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Brasil

Em depoimento, Neymar confirma uso de preservativo e diz que filho está sofrendo bullying

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O atacante Neymar afirmou que usou preservativo no encontro com a modelo Najila Trindade, em Paris, na França, de acordo com o Jornal Nacional, da Rede Globo. A declaração contraria a informação da modelo, que afirma que a falta de camisinha foi o ponto central da discussão entre os dois e que teria originado o estupro alegado por ela.

O jogador afirmou que jogou a camisinha no vaso sanitário e usou proteção para não se expor, pois era um atleta. De acordo com Najila, o suposto crime começou no momento em que ela fala que não tem camisinha e Neymar continua o ato sexual sem preservativo.

O Estado apurou que Neymar confirmou que havia bebido no dia do primeiro encontro, mas, segundo ele, foi apenas uma dose. No segundo encontro, ele disse que pretendia levar Najila a uma balada, mas ela começou a agredi-lo e ele foi embora. Durante o encontro, Neymar estranhou o fato de a modelo dizer que o amava e queria se casar com ele. “Como ela pode me amar se nem me conhecia direito?”, chegou a comentar o atacante para as delegadas da 6.ª Delegacia de Defesa da Mulher.

Após o depoimento, que durou cerca de 3h30, Neymar se emocionou sobre a acusação de estupro e relatou se drama pessoal. O atacante do Paris Saint-Germain afirmou que esse é o pior acontecimento de sua vida e chegou a afirmar que nenhuma lesão se compara ao momento que vem vivendo desde 31 de maio, quando a modelo registrou Boletim de Ocorrência por estupro. Neymar foi cortado da Copa América, que começa nesta sexta-feira, por ruptura do ligamento tornozelo direito. Por isso, ele chegou à delegacia com o auxílio de muletas.

Neymar confessou ainda que o escândalo afetou a vida de seu filho, David Lucca, tem faltado à escola, pois tem sido vítima de bullying. Ele contou que os amigos dizem que ele é filho de um estuprador.

Fonte: Estadão Conteúdo

Brasil

Está perto do fim o mistério em torno do que aconteceu com Joice

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Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A Polícia Civil do Distrito Federal está convencida de que a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) foi vítima de um acidente doméstico, sem nenhuma conotação política, ao cair no seu apartamento da Asa Sul e se machucar seriamente.

Se ela ficou desacordada durante sete horas, como disse, e com a cabeça dentro de uma poça de sangue, não deu para aferir. Certamente não foi vítima de uma agressão do marido, do contrário teriam sido encontradas marcas nas mãos dele.

É possível que Joice, em rigoroso tratamento para emagrecer, tenha misturado remédios com bebidas alcoólicas e se acidentado sozinha. Ou que então tenha tido uma convulsão, caído e ficado desacordada no seu quarto enquanto o marido dormia em outro.

Não foi encontrado nenhum sinal de entrada no apartamento de qualquer outra pessoa nos dias que antecederam e sucederam ao ocorrido.

Fonte: Metrópoles

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Saúde

Podemos ter que vacinar contra Covid-19 todos os anos, diz Queiroga

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Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu em entrevista exclusiva à CNN que a pasta já trabalha com a possibilidade de precisar repetir anualmente a vacinação contra a Covid-19. O ministro afirmou que as fábricas de vacinas veterinárias são uma aposta do governo para que o país seja autossuficiente em imunizantes contra a doença.

“É possível que se torne uma endemia e que tenhamos que vacinar a população brasileira anualmente. Por isso, temos que fortalecer o nosso complexo industrial da saúde, para que tenhamos condição de produzir vacinas suficientes no Brasil. Não só o IFA nacional, mas também o banco de células”, disse Queiroga, entrevistado pelo âncora William Waack e pela analista de Economia Raquel Landim.

De acordo com o ministro da Saúde, o governo se baseia em uma lei aprovada pelo Congresso que permitiu aos parques industriais que produzem vacinas contra doenças em animais possam iniciar a produção de imunizantes contra o novo coronavírus.

Para Queiroga, a expertise do agronegócio brasileiro permitirá que essa produção ocorra em larga escala e o país se converta em “líder global”. “Que nós possamos participar do Covax Facility [consórcio da OMS para a compra de vacinas] não para adquirir vacinas, mas para fornecer”, afirmou o ministro.

Vacinação de adolescentes

De acordo com o ministro Marcelo Queiroga, o Brasil mantém a meta de vacinar 100% das pessoas com 18 anos ou mais com ao menos uma dose de imunizante contra a Covid-19 até setembro deste ano. De forma complementar, que 50% dessa parcela da população esteja com o ciclo vacinal completo, seja com uma dose da Janssen ou com duas doses das demais vacinas.

É neste momento que o país espera iniciar a vacinação dos adolescentes. No primeiro momento, já está no horizonte a vacinação de quem tem entre 13 e 17 anos e possui comorbidades identificadas como grupo de risco. De acordo com a estimativa de Queiroga, são 4,5 milhões de jovens. 

O ministro da Saúde afirmou que a pasta também vai incluir os jovens dessa faixa etária sem doenças pré-existentes, mas que isso só acontecerá em um segundo momento. Além da falta de doses, há um segundo fator limitante. Das vacinas em uso no Brasil, apenas o imunizante da Pfizer já tem autorização da Anvisa para aplicação em pessoas dessa faixa etária.

Fonte: CNN

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Brasil

Covid-19: Adolescentes entre 12 a 17 anos serão incluídos na vacinação

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou hoje (27) que adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a covid-19. A inclusão será iniciada após envio da primeira dose para a vacinação de adultos com mais de 18 anos. Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados. 

A medida foi acertada durante reunião entre o ministério e representantes de estados e municípios. 

Também foi definido que, após a distribuição da primeira dose dos imunizantes para todo o país, o ministério deve decidir sobre a antecipação do intervalo entre as duas doses da Pfizer, que, atualmente, é de 90 dias. Na bula do fabricante, o intervalo é de 21 dias. 

A redução é estudada para acelerar a imunização diante do crescimento dos casos de pessoas infectadas com a variante delta do vírus da covid-19. 

“Nossa expectativa é atingir a população acima de 18 anos vacinada até o começo de setembro. A partir daí, vamos discutir a redução no intervalo da dose da Pfizer, assim a gente avançaria com a segunda dose em um número maior de pessoas e também os abaixo de 18 anos”, explicou o ministro. 

Os estados e municípios ainda deverão seguir as orientações do Ministério da Saúde sobre os intervalos entre as doses de vacinas e outras recomendações do PNI. 


Fonte: Agência Brasil

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