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Política

Bolsonaro diz que atrito com Maia é ‘chuva de verão’

Redação Encarando

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O presidente Jair Bolsonaro minimizou nesta 5ª feira (28.mar.2019) o embate com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“Página virada, 1 abraço para o Rodrigo Maia , vamos em frente, acontece, é uma chuva de verão. Outros problemas acontecerão com certeza, mas na minha cabeça e na dele: Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”, disse o presidente.

A declaração foi dada durante a comemoração ao 211º aniversário da Justiça Militar da União, no Clube do Exército, em Brasília. Maia foi convidado para o evento, mas não participou. O presidente da Câmara também recebeu convite nos últimos 3 anos e não foi para a comemoração.

Também participaram o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), a procuradora geral da República, Raquel Dodge, e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Ao comentar sobre a reforma da Previdência, Bolsonaro disse que “não existe base aliada garantida” e que os deputados vão votar “de acordo com o entendimento deles”.

O político do PSL disse que são naturais as dificuldades em se obter apoio dos congressistas para a reforma. “Fui deputado 28 anos, metade são novos, jovens, vão aprendendo o trejeito político com o tempo”. Também disse dispor de pouco tempo para atender as demandas de diálogo de deputados e senadores: “gostaria de atender mais políticos no Planalto, mas só tenho 24 horas, preciso de 5, 6 horas para dormir”.

Bolsonaro também confirmou que vai viajar o Brasil para ficar em contato mais próximo com os representantes estaduais. Disse que já tem viagens confirmadas ao Pará, Amazonas e Paraíba. Não especificou datas.

Fonte: Poder360

Brasil

Decreto para impedir lockdown está pronto, afirma Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (7/5) que o decreto “para garantir a livre circulação no país” está pronto.

Mencionado por Bolsonaro na quarta-feira (5/5), o ato seria uma forma de derrubar as medidas restritivas adotadas por estados e municípios no enfrentamento da pandemia do coronavírus – ações tomadas com explícita autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Não recearei se tiver que tomar uma decisão. Creio que a liberdade é o bem maior que nós podemos ter. Tenho falado: se baixar um decreto – que já está pronto –, todos cumprirão. E por que cumprirão? Porque esse decreto nada mais é do que a cópia dos incisos do artigo 5º da Constituição, que todos nós juramos defender”, disse o presidente durante inauguração da ponte sobre o Rio Madeira, em Abunã, Rondônia.

Em seu discurso, o chefe do Executivo federal lamentou as mortes em razão da Covid-19, mas disse que “o Brasil não pode parar”. Mais uma vez, Bolsonaro não citou números. A pandemia já ceifou mais de 416 mil vidas no país. Na semana passada, ao comentar a marca de 400 mil mortes, o presidente falou apenas em um “número enorme”.

“Nós não podemos simplesmente ficar em casa, dar as costas para as necessidades do nosso povo. Nós temos que nos apresentar, botar a cara a tapa, dar exemplo. E exemplo é estar no meio do povo. […] O nosso direito de ir e vir é sagrado”, declarou o titular do Palácio do Planalto, enquanto apoiadores gritavam os dizeres “eu autorizo”.

O mandatário da República ainda afirmou que “não se justifica, daqui para frente, depois de tudo que nós passamos, fechar qualquer ponto” do país e voltou a dizer que o “seu Exército” atua dentro dos limites impostos pela Constituição.

“Todos nós preferimos morrer lutando do que perecer em casa. Eu me coloco na situação daqueles que perderam quase tudo ou tudo. […] Eu posso fazer semelhante ao que muitos já fizeram, mas o meu Exército, minha Marinha, minha Aeronáutica jamais irá às ruas para mantê-los dentro de casa”, frisou.

Fonte: Metrópoles

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Política

Bolsonaro diz que decreto contra medidas restritivas “já está pronto”

Laurivânia Fernandes

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O presidente Jair Bolsonaro disse nesta 6ª feira (7.mai.2021) que o decreto contra medidas de isolamento durante a pandemia de covid-19 “já está pronto”. Deu a declaração em um evento que liberou o tráfego na ponte sobre o Rio Madeira, na BR-364, no Distrito de Abunã, em Rondônia.

Creio que a liberdade é o bem maior que nós podemos ter. Tenho falado, se eu baixar decreto, que já está pronto, todos cumprirão”, disse.

E completou: “Porque esse decreto nada mais é que a cópia dos incisos do artigo 5º da Constituição, que todos nós juramos defendê-la. O nosso direto de ir e vir é sagrado, a nossa liberdade de crença e trabalho também. Não se justifica, daqui para frente, depois de tudo o que nós passamos, fechar qualquer ponto do nosso Brasil”.

Para Bolsonaro, “aquele que abre mão de parte de liberdade em troca de segurança, por menor que seja, acaba no futuro sem liberdade e segurança”. O presidente ainda disse: “Preferimos morrer lutando do que perecer em casa”.

Voltou a afirmar que o “seu Exército” jamais irá às ruas para manter a população dentro de casa.

Bolsonaro, o ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), o empresário Luciano Hang e o senador Marcio Bittar (MDB-AC) não usaram máscara. O uso do equipamento reduz em 90% a propagação de covid-19, segundo pesquisa realizada em janeiro pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), dos Estados Unidos. Em junho de 2020, o Congresso brasileiro aprovou uma lei obrigando o uso do aparato em locais públicos ou privados com circulação de pessoas.

Na última 4ª feira (5.mai), Bolsonaro disse que poderia editar decreto para colocar as Forças Armadas nas ruas para, segundo ele, “restabelecer todo o artigo 5º da Constituição [que estabelece o direito da livre locomoção no território nacional em tempo de paz]“. O chefe do Executivo fez críticas às medidas de restrição decretadas por governadores e prefeitos.

“Nas ruas, já se começa pedindo que o governo baixe um decreto. E, se eu baixar um decreto, vai ser cumprido, não será contestado por nenhum tribunal. O Congresso estará ao nosso lado. O povo estará ao nosso lado. Quem poderá contestar o artigo 5º da Constituição? O que está em jogo? Queremos a liberdade para poder trabalhar, queremos o nosso direito de ir e vir. Ninguém pode protestar isso. E esse decreto que eu baixar, repito: será cumprido, juntamente com nosso Parlamento, juntamente com nosso poder de força, juntamente com nossos 23 ministros”, disse em evento no Palácio do Planalto.

Fonte: Poder 360

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Política

Lula cresce e empata com Bolsonaro no segundo turno, indica pesquisa

Laurivânia Fernandes

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Foto: Agência Brasil

O instituto Paraná Pesquisas divulgou uma pesquisa, contratada pela revista Veja , com uma simulação das eleições presidenciais de 2022 e, de acordo com o estudo, o ex-presidente Lula (PT) e  Jair Bolsonaro (sem partido) estão tecnicamente empatados tanto no primeiro quanto no segundo turno. Caso as eleições acontecessem nesta sexta-feira (07), porém, o capitão estaria reeleito.

Segundo a pesquisa, um eventual segundo turno com a presença de Lulafaria com que o petista alcançasse a segunda colocação – com 29,3% das intenções de voto – e uma vaga ao segundo turno contra Jair Bolsonaro, líder com 32,7% dos votos.

Como ‘terceira via’, enconstram-se tecnicamente empatados os candidatos Ciro Gomes (PDT), com 6,2% das intenções de voto; seguido por Luciano Huck e Sergio Moro, já que ambos apresentam 5,8% dos eleitores votantes. João Doria (PSDB), João Amoêdo (Novo) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) ficaram com 3,6%, 2,6% e 1,4%, respectivamente.

Nos cenários de segundo turno, caso as eleições acontecessem nesta sexta-feira (07), Bolsonaro estaria reeleito em qualquer um dos casos. Porém, a pesquisa indica tendência de queda nas suas intenções de voto e de crescimento dos adversários.

Na disputa com o ex-presidente Lula, Bolsonaro moscilou dentro da margem de erro e diminuiu 0,1 ponto percentual. Em janeiro, sua intenção de voto era de 42,4%. Já Lula apresenta tendência de crescimento, já que no início do ano apresentava 35,7% dos votos e hoje apresenta 39,8%. Um crescimento de mais de quatro pontos percentuais.

Já no confronto com Ciro Gomes, Bolsonaro novamente se manteve estável e obteve uma queda de 0,3%, apresentando agora 43,4% dos votos válidos. Ciro cresceu, mas dentro da margem de erro. Foi de 34,3% para 35,3% de janeiro a maio deste ano.

Por fim, pesquisa simula qual seria o resultado de um embate entre o presidente e o governador de São Paulo. Este foi o único caso, em que Bolsonaro registrou queda nas intenções de voto – de 2,3% – e hoje apresenta 42,6% dos eleitores aptos a votar. Por sua vez, João Doria papresenta franco crescimento nas pesquisas. Foi de 23,8% em dezembro do ano passado, para 29,4% em janeiro e agora registra 31,3% do eleitorado.

A pesquisa foi realizada com 2.010 eleitores de todos os estados da federação, incluindo o Distrito Federal, entre os dias 30 e abril e 04 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais e a confiança da pesquisa de 95%. 

Fonte:iG

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