Após donos de postos atribuírem aumento na gasolina à Guerra na Ucrânia, sindicato nega relação direta com o conflito

O presidente do Sindicato dos donos de Postos de Combustíveis do Piauí (Sindipostos), o empresário Alexandre Valença, negou que o último aumento no preço dos combustíveis tenha relação com a Guerra na Ucrânia. Na quinta-feira (24), condutores foram surpreendidos com o litro da gasolina custando acima de R$ 7,35 e alguns donos de postos disseram ao g1 que a invasão russa teria feito o preço subir.

Nesta sexta-feira (25), o presidente do Sindipostos afirmou que o reajuste aconteceu, na verdade, devido a oscilações no valor do dólar que ocorreram nos últimos meses, e que os postos do Piauí dependem mais do combustível importado do que do que é produzido pela Petrobras.

“O problema é que o dólar sim tem repercussão em cima do preço do combustível. Mas não foi a questão só da Ucrânia. Antes da discutir o conflito, o barril de petróleo saiu de US$ 68 para US$99”, disse o Alexandre Valença.