Relatório da Operação Sem Desconto aponta que Alessandro Stefanutto recebia pagamentos para não fiscalizar descontos ilegais em benefícios
A Polícia Federal indiciou o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, por supostamente receber até R$ 250 mil por mês em propina para não fiscalizar associações suspeitas de aplicar descontos ilegais em aposentadorias e pensões.
O relatório final da Operação Sem Desconto, enviado ao STF, também indiciou outras 47 pessoas, entre elas o ex-procurador-geral do INSS Virgílio Antônio Ribeiro Filho, o ex-diretor André Fidelis e o lobista Antonio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Todos respondem por crimes como organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro, conforme a participação de cada um na investigação.