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Fábricas fechando no Piauí, a culpa é do Governo ou da crise?

Laurivânia Fernandes

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O deputado Warton Lacerda (PT) levou à tribuna na sessão desta segunda-feira (24), o problema do fechamento de empresas no Estado, citando os dois casos: O da fábrica de cimento Itapissuma, a de abate de francos, Dudico. Ambas as empresas abandonaram o estado e deixaram muitas pessoas desempregadas.

O parlamentar chamou atenção dos colegas para a audiência pública que será realizada nesta terça-feira, onde as duas empresas deverão explicar as verdadeiras razões do fechamento.

Warton Lacerda. Foto: Divulgação/Alepi

Fábricas fechando no Piauí, a culpa é do Governo?

Para Warton Lacerda o fechamento de empresas não é culpa apenas do Governo do Estado, como acusa a oposição. Ele lembrou que em Teresina muitas lojas estão fechando no Centro da cidade, sem maior repercussão.

O deputado esqueceu que, em uma fábrica, são demitidas centenas de pessoas, e numa loja, por exemplo, os números são muito menores. No fundo, ele arrumou um jeito de colocar o problema também para o prefeito de Teresina, Firmino Filho.

Logo em seguida, usou sua palavra para culpar Bolsonaro pela falência das fábricas. “São decorridos seis meses do novo governo federal e nada foi feito de concreto para solucionar a crise que já se arrastava”, afirmou o deputado.

O fechamento das fábricas, que chegaram a gerar quase dois mil empregos diretos e indiretos na região, representa um grande prejuízo para o Piauí. Mas a culpa é de quem? A resposta deverá será apresentada amanhã na audiência. Será?

As fábricas estão correndo do Piauí

Várias empresas estão preferindo se instalar nos estados vizinhos, como o Maranhão, que possui uma política de incentivos fiscais mais atraente que a do Piauí.

Lembram da Suzano Papel e Celulose que beneficiaria a cidade de Palmeirais? A previsão de investimento aqui era de mais de 3 bilhões de dólares. O que aconteceu? Anunciou por teleconferência o cancelamento do investimento, preferindo investir no Maranhão.

O caso da Itapissuma S/A, fabricante de cimento hidráulico, beneficiou com empregos o município de Fronteiras. Com o seu fechamento, muitos funcionários ainda não tiveram nem a sua rescisão de contrato concluída.

A empresa mais recente que fechou foi a Dudico, abatedora de frangos. Foram 400 pessoas desempregadas do nada. Pegas de surpresa, como sempre.

Será que a culpa do fechamentos dessas fábricas é do Governo? Será que nossos incentivos fiscais não atrai investimentos privados no estado? Ou a culpa é da crise econômica, como os deputados governistas querem justificar o problema? Vai Encarar?

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Técnica de desgastar dentes pode levar ao uso de dentadura aos 40 anos

Karytha Leal

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A busca pelo sorriso perfeito tem levado muitos jovens a apelarem para alternativas rápidas e econômicas na intenção de mudar o aspecto dos dentes. No Reino Unido, por exemplo, a moda é raspá-los a fim de “abrir espaço” para coroas branquíssimas e padronizadas, cujo custo é inferior ao cobrado em tratamentos mais modernos.

No entanto, o barato pode sair caro, além de causar problemas graves para a saúde bucal no futuro. Segundo a dentista britânica Shaadi Manouchehri, é bem provável que jovens que se submetem a essa técnica precisem usar dentadura aos 40 anos de idade.

Raspar os dentes  vai danificar o nervo e vai fazer com que o paciente precise de um tratamento de canal e de uma extração em algum momento da sua vida”, afirmou a dentista ao jornal Daily Mail. “As facetas e coroas, em geral, precisam ser substituídos a cada 10 ou 15 anos, normalmente”, emendou.

Ao assistir ao vídeo de uma jovem que teve os dentes raspados e viralizou no TikTok, com mais de 7 milhões de visualizações, a dentista alerta: “Agora, ela é uma jovem linda, porém, acho que ela vai precisar substituí-los provavelmente quatro ou cinco vezes ao longo de sua vida, se não mais”, afirmou.

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Marca desenvolve vinho com o nome de Bolsonaro: “Il Mito”

Karytha Leal

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Bolsonaro “Il Mito”. Esse é o nome do vinho desenvolvido em homenagem ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O produto foi anunciado em outubro nas redes sociais da marca Vinho Bolsonaro. A bebida é vendida pela internet.

Segundo a página da empresa, o Bolsonaro “Il Mito” é produzido pela Viña de Aguirre, vinícola localizada no Chile. De acordo com a marca, a proposta da bebida é “marcar este momento especial da história do Brasil”. “Um vinho gigante pela própria natureza”, escreveu a empresa nas redes sociais

São dois tipos de vinho tinto: um feito com a uva cabernet sauvignon (descrito como um “vinho poderoso”, com notas de avelã e chocolate), e o outro com a uva carmenere (um “vinho elegante”, segundo a marca, com notas de frutos silvestres).

A marca também desenvolveu um espumante com o mesmo nome, mas produzido na serra gaúcha brasileira. Elaborada com as uvas chardonnay e malvasia branca, a bebida é descrita pela marca como “leve e refrescante”.

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Salário mínimo para sustentar família com quatro pessoas deveria ser de R$ 5.006, aponta estudo

Laurivânia Fernandes

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Foto: Marcos Santos/Arqivo Usp

O salário mínimo para uma família de quatro integrantes, dois adultos e duas crianças, conseguir se sustentar, deveria ter sido de R$ 5.005,91 em outubro, de acordo com cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O valor é 4,79 vezes maior do que o  salário mínimo real do mês passado, R$ 1.045. O cálculo do Dieese tem como base o preço das cestas básicas em 17 capitais brasileiras pesquisadas. A mais cara de outubro, a cesta de São Paulo, chegou a R$ 595,87.

O maior aumento do mês foi visto na  cesta básica de Brasília, que subiu 10,03% entre setembro e outubro, atingindo R$ 490,48. O conjunto de alimentos básicos mais barato do Brasil foi visto em Natal, R$ 436,76.

A diferença entre a cesta básica mais cara e a mais barata do país chegou a R$ 159,11 em outubro, e o salário mínimo é nacional, de R$ 1.045 em todos os estados.

Salário mínimo não deve ter aumento real em 2021

No ano que vem, o piso nacional seguirá muito abaixo do ideal com base nas contas do Dieese. De acordo com proposta enviada ao Congresso pelo presidente  Jair Bolsonaro , o  salário mínimo deverá ser de R$ 1.067 no ano que vem, apenas com reposição inflacionária, sem aumento real para os trabalhadores pelo segundo ano seguido .

Esse valor projetado faz parte do Projeto de Lei Orçamentária Anual. Com a alta da inflação nos últimos meses, ele pode subir, já que, em setembro, o próprio Ministério da Economia revisou sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2020, que é usado para reajustar o piso nacional e foi a 2,35% ante previsão anterior de 2,09%. Caso essa taxa inflacionária seja confirmada – ou superada, o salário mínimo subirá. Enquanto isso, salve-se quem poder! Infelizmente, esse é o Brasil, meus amigos.

E aí, vai encarar?

**Texto com informações do iG

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