Na última quarta-feira (25), Câmara e Senado aprovaram projeto que revoga o decreto presidencial que elevaria o IOF, tornando a medida legal e imediata .
Câmbio e cartões internacionais
- Cartões de crédito, débito e pré-pagos internacionais voltam para 3,38 %
- Compra de moeda em espécie e remessas ao exterior (uso pessoal): 1,1 % .
Crédito empresarial
- Retorno à alíquota fixa de 0,38 % + diária de 0,0041 %, equivalendo a até 1,88 % ao ano
- Mesma estrutura para Simples Nacional e MEI .
Previdência privada (VGBL)
- Isenção total de IOF em aportes, sem limite mínimo — retorno imediato à situação anterior .
Impactos e contexto
- Perda na arrecadação: o governo estimava arrecadar cerca de R$ 10 a 12 bilhões com o aumento, agora é obrigado a recompor esse rombo .
- Timing político: é a primeira vez em 33 anos que o Congresso derruba um decreto presidencial de imposto .
- Reação do governo: o Ministério da Fazenda avalia apoiar judicialmente o decreto, buscar novas fontes de receita ou contingenciar gastos .
- Benefício em debate: embora reduza custos para viagens, investimentos e crédito, a medida pode pressionar programas sociais caso os recursos não sejam readequados ().
Conclusão
Com a derrubada do decreto, as alíquotas do IOF retornam ao que vigorava antes de 22 de maio, restaurando benefícios para viajantes, investidores, empresas e poupadores — ao custo de um impacto fiscal significativo que ainda precisa ser absorvido pelo governo.
Fonte : Agência Brasil
Karytha Leal