasil, vindas da Índia, nesta sexta-feira (22). A informação foi dada pelo Ministério das Comunicações por meio de nota oficial na tarde de hoje (21). À noite, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) também divulgou uma nota sobre a chegada da vacina.

As 2 milhões de doses serão enviadas por meio de um voo comercial da companhia aérea Emirates. A previsão é que a carga chegue no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo às 17h40 e, após os trâmites alfandegários,  a carga será embarcada em outro avião que segue para o Aeroporto Internacional do Galeão, de onde será levada para a Fiocruz. As vacinas foram fabricadas pelo laboratório indiano Serum.

O governo brasileiro tenta desde a semana passada trazer a carga de imunizantes do país asiático. A previsão inicial era que elas estariam aqui no domingo passado (17). Contudo, o governo da Índia recuou e as autoridades brasileiras passaram a dialogar para liberar a carga.

A Índia anunciou nesta semana a exportação de vacinas para seis países, sem incluir o Brasil. Na noite de ontem, o secretário de Relações Exteriores da Índia, Harsh Srhingla, confirmou à Agência Reuters a liberação da exportação.

O presidente Jair Bolsonaro publicou nas suas redes sociais sobre a liberação das exportações da vacina e cumprimentou o ministro das relações exteriores Ernesto Araújo e os servidores do Itamaraty pelo trabalho.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

PI: Caldeirão Grande registra a 1ª morte por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (Sesapi) divulgou nesta quarta-feira (20), que o estado do Piauí registrou em 24h, 09 óbitos e 774 casos de COVID-19. O estado já registrou 152.997 casos confirmados e 2.976 mortes.

Duas mulheres e sete homens não resistiram às complicações do coronavírus. Elas eram das cidades de Bela Vista do Piauí (83 anos) e Riacho Frio (65 anos). Os homens eram de Alegrete do Piauí (77 anos), Caldeirão Grande do Piauí (72 anos), Oeiras (82 anos), Parnaíba (60 anos) e Teresina (11,74 e 82 anos). Apenas a criança de 11 anos não possuía comorbidades.

Os casos confirmados no estado somam 153.771 distribuídos em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam a 2.985 e foram registrados em 204 municípios. Até agora, morreram 1.751 homens e 1.234 mulheres.

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Brasil

Sem insumos, produção da CoronaVac no Butantan está parada desde domingo

Karytha Leal

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O Instituto Butantan já envasou todo insumo disponível no momento para a fabricação da CoronaVac, vacina contra a covid-19, e está com as máquinas paradas desde o último domingo (17). O instituto aguarda a chegada de mais matéria-prima da China para continuar a produção do imunizante.

A maioria das doses fabricadas pelo Butantan já foi envasada e estão prontas para distribuição, e uma parte da produção está em fase de rotulagem e embalagem, segundo o instituto.

Segundo o presidente do Butantan, Dimas Covas, a previsão de chegada dos insumos é até o final de janeiro. “Nossa previsão de chegada até o fim deste mês é de 5.400 litros. E mais 5.600 litros até o dia 10 de fevereiro. Essa matéria-prima está pronta e aguardando trâmite burocrático”, disse.

Com essa quantidade de produto em mãos, o Butantan afirma que pode produzir até 11 milhões de novas doses da CoronaVac — desde segunda-feira 6 milhões de doses do imunizante, produzido pelo laboratório chinês Sinovac, foram distribuídos no Brasil. Outros 4,8 milhões estão prontos, aguardando autorização da Anvisa para serem disponibilizadas.

Ainda segundo Covas, há quatro instâncias de órgãos estatais chineses responsáveis por dar o aval à liberação e a autorização para o envio da carga ao Brasil está na última instância.

Dobrar a capacidade de produção;

Assim que chegarem os novos insumos da China, a expectativa do Butantan é conseguir duplicar a produção da vacina, passando de 1 milhão para 2 milhões de doses diárias do imunizante.

Para isso, é necessário que os cientistas consigam finalizar a produção da vacina contra a influenza, sendo possível, assim, concentrar dois setores inteiros do instituto na produção da CoronaVac.

Entrave sobre insumos;

A importação de insumos da China se tornou mais urgente depois que o governo federal fracassou na aquisição das vacinas da AstraZeneca/Oxford, produzidas em laboratório na Índia, fazendo com que a CoronaVac se tornasse o único imunizante disponível para os brasileiros.

Tanto o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), quanto Dimas Covas cobraram celeridade e seriedade do governo de Jair Bolsonaro para ajudar nas tratativas para liberação dos insumos da vacina.

Hoje, após se encontrar com o embaixador da China, Yang Wanming, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o atraso na exportação do material para Brasil ocorre por razões técnicas, e não políticas.

A relação do governo brasileiro com a embaixada da China no país tornou-se tensa depois de o chanceler brasileiro Ernesto Araújo e o filho do presidente Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) fazerem críticas à China e ao embaixador chinês. Eduardo chegou a culpar a “ditadura chinesa” pela pandemia do novo coronavírus.

Em resposta a uma das críticas, feitas pelo filho do presidente e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), a embaixada da China no Brasil citou “consequências negativas” para o governo pelas afrontas.

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