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Política

Guedes diz que renuncia se reforma da Previdência virar ‘reforminha’

Laurivânia Fernandes

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O ministro da Economia Paulo Guedes afirmou que deixará o cargo caso a reforma da Previdência apresentada pelo governo virar uma “reforminha”. Além disso, ele alertou que o Brasil pode quebrar já em 2020, de acordo com entrevista publicada no site da revista Veja nesta sexta-feira (24).

Pego um avião e vou morar lá fora. Já tenho idade para me aposentar — disse ele, segundo a reportagem. — Se não fizermos a reforma, o Brasil pega fogo. Vai ser o caos no setor público, tanto no governo federal como nos estados e municípios.

Mais uma vez, Guedes deu a entender que não fará esforços para manter seu cargo como ministro da Economia do governo Jair Bolsonaro:

— Eu não sou irresponsável. Eu não sou inconsequente. Ah, não aprovou a reforma, vou embora no dia seguinte. Não existe isso. Agora, posso perfeitamente dizer assim: ‘Olha, já fiz o que tinha de ter sido feito. Não estou com vontade de ficar, vou dar uns meses, justamente para não criar problemas, mas não dá para permanecer no cargo’. Se só eu quero a reforma, vou embora para casa.

De acordo com a publicação, Guedes afirmou que o presidente Jair Bolsonaro está totalmente empenhado em aprovar a reforma nos moldes em que o projeto foi enviado pelo governo ao Congresso, com expectativa de economia de até R$ 1,2 trilhão nos próximos dez anos.

Guedes reconhece que há uma margem de negociação, que pode no máximo ir a R$ 800 bilhões, e destacou ainda que a reforma previdenciária não está sendo apresentada apenas para equilibrar as contas públicas, mas que também se propõe a corrigir enormes desigualdades, de acordo com a revista.

O ministro reafirmou sua confiança nas convicções de Bolsonaro, e acredita em uma união política em torno da agenda econômica do governo.

— Eu confio na confiança que o presidente tem em mim — declarou.

Fonte: O Globo

Eleições

MPF recomenda suspensão de eventos políticos em todo o Piauí

Laurivânia Fernandes

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Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou a suspensão de todos os eventos políticos no Piauí. A medida, tem como objetivo reduzir a disseminação do coronavírus no estado.

O MPF esclarece ainda que a medida também valerá pra o segundo turno, em municípios onde houver a disputa, e estipula que todas as ações políticas sejam realizadas de forma virtual, à fim de evitar qualquer ato de campanha que cause aglomerações.

Entre as recomendações, o órgão pede que os candidatos e partidos políticos se abstenham de promover, participar, realizar ou incentivar comícios, carreatas, bandeiraços, passeatas ou qualquer outro tipo de evento de forma presencial.

Além disso, estabelece regras para as visitas dos candidatos às residências dos eleitores, entre as quais estão:

  • Os candidatos não podem estar acompanhados de mais de cinco pessoas;
  • Candidatos não devem entrar nas residências e a visita deve se limitar à área peri-domiciliar, ou seja, preferencialmente na área da frente do terreno da casa;
  • Candidatos e residentes devem fazer uso obrigatório da máscara de proteção facial;
  • Os candidatos não devem permitir que sejam realizada ‘caminhadas políticas’ durante as visitas;
  • O partido deve orientar seus apoiadores, colaboradores e eleitores a cumprirem as normas técnicas definidas pelas autoridades sanitárias.

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Política

Após postagem que chama Maia de Nhonho, Salles diz que conta em rede social foi usada indevidamente

Laurivânia Fernandes

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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou na manhã desta quinta-feira (29) que a conta dele na rede social Twitter foi usada indevidamente. Na noite desta quarta (28), uma postagem na conta do ministro chamava de “Nhonho” o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Nhonho é o apelido do personagem Febronio Barriga Gordorritúada, interpretado por Édgar Vivar, da série de TV mexicana “Chaves”. Críticos de Maia se referem ao presidente da Câmara como Nhonho. 

“Fui avisado há pouco que alguém se utilizou indevidamente da minha conta no Twitter para publicar comentário junto a conta do Pres. da Câmara dos Deputados, com quem, apesar de diferenças de opinião sempre mantive relação cordial”, publicou Ricardo Salles na manhã desta quinta-feira. 

Pouco depois dessa nova postagem, a conta de Salles no Twitter foi apagada. Questionado se foi ele quem apagou a conta ou se o perfil foi invadido, o ministro respondeu: “Fiz o procedimento de segurança”. 

Indagado se Salles acionará a PF para pedir investigação sobre o caso, o Ministério do Meio Ambiente enviou a seguinte resposta: 

“O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, já encaminhou mensagem diretamente ao Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, explicando que não publicou tal mensagem e que vai apurar a utilização indevida de sua conta.” 

O Twitter não se manifestou até a última atualização desta reportagem.

Salles usou Twitter para atacar ministro e pediu desculpas

A postagem na conta de Salles que chamava Maia de Nhonho foi feita em resposta a uma crítica feita pelo presidente da Câmara no sábado (24). 

“O ministro Ricardo Salles, não satisfeito em destruir o meio ambiente do Brasil, agora resolveu destruir o próprio governo”, escreveu o parlamentar na ocasião. 

Maia fez a crítica após Salles ter usado o Twitter para chamar de “Maria Fofoca” o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. 

Salles atribuiu ao colega a origem de uma notícia publicada pelo jornal “O Globo”, segundo a qual ele, Salles, “estica a corda” com a ala militar do governo — da qual Ramos, general da reserva, faz parte — ao reclamar da falta de recursos para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). 

“Ministro Luiz Ramos, não estiquei a corda com ninguém. Tenho enorme respeito e apreço pela instituição militar. Atuo da forma que entendo correto. Chega dessa postura de #mariafofoca”, escreveu Salles em rede social. 

Depois, o ministro do Meio Ambiente pediu desculpa.

Fonte: G1

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Política

Partidos mantêm obstrução e sessão da Câmara é cancelada

Laurivânia Fernandes

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O presidente da Câmara dos Deputados, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), pediu nesta terça-feira (27) responsabilidade aos partidos da base do governo para acabar com a obstrução no plenário. No entanto, mesmo após o apelo, a sessão foi cancelada com a manutenção da obstrução dos trabalhos. 

“Espero que a responsabilidade prevaleça. Se o governo não tem interesse nessas medidas provisórias, eu não tenho o que fazer. Eu pauto, a base obstrui e eu cancelo a sessão”, disse. 

Desde o início deste mês, partidos da base governista e da oposição têm obstruído e inviabilizado as votações. Nova sessão ficou marcada para o dia 3 de novembro. 

“Não sou eu que estou obstruindo, mas a base do governo. O governo não tem interesse nessas medidas provisórias, eu não tenho o que fazer. Eu pauto, a base obstrui e cancela a sessão. Infelizmente é assim. Espero que quando nós tivermos que votar a PEC Emergencial e a [reforma] tributária, que o governo tenha mais interesse e que a própria base tire a obstrução da pauta da Câmara”. 

Parlamentares da base do governo querem evitar a votação da MP 1000/20, que prorroga o auxílio emergencial até dezembro com o valor de R$ 300 mensais. Os partidos de oposição também fazem obstrução para que o texto seja votado e, dessa forma, restabelecer o valor de R$ 600 até o final do ano.

Orçamento

Os partidos da base aliada também integraram a obstrução aos trabalhos do plenário por falta de acordo para instalação da Comissão Mista de Orçamento (CMO). Desde setembro, congressistas tentam acordo sobre a distribuição de vagas entre os deputados. 

“Tem acordo feito em fevereiro. Se o acordo não for cumprido fica difícil a CMO funcionar. É problema do governo. A CMO funciona por acordo. Ela não funcionava com obstrução sistemática, não funcionou em governo nenhum”, ressaltou Maia.

Até o momento, não há data para a eleição do presidente do colegiado e para a indicação dos relatores dos projetos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLN 9/2020) e da Lei Orçamentária Anual (PLN 28/2020).

Rodrigo Maia disse que um acordo está sendo construído para que as comissões possam voltar a funcionar. Em virtude da pandemia da covid-19, as atividades das comissões estão suspensas desde março. 

Vacina

O presidente da Câmara voltou a defender o diálogo para garantir a autorização e distribuição de vacinas contra a covid-19, após a aprovação pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na avaliação de Maia, a decisão sobre a obrigatoriedade da vacina não deve ser tomada pelo Judiciário. 

“Acho que o Poder Executivo e o Poder Legislativo precisam encontrar um caminho. Nós não devemos deixar um espaço aberto para que o Supremo [Tribunal Federal] decida e depois o Legislativo e o Executivo reclamem de um ativismo do Judiciário. Já disse nos últimos dias que devemos sentar e encontrar uma solução para esses problemas. Obrigatoriedade ou não é um problema que precisa ser debatido. A questão da vacina depende da Anvisa, não depende de nenhum de nós”, defendeu. 

Constituinte

O parlamentar disse ainda que não é o momento de rediscutir a Constituição brasileira. No domingo (25), por amplo apoio popular, os chilenos decidiram descartar a atual Constituição do país, da era do ditador Augusto Pinochet, em favor de uma nova Carta, que será escrita pelos cidadãos.

“Está se misturando histórias distintas. A história do Chile é uma, a nossa é outra. Nós temos uma Constituição construída num processo sem violência. Acho que o nosso papel não é esse, existem problemas, mas não fazer uma ruptura institucional. Nosso papel é continuar fazendo as reformas”, argumentou. 

Ontem (26), o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), disse que a atual Constituição, promulgada em 1988, tornou o Brasil ingovernável. Para o deputado, o contribuinte não tem como suportar todos os direitos consolidados no texto.

“Não dá para fazer de conta que não há esse problema a enfrentar. É preciso coragem para pensar um Brasil diferente. Erramos a fórmula, então vamos fazer uma nova fórmula, porque esta se mostrou inviável”, disse.

Fonte: Agência Brasil

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