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Política

Conselho de psicologia do PI comemora derrubada de veto presidencial

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação/Ascom

O Congresso Nacional derrubou nesta quarta-feira (27) por 384 a 64 votos, o veto presidencial à proposta que garante a atuação de profissionais de psicologia e serviço social nas redes públicas de educação básica.

O PL 3.688/2000, na Câmara dos Deputados foi aprovado em setembro pelos deputados, na forma de um substitutivo elaborado pelo Senado. Após quase 20 anos de tramitação, a proposta do ex-deputado José Carlos Elias prevê que equipes com esses profissionais deverão atender os estudantes dos ensinos fundamental e médio, buscando a melhoria do processo de aprendizagem e das relações entre alunos, professores e a comunidade escolar.

“A derrubada do Veto representa um ganho enorme para a educação do país e do Piauí. Os profissionais de Psicologia e o Serviço Social dispõem de acúmulo de conhecimentos científicos, métodos e técnicas para atuar nas relações escolares, em conjunto com as equipes das escolas, auxiliando-as na promoção do desenvolvimento, da aprendizagem, da apropriação dos conteúdos escolares e no enfrentamento aos problemas e desafios do cotidiano escolar, dentre os quais se destaca a violência no ambiente escolar. Desde setembro os Conselhos de Psicologia e Serviço Social vem conversando com os parlamentares de seus Estado para que o Veto fosse derrubado e hoje conseguimos esta vitória”, destacou a vice-presidente do Conselho regional de Psicologia do Piauí, Profa. Dra. Juliana Barbosa Dias Maia que acompanhou a votação no Congresso Nacional.

Com a derrubada do Veto, a proposta será promulgada e se torna Lei, mesmo sem a sanção do presidente da República. As redes de ensino terão um prazo inicial de 1 ano para priorizar a inserção de psicólogos e assistentes sociais nas escolas públicas da educação básica.

Política

Com saída de Montezuma, Kátia Dantas assume Secretaria de Educação de Teresina

Laurivânia Fernandes

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Com o afastamenso de Kleber Montezuma, que se despediu oficialmente da Secretaria Municipal de Educação (Semec) de Teresina, nesta quarta (03), Kátia Dantas, até então secretária executiva de Gestão da Semec, assumiu a pasta. A nova secretária, é pedagoga concursada da Rede Municipal, graduada em Direito, pós-graduada em Supervisão Escolar e mestranda em Políticas Públicas.

Kátia Dantas, também já atuou como assistente jurídica do Prefeito, da Secretaria Municipal de Governo, Fundação Wall Ferraz e Secretaria de Administração e Recursos Humanos. Sua trajetória na Semec começou em 2007, trabalhando diretamente em escolas, depois passou à coordenadoria de Contratos e Licitações, Assessoria Jurídica e Assessoria Técnica, até chegar ao gabinete como braço direito do secretário, na área de gestão.

Montezuma ocupou o posto de secretário por sete anos e, durante sua gestão, Teresina alcançou os melhores resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), se tornando a capital com melhor educação do país. Em reunião online com mais de 200 técnicos da Secretaria, ele agradeceu a dedicação dos servidores, que, junto com as equipes escolares, ajudaram a elevar a educação de Teresina ao primeiro lugar entre as capitais.

“O maior legado que deixo nesses anos como secretário é o caminho que trilhamos para chegar até aqui. E saio tranquilo, porque sei que temos na Educação de Teresina profissionais que amam o que fazem”, disse Montezuma.

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Política

Bolsonaro formaliza general Pazuello como ministro interino da Saúde

Laurivânia Fernandes

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Foto: Erasmo Salomão / ASCOM MS

O presidente Jair Bolsonaro formalizou no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (3) o nome do general Eduardo Pazuello para exercer, interinamente, o cargo de ministro de Estado da Saúde. O decreto que nomeia Pazuello ministro interino também exonera o general do cargo anterior na pasta, o de secretário executivo.

A confirmação de Pazuello no posto ocorre 19 dias depois da saída do então ministro, Nelson Teich, do governo. Na prática, o general já estava no comando da Saúde desde o dia 15 de maio e, nas palavras do presidente Bolsonaro, “vai ficar por muito tempo” no cargo.

A declaração de Bolsonaro foi feita para um grupo de funcionárias do sistema de coleta de lixo que trabalhavam nas proximidades do Palácio da Alvorada no último dia 20 de maio. “Ele (Eduardo Pazuello) vai ficar por muito tempo, esse que está lá. Isso aí não vou mudar, não. Ele é bom gestor e vai ter uma equipe boa de médicos abaixo dele”, declarou Bolsonaro na ocasião.

Desde o mês passado, no entanto, cargos estratégicos do ministério vêm sendo ocupados por militares. A primeira nomeação de destaque foi a próprio Pazuello, e segundo o Estadão apurou, cerca de 40 postos do ministério deverão ser entregues a militares. Desses, 20 já foram preenchidos.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Política

Bolsonaro diz que vazamento de dados pessoais é ‘intimidação’ e promete ‘medidas legais’

Laurivânia Fernandes

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Foto: Adriano Machado/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (02) que o vazamento de dados pessoais seus é uma “medida de intimidação” e afirmou que “medidas legais estão em andamento para que tais crimes não passem impunes”. O Ministério da Justiça determinou à Polícia Federal (PF) a abertura de um inquérito para investigar o vazamento.

“Em clara medida de intimidação o movimento hacktivista ‘Anonymous Brasil’ divulgou, em conta do Twitter, dados do Presidente da República e familiares. Medidas legais estão em andamento, para que tais crimes, não passem impunes”, escreveu Bolsonaro em sua conta no Facebook.

Na noite de segunda-feira, hackers do grupo Anonymous Brasil publicaram endereços, CPFs, telefones e informações sobre imóveis de Bolsonaro e familiares. Também foram alvos da divulgação, feita pelo Twitter, os ministros Abraham Weintraub (Educação) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos). O deputado estadual de São Paulo Douglas Garcia (PSL), que teve computadores do gabinete apreendidos pela PF na operação relativa ao inquérito das fake news, também teve informações pessoais expostas.

Parte do que foi divulgado, como os dados imobiliários de Bolsonaro e dos filhos, já estava disponível publicamente nos sistemas da Justiça Eleitoral, que reúne informações de candidatos a cargos eletivos. Outras informações, como números de telefones, por exemplo, eram privadas.

Fonte: Extra

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