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Mão Santa abre licitação para compra de 290 mil salgadinhos e docinhos no valor de 277 mil para evento

Laurivânia Fernandes

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Uma coisa eu sei, o povo de Parnaíba pode morrer afogado nas chuvas, mas de fome, lá ninguém morre. É que o prefeito Mão Santa irá fazer um “Petit Comité” e só de doces e salgados pretende gastar quase R$ 277 mil reais.

A licitação para iniciar a compra dos aperitivos está prevista para 14 de maio próximo. O edital não diz muitas informações sobre o evento, não fala de convidados, só diz que vai “atender as necessidades do município”. Sei…

No pregão de número 25/2019 do Tribunal de Contas do Estado está previsto a aquisição de 110 mil salgadinhos e 180 mil docinhos para festa. (Veja o pregão no site do TCE, clique aqui!)


Aí o pobre é convidado para a o evento e pergunta:

Pobre: Prefeito, minha casa alagou, perdi tudo nas chuvas, o que eu faço agora?

Não Santa: Adalgisinha corre aqui, pega um pote de margarina para ele levar um “doce” para casa. Aceita um salgadinho?

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Palco para 2022: maioria da CPI da Covid sonha com governos estaduais

Laurivânia Fernandes

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Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Além de investigar ações e omissões do governo federal na pandemia, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 promete ser palco para promoção política de senadores que visam disputar cargos eletivos em 2022.

Com duração inicial de três meses — que pode ser prorrogada por mais três —, a CPI pode chegar a outubro deste ano, exatamente um ano antes do pleito nacional, aquecida pelas articulações eleitorais.

As vagas do colegiado foram disputadas por senadores de diversas matizes ideológicas. Historicamente, o trabalho de investigação desenvolvido pelas CPIs atrai muitos holofotes e coloca parlamentares em mais evidência. Essa característica se sobressai no caso da Covid, com um país em luto e aumento da procura por responsáveis.

Dos 18 membros da CPI (contando titulares e suplentes), ao menos 12 estudam concorrer ou já declararam candidaturas ao governo de seus estados em 2022. Entre os aliados do Palácio do Planalto, o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, deve disputar o governo do Piauí. Jorginho Mello (PL) é pré-candidato a governador de Santa Catarina.


PP e PL são siglas do Centrão, grupo de partidos que vão do centro à direita e compõem a base do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O bloco tem dito que deve manter aliança com o chefe do Executivo federal em 2022, mas as articulações regionais podem interferir nesse cenário.

Também governista, Marcos Rogério(DEM-RO) tem planos para concorrer ao governo de Rondônia em 2022. O demista foi deputado federal entre 2010 e 2014 e vereador na cidade em que nasceu, Ji-Paraná (RO).

Autointitulado independente, mas afinado a Bolsonaro, Eduardo Girão (Podemos) pode disputar o governo do Ceará. Empresário, Girão é novato no Senado, mas nas últimas eleições se notabilizou pelos altos montantes de doações feitas a candidatos do campo conservador.

Em 2020, doou mais de R$ 1 milhão para a campanha do candidato à prefeitura de Fortaleza Capitão Wagner (Pros), que enfrentou José Sarto (PDT) no segundo turno e saiu derrotado por pequena margem de votos.

Também considerado independente, Omar Aziz (PSD), presidente da CPI, pode tentar o governo do Amazonas ou a reeleição no Senado — seu mandato de oito anos acaba em 2022. Outro senador do Amazonas que pode disputar o governo é Eduardo Braga(MDB). Ele comandou o estado entre 2003 e 2010.

O senador Otto Alencar (PSD) é um nome que circula para o governo da Bahia. Ele já foi governador interino e vice-governador do estado. Apesar de ainda tímida, sua candidatura pode ser viabilizada com um eventual fim do ciclo do PT no estado, com o término do segundo mandato de Rui Costa – que já sucedera Jaques Wagner, também governador petista por dois mandatos.

Oposicionistas

Entre os oposicionistas, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) figura entre os cotados para disputar o governo do Amapá. O senador da Rede é vice-presidente da comissão. 

O petista Humberto Costa também pode concorrer ao governo de Pernambuco, apesar de ainda não tratar da possibilidade publicamente. Ambos são os nomes mais fortes da oposição na CPI.

O relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), tem mandato no Senado até 2026. Seu filho, Renan Filho, está terminando o segundo mandato como governador de Alagoas.

Em 2022, o grupo político dos Calheiros pretende fazer um sucessor no governo do estado. Além disso, Renan Filho estuda uma eventual candidatura ao Senado.

Término de mandato

Apenas três senadores com assento na CPI terminam os mandatos no Senado em 2022: Omar Aziz (PSD-AM), Otto Alencar (PSD-BA) e Tasso Jereissati (PSDB-CE). Os três podem tentar se reeleger para mais um ciclo na Casa ou disputar os governos de seus estados.

Nas próximas eleições gerais, somente uma das três cadeiras do Senado destinadas a cada estado estará em disputa. Com isso, mesmo para políticos já carimbados, a eleição será mais competitiva do que em 2018.

No caso de Tasso, liderança tradicional do PSDB, seu nome começou a ventilar nos últimos dias como possível candidato à Presidência da República.

Suplentes

Todos os sete suplentes só encerram os mandatos em 2026, mas pelo menos três avaliam candidaturas aos Executivos locais: Luis Carlos Heinze (PP), no Rio Grande do Sul; e Rogério Carvalho (PT) e Alessandro Vieira (Cidadania), em Sergipe.

Outro destaque é o senador Jader Barbalho (MDB-PA), pai do governador do Pará, o também emedebista Helder Barbalho, que pretende se candidatar à reeleição no estado nas próximas eleições.

Em pré-campanha pela reeleição, Bolsonaro também possui interesses eleitorais na CPI, justamente para evitar se chamuscar com as investigações. O presidente quer evitar maiores desgastes e um eventual pedido de impeachment.

Fonte: Metrópoles

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Pandemia e CPI da Covid: disputa de ideologias aquece polarização e transforma redes sociais em zona de guerra

Laurivânia Fernandes

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Imagem Ilustrativa — Foto/Montagem: Reprodução


A pandemia do coronavírus no Brasil não deveria ser tratada com polarização ou teoria conspiratória contra um governo ou outro, no entanto, o cenário tem sido de uma zona de guerra e, a ‘opinião’ de cada um, por vezes, acaba se sobressaindo ao que é realmente importante, a luta pela sobrevivência. De já, deixamos claro que o conteúdo a seguir, trata-se de uma análise do cenário político brasileiro focado na disputa entre direita e esquerda, que tem sido massificada através das redes sociais.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, aflorou ainda mais o embate entre os grupos pró e contra Bolsonaro. Dessa forma, é observado o seguinte: A direita, cega na discussão, acaba não enxergando os erros do presidente, que causaram milhares de mortes, e tudo isso, com medo da esquerda voltar ao poder. Enquanto a esquerda, busca ter a mesma visibilidade/popularidade de anos atrás, ainda mais agora, com o a volta do ex-presidente Lula à cena política. E essa polarização pode ganhar traços de autoritarismo em meio ao jogo político democrático.

Nessa terça-feira (04/05), os ânimos pró e contra governo afloraram ainda mais com o depoimento do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na CPI. Enquanto deputados da oposição ao governo federal usavam as redes sociais para repercutir as revelações do ex-ministro o vereador Carlos Bolsonaro, filho e apoiador do presidente, Jair Bolsonaro, publicou no Twitter uma série de momentos nos quais as falas e atitudes do ex-ministro não foram “compatíveis” com as medidas de segurança solicitadas por ele durante a pandemia.

Distanciamento social pra você e sinuca sem tudo o que digo pra fazer pra mim”, escreveu o vereador, ao publicar uma foto Mandetta jogando sem máscara em um bar. Em outra publicação, o filho do presidente mostra um corte de sete segundos do ex-ministro dando razão a Jair Bolsonaro falando que “a crise econômica vai matar as pessoas”.

Do outro lado, deputados federais da oposição usaram as redes para evidenciar as falas polêmicas do ex-ministro e enumerar uma série de omissões do presidente. No caso do líder do PT na Câmara, Bohn Gass, também houve publicação com foco em ações do ex-presidente Lula.

Apesar da negação, o que se vê é aqui é uma politização da questão, e o foco é 2022. Um grande erro! E por trás de tais posturas está uma mesma atitude fundamental: ambos os lados encaram tudo na sociedade como nada mais do que uma guerra pelo poder. Contudo, há uma guerra maior que ainda tem que ser vencida, e o vírus é apartidário.

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Ciro Nogueira afirma que programa Pro-Piauí foi criado para enganar a população

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O senador Ciro Nogueira (PP) utilizou as redes sociais, neste sábado (01), para informar que o programa Pro-Piauí, do governo estadual, é um programa de propagandas e foi criado para enganar a população Piauiense.

Ciro Nogueira, que será oposição nas eleições de 2022, afirmou que o programa foi criado, pois não há mais confiança na palavra do governador. “A criação de pessoa jurídica [Pro-Piauí] para enganação de sempre se deve ao fato de que ninguém no Piauí confia na palavra da pessoa física do governador”, escreveu.

”Esse governo engana no varejo, como pessoa física, e quer seguir enganando no atacado, como pessoa jurídica, o Pro-Piauí”, finalizou Ciro.

Programa Pro-Piauí

O sistema tem por objetivo integrar governo estadual e munícipios, além de criar uma coordenação para que seja garantida a qualidade de obras, restaurações, modernização de serviços. 

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